segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Inscrição de Shugborough


Inscrição de Shugborough
Olhando de longe, o Monumento ao Pastor, do século XVIII, localizado em  Staffordshire (Inglaterra), parece uma mera réplica do famoso quadro de  Nicolas Poussin, “Pastores da Arcádia”. Mas quando nos aproximamos da escultura, há uma estranha sequência de letras: DOUOSVAVVM. Esse código permanece indecifrável há mais de 250 anos. Apesar de que a autoria da obra também seja um mistério, alguns especialistas sugerem que o código seja uma pista deixada pela Ordem dos Templários a respeito do paradeiro do Santo Graal.

O disco de Phaistos


O disco de Phaistos
O misterioso disco de Phaistos foi descoberto pelo arqueólogo italiano Luigi Pernier, em 1908 no sítio do palácio de Phaistos, em Minoan. O objeto é composto por barro e possui estranhos símbolos que aparentemente revelam um novo modo não conhecido de hieróglifos. Segundo datações, o objeto foi construído em algum momento do segundo milênio a.C.. Até hoje, o disco permanece sendo um dos grandes mistérios da arqueologia.

CIFRAS DE BEALE: O TESOURO DE 20 MILHÕES DE DÓLARES.


Considerada como um dos grandes mistérios criptográficos do mundo, as cifras de Beale continuam chamando a atenção de diversas pessoas, principalmente por que as três mensagens ali contidas revelam a localização de um suposto tesouro enterrado no estado de Virgínia, nos EUA.
Fazenda
Segundo a lenda, a série de mensagens foi deixada por Thomas J. Beale, em 1822. A primeira das mensagens indica a localização do tesouro. Somente a segunda mensagem foi decifrada, e o seu conteúdo é a descrição do tesouro. A terceira mensagem revela os herdeiros de Beale.
De acordo com a segunda mensagem, o valor do tesouro é estimado em 20 milhões de dólares, com a cotação atual.
Tudo o que sabemos a respeito de enigma de Beale é que tudo começou através de uma publicação com mais de 20 páginas publicada em 1885, cujo título era “The Beale Papers”, por autor que preferiu manter o anonimato.
Segundo o folheto, uma equipe de aventureiros liderada por Thomas Beale acumulou uma grande fortuna em ouro enquanto viajava por Santa Fé, no Novo México. Os 30 membros do grupo de expedição teriam enterrado todo esse tesouro em algum local na Virgínia, provavelmente no condado de Bedford.
Beale teria entregado para Robert Morriss, dono de um hotel em Lynchburg, na Virgínia, mensagens protegidas em uma caixa de ferro. Beale explicou em uma carta no começo de 1822 que os documentos entregues faziam referência ao tesouro. Ele pediu para o homem, que era seu amigo, para guardá-la pelos próximos 10 anos, à menos que ele não voltasse de uma viagem. A carta ainda mencionava que um amigo seu tinha a chave para decifrar as mensagens, e que mandaria para Morriss posteriormente.
Contudo, essa era a última vez que Beale dava sinal de sua existência. Morriss nunca recebera a chave, e decidiu por si só abrir a caixa lacrada e decifrar o documento, em1845. Sem obter resultados, ele deu a caixa e as mensagens para um amigo. Esse amigo era o autor do folheto que divulgara a história.
Das 3 páginas, somente uma delas foi descriptografada pelo misterioso amigo de Morriss. Ela detalhava o tesouro, como já dito, mas não a localização dele. O método de cifra usado nas mensagens consiste em usar um texto-chave, e esse texto era a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América, cuja cópia estava com o amigo de Morriss.

Primeira mensagem

Cifra de Beale

Segunda mensagem (decifrada)

Cifra de Beale
 ”Eu depositei no condado de Bedford, a seis quilômetros de Budford, em uma escavação ou cripta, cerca de 1,80 metros abaixo da superfície do solo o seguinte conteúdo, tudo pertencendo às partes cujos nomes serão dados no texto número 3. O primeiro depósito consiste em mil e quatorze libras de ouro e três mil, oitocentas e doze libras de prata, depositadas em novembro de 1819. O segundo depósito foi feito em dezembro de 1821 e consiste em mil novecentas e sete libras de ouro e mil duzentas e oitenta e oito libras de prata. Também há jóias obtidas em St. Louis em troca da prata, para reduzir o peso do material transportado, valendo 13 mil dólares. Tudo está seguramente acomodado em potes de ferro com tampas de ferro. A cripta encontra-se forrada com pedras, os potes permanecem sob pedras e mais pedras. O texto número 1 indica a exata localização da cripta, desse modo não haverá dificuldade em encontrá-la.”

