terça-feira, 12 de junho de 2012

Os Quatro cavaleiros do Apocalipse.


 Os quatro cavaleiros do apocalipse são descritos em Apocalipse 6:1-8. Os quatro cavaleiros são descrições simbólicas de eventos diferentes que acontecerão durante o fim dos tempos. O primeiro cavaleiro do apocalipse é mencionado em Apocalipse 6:2: “Vi, então, e eis um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer”. O primeiro cavaleiro provavelmente se refere ao anticristo, a quem autoridade vai ser dada e vai dominar todos que a ele se opõem. O anticristo é uma falsa imitação do Cristo verdadeiro, já que Cristo vai retornar em um cavalo branco (Apocalipse 19:11-16).   
O segundo cavaleiro do apocalipse é mencionado em Apocalipse 6:4: “E saiu outro cavalo, vermelho; e ao seu cavaleiro, foi-lhe dado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros; também lhe foi dada uma grande espada”. O segundo cavaleiro se refere a guerras horríveis que vão acontecer durante o fim dos tempos. O terceiro cavaleiro é descrito em Apocalipse 6:5-6: “Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: Vem! Então, vi, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho”. O terceiro cavaleiro do apocalipse se refere à grande fome que acontecerá, provavelmente como resultado de guerras do segundo cavaleiro. Comida vai ser escassa, mas luxos como vinho e azeite ainda estarão prontamente disponíveis. 
 
O quarto cavaleiro é mencionado em Apocalipse 6:8: “E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra”. O quarto cavaleiro do apocalipse é um símbolo de morte e devastação. Aparenta ser uma combinação dos cavaleiros anteriores. O quarto cavaleiro do apocalipse vai trazer mais guerras e fomes horríveis, assim como pestilências e doenças. O que é mais impressionante, ou talvez assustador, é que os quatro cavaleiros do apocalipse são apenas “precursores” de julgamentos ainda piores que virão mais tarde durante a Tribulação (Apocalipse capítulos 8-9 e 16).

Lendas Africanas-Vampiros na África.



A mitologia vampírica africana relaciona diretamente a bruxaria com rituais tradicionais de 'vampirismo bruxo', onde, segundo pesquisadores, ao cair da noite, os mesmos evocavam o demônio para conseguir o falecimento de inimigos em tribos vizinhas. Tais rituais, com características vampirescas, denotavam-se por "sugar o sangue das vítimas". Tais costumes eram mantidos pelas tribos ao longo do Rio Niger e a tribo "ibo". Entre o povo yakô, da Nigéria, o costume vampírico-bruxo, era voltado aos bruxos, que após a sua morte, voltavam para sugar o sangue de suas vítimas adormecidas. Cada tribo africana, mantinha codinomes para os seus mitos vampíricos.  Na tribo Ashanti, na região oeste do país, o nome dado ao vampiro é Obayifo. Obayifo era um indivíduo que morava na tribo e mantinha hábitos de viver à noite, sugar o sangue das pessoas da tribo, e era considerado um bruxo. Já na tribo Dahomeanos, o nome dado ao vampiro é Asiman (Mesmas características de Obayifo) e por fim, na tribo Ashanti de Ghana na África ocidental, o vampiro é chamado de Asasabonsam, tinha características de humanóide com pés em formas de garra. Narram os pesquisadores, que Asasabonsam mantinha o costume de viver na floresta, no alto de árvores, e com suas garras capturar suas vítimas. 

Lendas Africanas-A Menina e o Barril.



Certa manhã quatro amigas estavam se divertindo na praia até que acharam uma linda concha. Ao pôr-do-sol elas resolveram voltar para sua aldeia, cujo trajeto era por meio da floresta. No meio do caminho, já de noite uma delas resolve voltar para buscar a concha, pois havia esquecido ela na praia. As outras amigas suplicaram para que ela não voltasse, porém ela voltou sozinha. Ao voltar à praia, ela viu sua concha na mão de um homem sinistro com estatura baixa. Ela pediu ao homem que devolvesse sua concha. O homem então estendeu a mão com a concha, quando a menina se aproximou, ele a agarrou e a colocou dentro de um barril. Ele falou então que era na verdade um duende e que ela seria sua escrava para sempre. Em cada aldeia que ele parava, ele batia no barril e ela cantava uma canção, assim ele ganhava comida dos ouvintes. Foi assim de aldeia em aldeia. Até que um dia ele chegou na aldeia da menina, quando a menina começou a cantar, seus pais reconheceram sua voz. Eles avisaram de maneira discreta todos os habitantes da aldeia. Alguns habitantes distrairam o duende enquanto outros soltaram a menina e em seu lugar colocaram o mesmo peso em abelhas e formigas guerreiras. Quando o duende foi para a próxima aldeia e bateu no barril os insetos o atacaram infrigindo o mais doloroso sofrimento, ele tentou fugir para a floresta, mas os insetos o perseguiram, nunca mais foi visto.