Terceira mensagem  

Cifras de Beale
Vários especialistas tentaram decifrar os códigos, sem sucesso. Até hoje muitas pessoas ainda acreditam que possam encontrar o tesouro de Beale. Anualmente, o condado de Bedford recebe muitas visitas de pessoas de todos os cantos dos EUA. Com o dinheiro dessas pessoas, algumas empresas investiram em equipamentos que possam ajudar na localização do suposto tesouro.
Quem não deve gostar muito dessa história são os fazendeiros da região, que constantemente veem suas propriedades invadidas e seu terreno destruído.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Portões do inferno


Muitas culturas e povos já existiram ao redor do mundo e hoje muitas outras tomam conta dele, por isso, é de se esperar que crenças, tradições e muito mais tenham sido criadas, e hoje falaremos de um assunto não comprovado pela ciência, mas que possui muitos credores: os portões do inferno na Terra.
Muitas religiões antigas e atuais acreditam que o inferno esteja localizado abaixo da terra – umlugar para que sua alma seja torturada e castigada pelos pecados cometidos em vida – além disso, segundo os antigos povos, existem seis possíveis lugares que possam ser os portões do inferno, cada um em um lugar diferente do mundo.
São eles:
Vulcão Masaya
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Conhecido também como Boca do Inferno, pois expele uma fumaça com um cheiro fortíssimo de enxofre. Encontra-se na Nicarágua e é uma grande rachadura no solo, que dá ao lugar um enorme abismo. Antigamente, algumas pessoas faziam oferendas no local, com o objetivo de acalmar o inferno. Sabe-se la por qual motivo, mas já faz 500 anos que o vulcão tem uma cruz na entrada.
Caverna Xibalba
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Localizada na América Central, era considerada pelos Maias um portal para o submundo. O lugar já era assustador e para aumentar o terror muitas lendas dizem que a caverna foi o palco de muitos sacrifícios humanos.
Caverna de Hades
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A caverna fica no sul da Grécia. Dizem que ela é cortada por um rio que seria o principal canal para a travessia das almas até o submundo. Acredita-se que seja o local de tortura do inferno.
Hekla
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Outro vulcão, mas desta vez na Islândia. Estamos falando daquele vulcão que, recentemente, cobriu a Europa com suas cinzas. Dizem que em 1104 houve uma erupção que fez um barulho estrondoso, e que, graças a isso, os habitantes do local acreditaram que o som teria sido produzido pelas almas que estavam sendo arrastadas para o inferno por demônios.
Purgatório de São Patrício
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Encontra-se na Irlanda, e é uma caverna na qual um buraco se abriu e, supostamente, seria possível ver o inferno através dele, e, segundo a lenda, São Patrício o usava o lugar para restaurar a fé dos pagãos, mostrando-os a tenebrosa porta para o inferno.
Vulcão Erta Ale
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Esta é uma das portas que mais “fica aberta”, pois o vulcão encontra-se em intensa atividade lá na Etiópia, em um local onde a Terra está se rompendo e abrindo. É tido, segundo estudiosos, como o inferno do universo.
Assista ao vídeo e descubra que visitar o inferno pode ser mais fácil do que imaginávamos:
Fonte: Minilua.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Sinais de radiotividade no Mar Morto e redondezas e evidências de destruição nuclear na Península do Sinai.

1
As cidades, as pessoas, a vegetação, tudo foi destruído pela arma dos deuses.. A radiação afetou até mesmo aqueles que estavam a uma certa distância.
O patriarca estava testemunhando uma "Hiroxima", uma "Nagasáqui" - a destruição de uma planície fértil e densamente povoada por armas atômicas. O ano era 2024 a.C. Nessa mesma ocasião houve a destruição do Espaçoporto na península do Sinai e a explosão deixou uma radiação mortal que permaneceu ali por muitos séculos.
O principal alvo do ataque nuclear foi a península do Sinai. Mas a verdadeira vítima, no final de tudo, foi a Suméria.
Os arqueólogos dessa equipe descobriram que os povoados que ficavam nas montanhas em torno da área foram abruptamente abandonados no século 21 a.C. e permaneceram desocupados por muitos séculos. E mais: até hoje a água das fontes que cercam o mar Morto são contaminadas por radioatividade, que segundo o I. M. Blake, em "A Cura de Josué e o Milagre de Eliseu", artigo publicado em The Palestine Exploration Quarterly, "é forte o bastante para provocar a esterilidade e outras enfermidades em homens e animais que a ingeriram por muitos anos seguidos"

O quadro pintado a partir dos textos bíblicos e babilônicos fica mais claro com a leitura do Épico de Erra. Composto a partir de fragmentos encontrados na biblioteca de Assurbanipal, esse texto assírio foi tomando forma e sendo mais bem compreendido à medida que outras versões fragmentadas iam sendo descobertas em diferentes sítios arqueológicos. Hoje sabe-se que ele foi escrito em cinco tabuinhas de argila, e do texto total só faltam algumas poucas linhas. Existem duas traduções completas e minuciosas desse épico: Das Era-Epos, de P. F. Gõssmann, e L'Epopea di Erra, de L. Cagni.
O Épico de Erra não apenas explica a natureza e as causas do conflito que redundou no uso da Arma Máxima contra cidades habitadas (com a intenção de aniquilar um deus que nelas se escondia), como também deixa claro que essa medida extrema não foi tomada de maneira apressada e irresponsável.
Segundo a Bíblia (por exemplo, Deuteronômio 29:22-27), a "iniqüidade" das cidades da planície do Jordão foi elas terem "abandonado a aliança com Iahweh", terem ido "servir a outros deuses". Pelo texto babilônico ficamos sabendo que o "grito" contra elas era a acusação de terem tomado o partido de Marduk e Nabu. Mas, enquanto a narrativa bíblica pára por aí, o texto babilônico nos oferece importantes detalhes: as cidades cananéias foram atacadas não somente para eliminar Nabu, que nelas procuraram abrigo. Todavia, essa segunda meta não foi atingida, porque Nabu conseguiu fugir para uma ilha no Mediterrâneo, cujos habitantes o aceitaram prontamente, apesar de ele não ser um deus:

Por um texto conhecido como CT-xvi-44/46, sabemos que foi Gibil, o irmão cujos domínios africanos faziam fronteira com os de Nergal, quem avisou Marduk sobre a destruição que Nergal estava tramando. Era noite, e os grandes deuses tinham se retirado para repousar. Gibil foi procurar Marduk e contou sobre as "sete armas" que tinham sido criadas por Anu... "A maldade dessas sete está voltada contra ti”.

Embora o Épico de Erra refira-se constantemente a Ninurta como Ishum ("O Calcinador"), ele explica com grandes detalhes que esse deus deixou bem claro ao seu aliado que as armas só poderiam ser usadas contra alvos especificamente aprovados. Também, antes de elas serem disparadas, os Anunnaki que estavam nos lugares condenados tinham de ser evacuados, e os Igigi que tripulavam a plataforma espacial e os ônibus espaciais precisavam ser avisados. E, por último, mas não menos importante, a humanidade deveria ser poupada, pois, "Anu, o senhor dos deuses, teve piedade da Terra".
De início Nergal foi contra a idéia de dar qualquer tipo de aviso, e o texto demora-se relatando a troca de palavras ásperas entre os dois deuses. No final, contudo, Nergal concordou em alertar os Anunnaki e os Igigi, mas não Marduk, Nabu e seus seguidores humanos.

O primeiro alvo era o Espaçoporto, cujo complexo de comando ficava escondido no "Mais Supremo dos Montes", enquanto os campos de pouso espalhavam-se pela planície adjacente:

Ishum dirigiu seu curso para o Mais Supremo dos Montes; as terríveis sete [armas], sem paralelo, flutuavam atrás dele.
Ao Mais Supremo dos Montes o herói chegou:
Ele ergueu a mão...
O monte foi esmagado;
A planície do Mais Supremo dos Montes ele não obliterou.

O Espaçoporto foi arrasado com um único golpe nuclear. E esse feito, como atestam todos os registros, foi obra de Ninurta.
Chegou a vez de Erra/Nergal dar vazão a seu voto de vingança. Seguindo para as cidades cananéias orientando-se pela Estrada do Rei, ele destruiu as cidades da planície do Jordão. As palavras usadas no Épico de Erra são quase idênticas às empregadas na história de Sodoma e Gomorra...


Fonte: http://pt.scribd.com/doc/9659562/Zecharia-Sitchin-As-Guerras-de-Deuses-e-Homens (leiam o livro todo, mas principalmente os capítulos 13 e 14).

Obs.: O livro do Stchin contém muitas citações de outros pesquisadores e cientistas, confiram depois. Se quiserem ir direto ao assunto, leiam os capítulo neste site: http://destruidordedogmas.com.br/2009/12/a-sumeria-e-devastada-por-armas-nucleares/