Lendas Africanas-O Mestre dos Morcegos.



Ao longo do Hospital Militar 37 em Acra (no país de Gana) tem lugar um estranho mas verdadeiro fenômeno. Ao longo de cerca de 300 metros de cada um dos lados da entrada principal do hospital reside uma incrível colônia de morcegos. Sim.. MORCEGOS que, de repente, surgem nas árvores - sem explicação plausível! Estas árvores adornam as ruas ao longo de vários quilômetros, mas estes morcegos escolheram juntar-se nestas árvores junto à entrada principal do hospital.

Reza a lenda que, no início dos anos 70, um chefe local deu entrada no hospital para ser submetido a um tratamento. A insígnia desse chefe era um morcego, ou morcegos, dependendo de quem nos contar a lenda. Seja como for, a história continua... quando ele deu entrada no hospital os morcegos seguiram-no, esperando que ele tivesse alta. Contudo, o chefe morreu. Parece que a mensagem não chegou aos morcegos, pois eles permanecem ali, à espera que o seu 'chefe' tenha alta do hospital. Apesar das tentativas para eliminar estas criaturas através do corte das árvores e da folhagem, os morcegos persistem!!
O crepúsculo é a melhor altura para os ver a levantar voos aos milhares. Tragam máquina fotográfica!

A PONTE ENTRE O ORUM E O AIYÊ

Todas as religiões do mundo tentam explicar os grandes mistérios da humanidade: De onde viemos? Quem somos? Para onde vamos?

Reza uma história africana, originária de Ketu, que no início de tudo havia o Orum, o espaço infinito, e lá vivia o deus supremo Olorum. Certo dia, Olorum criou uma imensa massa de água, de onde nasceu o primeiro orixá: Oxalá, o único capaz de dar vida. Olorum mandou Oxalá partir e criar o aiyê, o mundo. Só que Oxalá não fez as oferendas necessárias para a viagem e enfren
tou sérios problemas no caminho.

Quem acabou criando o mundo foi Odudua, sua porção feminina. Para consolar Oxalá, o deus supremo lhe deu outra missão: a de inventar os seres que habitariam o aiyê. Assim Oxalá usou a água branca e a lama marrom para criar peixes azuis, árvores verdes e homens de todas as cores. Foram justamente os homens que, mais tarde, imaginaram formas de adorar e representar a saga de deuses como Oxalá, Odudua, Olorum e tantos outros.

 

A Lua.


No sétimo dia do nascimento a criança é apresentada à lua. É bom pedir a ela divisão na criação: “Lua, luá, toma esta criança pra você criar. Depois de criada, torna a me dar. Ela é minha, ela é sua, mas deixa ela cá”, diz o começo da apresentação. Se a apresentação não for feita, a criança corre o risco de pegar o mau da lua. Fica numa choradeira que nada consola. É um mal que só se cura com benzas repetidas de sete em sete anos até o fim da vida. A lua é a madrinha, a mãe substituta na falta da família. Por isso, a apresentação se completa assim: “Neném está sozinho? Chama mamãe. Mamãe não está? Lua cheia, vem cá! Madrinha saiu? Chama a mucama. Mucama não está? Esquece a sinhá e volta a chamar.

OMOLU DANÇA SÓ

Há muitos e muitos anos, um episódio interessante percorre a África inteira. É sobre uma grande festa, que reunia uma lista de ilustres convidados - Oxum, Iemanjá, Oxalá, Xangô, Oxossi, Ossaim, Obá, Logunedé, Iansã, Nanã, Ogum e Oxumaré. Todos os orixás estavam lá. Na verdade, quase todos, porque faltava o Omolu.
Omolu ficou do lado de fora com vergonha das marcas que a varíola lhe deixara no rosto. Ao saber disso, Ogum correu até a floresta e teceu uma roupa de palha, o ofilá, para que o irmão participasse da festa. Omolu entrou, mas ninguém quis dançar com ele. Mesmo cobertas, suas feridas causavam repulsa nos orixás. A corajosa Iansã foi a única que o chamou para uma dança. E como Iansã é a orixá dos ventos, sem querer, mandou a roupa de Omolu pelos ares!

Qual não foi a surpresa quando, livre do ofilá, surgiu um homem lindo, sem defeito algum. Ao ver a beleza de Omolu, os orixás femininos suspiraram e os masculinos se morderam de inveja. Omolu ofereceu à Iansã uma recompensa, mas, a partir daquele dia, passou a dançar sempre sozinho nas festividades.