2) Mohenjo-Daro, do Vale do Indo, foi destruída por uma arma nuclear por volta de 2.000 a.C.
No século XIX, especialistas ridicularizaram o alemão Heinrich Schliemann por seu método considerado amadoristico e ingênuo de buscar as minas micenicas da tal decantada cidade de Tróia a partir de relatos mitológicos da iliada de Homero, primeiro grande poeta grego, que viveu ha cerca de 3.500 anos. Mas foi justamente esse amador quem a encontrou. Imbuidos dessa mesma atitude rancorosa e academicista, arqueólogos concluíram apressada e superficialmente que a maior civilização da India arcaica, Mohenjo-Daro, nome que significa O Monte dos Mortos, por ser considerada mal-assombrada, teria sido destruída por urna inundação. Mas isso não explica absolutamente o que se achou ali. De fato, os arqueologos responsáveis por esse sitio simplesmente varreram para debaixo do tapete as evidencias de algo que não se enquadra em urna explicão assim tão comoda e simples. Mohenjo-Daro teria existido no Vale do Indo, atual Paquistão, e talvez a eterna rivalidade entre hindus e paquistaneses tenha feito corn que se subestimasse a importâcia daquela civilização Em 1978, urn estudioso da lingua escrita chamado David Davenport, cidadão britanico na India, juntamente corn o redator Italiano Ettore Vicenti, procederam a urna releitura de classicos como 0 Ramayana. Esse texto é o mais extenso escrito corn mais de mil estrofes e integrando o confuso Mahabharata [Grande india em sanscrito] O grande epico hindu recheado de relatos de guerras e aventuras em épocas míticas, ditado por Krishna-Dwaipayana Vyasa, 0 compilador. Sua versão completa, incluindo 0 Bhagavad Gita, dataria do seculo VIII a.c. Certaspassagens soam hoje bastante sugestivas, pois parecem fazer menção a artefatos bélicos; O valoroso Aswatthaman, resoluto,tocou a água e invocou o braço de Agneya [O fogo}.Apontando para seus inimigos, disparou uma coluna explosiva que se abriram em todas as direções e causou fogo como luz sem fumaça, seguido de uma chuva de faiscas que cercaram o exercito dos Partha completamente. Os quatro pontos cardeais se cobriram de cinzas, e um vento violento e mau começou a soprar. 0 Sol Parecia girar ao contrario, o universo parecia estar febriL Os elefantes, aterrorizados, correram por suas vidas. A água ferveu e os animais aquáticos demonstraram intenso sofrimento ".

"Flecha Inteligente- Algumas centenas de estrofes mais a frente, 0 Mahabharata descreve os efeitos de outra arma, a Narayana:."Os guerreiros retiraram suas armaduras e os lavaram na água". Em épocas antigas, tudo isto poderia soar como meras metáforas, mas na era atomica nos faz pensar na destruição de Hiroshima e Nagasaki. "De fato, por incrivel que possa parecer, há inumeras descrições que nos remetem a alta tecnologia
...

Fonte: http://rodrigoenok.blogspot.com.br/2010/10/um-missil-nuclear-destruiu-mohenjo-daro_09.html (Optei por colar este link de um blog porque possui um trecho do livro original que trata do assunto, o qual não consegui achar um link para visualização. Mas neste blog há fotos do local também).

Algumas coisas em comum nesses dois casos: presença de material radioativo indicando uso da fusão nuclear, além de evidências físicas, químicas, geográficas e até literárias de houve uma destruição inimaginável pra época; correspodência de datas, pois os estudos indicam que os eventos distintos ocorreram entre 2.024 e 2000 a.C.; entre outros.


Fonte: http://forum.antinovaordemmundial.com

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A ilha das bonecas


No Sul da Cidade do México, região rural de Xochilmilco, existe uma ilha com várias árvores cheias de bonecas penduradas que possui uma história um tanto quanto macabra.
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Tudo começou em 1952, quando uma garotinha deixou sua querida boneca cair em um rio da região, infelizmente, quando tentou pega-la, a menininha escorregou e morreu afogada. A cidade é pequena, por isso, todos conheciam a garotinha e sua família.O luto foi enorme.
Um tempo se passou, e muitos moradores que viviam perto do local do acidente começaram a5escutar choros de crianças. Foi então que um desses moradores, Julián Santana Barrera, entendeu nos murmúrios alguma coisa do tipo: “minha boneca”. A garota havia morrido, mas sua alma, infelizmente, ainda habitava o local.
Ao ouvir isso, Julián viu uma boneca flutuando na água próxima a ele, e então ele decidiu pendurá-la em uma árvore, foi então que a voz lamentosa parou de soar durante a noite e os moradores conseguiram uma noite de sono tranquila.
Barrera, então, transformou o lugar em um pequeno santuário, a fim de dar paz à pobre menina, e ainda pendurou outras bonecas que encontrava, algumas não possuíam algumas partes do corpo, o que tornou o local ainda mais assustador.
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Quando depois de um tempo, as vozes da menina voltaram a ecoar pelo vilarejo, como toda criança, ela havia enjoado das bonecas que estavam penduradas e queria mais. 
Todos os moradores decidiram, então, colocar uma nova boneca no local de tempos em tempos. 
Cinquenta anos após a tragédia, Julián falece, ou melhor, morre afogado, igualmente à menininha.
Dizem que, após sua morte, não se ouviram mais vozes ou choros, mas mesmo assim a tradição continuou e, depois de tudo isso, o lugar ficou conhecido como Ilha das Bonecas, e, até hoje, recebe cerca de 40 turistas por dia.


Fonte: Minilua.