terça-feira, 20 de novembro de 2012

GOVERNO DA BULGÁRIA CONFIRMA CONTACTO COM EXTRATERRESTES



Cientistas do governo búlgaro afirmam que Alienígenas do espaço exterior estão entre nós na Terra. A revelação foi feita por  Lachezar Filipov, vice-diretor do Instituto de Pesquisas Espaciais da Academia de Ciências da Bulgária.

Ele disse que os pesquisadores do centro estavam analisando 150 “Crop Círcles” em plantações de todo o mundo, que acreditam que sejam respostas a 30 perguntas que foram feitas nesse contacto e que uma das conclusões a tirar é de que os Extraterrestes são críticos em relação à nossa conduta humana e nossa interferência nos processos da Natureza e fazem-nos um alerta sobre algo que se irá passar.

O sr. Filipov afirma ainda que os Extraterrestes estão em redor de nós e nos observam todo o tempo”, concluindo ainda que: “Eles não são hostis e em vez disso querem apenas  nos ajudar, mas não temos crescido o suficiente (ou não estamos ainda preparados) para estabelecer um contacto directo com eles.

Filipov, assinalou ainda que inclusive o Vaticano já declarou sua existência e acredita que a raça humana vai ter certamente contato com os Seres Alienígenas nos próximos anos.

Esta noticia foi publicada no jornal The Telegraph em 26 Novembro de 2009 (ver aqui) e parece ser o primeiro reconhecimento oficial de um Estado Membro da União Europeia em relação à existência dos Ovnis e Ets que já foram reconhecidos oficialmente por outros paises do Mundo como indico nesta minha página:


Rui Palmela

Os 10 Casos Ufológicos Mais Estranhos

Não há quem fique indiferente quando o assunto são os OVNIs. Desde o forte crente até o cético mais arrogante, todo mundo tem uma opinião sobre aqueles pontinhos brilhantes que aparecem (ou não) de vez em quando nos céus do nosso planeta. Alguns acreditam que os OVNIs são viajantes de outros planetas ou dimensões. Para outros, trata-se de aeronaves militares experimentais.


Inúmeras pessoas de todos os cantos do globo já alegaram terem visto naves espaciais – e muitas das histórias coincidem com relatos de outras pessoas de lugares muito distantes. O padrão se segue desde os tempos anteriores à “popularização” dos ETs através do cinema, televisão e literatura.

Lenta, mas seguramente os cientistas estão começando a concordar que é matematicamente impossível que não exista vida inteligente não existe como no nosso planeta na vastidão infinita do universo, e nos trilhões de planetas que ele contém. Wernher Von Braun, o pioneiro do programa espacial americano Apollo, uma vez sintetizou toda a discussão sobre o assunto: “Nós temos duas altarnativas: ou estamos sozinhos no universo ou não estamos sozinhos no universo. E, de qualquer modo, as implicações são enormes”.

Possivelmete, no futuro, olharemos para o passado dando risada da dúvida que há sobre vida extraterreste – da mesma forma como fazemos agora quando lembramos que as pessoas costumavam pensar que a Terra era plana e que não orbita o Sol. Mas talvez esse dia nunca chegue. Enquanto ainda especulamos sobre ETs, OVNIs e suas implicações, eis os 10 casos mais bizarros de encontros de ETs e suas naves espaciais já registrados:


10 – A APARIÇÃO DO GRAMADO DE BOLICHE

Durante a noite de 12 de fevereiro de 2010, Roy Shaw, um cético para assuntos paranormais, estava passeando com seu cachorro em Devon, Inglaterra. Andando pelas tranquilas ruas de seu bairro, ele começou a se aproximar do clube de Boliche na Grama local, quando foi surpreendido por um objeto estranho pairando alto no céu.

Nebuloso e distante, num primeiro momento, começou a descer lentamente e se mover mais perto na direção de Shaw. De formato circular, a nave ficou suspensa acima do clube de boliche e Shaw entrou no terreno para obter uma melhor visão do objeto. Ele assistiu com espanto o ziguezaguear e a aterrissagem do outro lado do gramado.

Ele se surpreendeu ao encontrar a nave espacial de 30 metros de comprimento, com luzes azuis e vermelhas piscando em volta. Neste momento, um vulto branco saiu da espaçonave e flutuou em direção a ele, atravessando o gramado. “Tinha cerca de 1,20m, parecia ser translúcido e se mexeu muito lentamente em nossa direção. Fiquei paralisado porque ele fazia um ruído estranho que soava como “meu, meu” repetido várias vezes”, relatou mais tarde a jornais.

Seu cão, Sydney, normalmente é muito calmo, começou a rosnar e mostrar os dentes para o ser desconhecido. Neste ponto, Shaw saiu correndo para salvar sua vida, com tanta pressa que torceu o tornozelo. Outra pessoa que passeva com o cachorro nas redondezas afirmou ter visto a nave decolar novamente em direção ao céu em um ângulo de 45 graus. Mesmo após o encontro bizarro, Roy Shaw ainda se diz cético quanto a assuntos paranormais. Na foto, o esboço do OVNI que ele viu.


9 – ET COM SOTAQUE

Angustiada, uma mulher telefonou para a Força Aérea de Wattisham, em Suffolk, Inglaterra, no dia 21 de novembro de 1989, para relatar o encontro que teve na noite anterior com um homem estranho perto de casa. Por volta das 22h30, a mulher estava andando com seu cachorro (parece ser um padrão) perto de um campo de esportes quando foi abordada por um homem com um “sotaque que parecia ser escandinavo”. Ele vestia um macacão marrom-claro que parecia ser um traje de vôo.

No relatório sobre o caso publicado recentemente pelo Arquivo Nacional, lê-se: “O homem perguntou se a moça estava ciente de histórias sobre grandes áreas circulares achatadas que surgiram em campos de trigo. Em seguida, explicou que ele era de outro planeta semelhante à Terra, e que os círculos foram causadas por outros como ele, que tinham viajado para o nosso planeta”. O homem prosseguiu dizendo que suas visitas eram amigáveis, mas foi ordenado a não fazer contato no caso de serem vistos como uma ameaça. Ele disse que desobedeceu as ordens porque sentiu que seria importante estabelecer contato entre os povos.

Eles conversaram por dez minutos até que, de repente, o homem misterioso correu na direção de onde veio. A mulher, percebendo a gravidade da sua situação e com medo do que acabara de acontecer, também correu, só que para casa, em estado em pânico. Enquanto isso, ela ouviu um barulho ensurdecedor, como um zumbido crescente, atrás dela. Ela se virou e então viu um grande objeto esférico, brilhante e de cor branca e laranja em ascensão até, eventualmente, até desaparecer na atmosfera. O Ministério da Defesa dos Estados Unidos, em nota anexada ao arquivo, descreveu o caso como “um dos nossos relatórios mais incomuns sobre ETs”. O operador que recebeu a chamada da mulher em 1989 descreveu-a como verdadeira.


8 – O CASO DE WYOMING

Em 1974, Carl Higdon estava caçando na Floresta Nacional de Medicine Bow, Wyoming, Estados Unidos. Enquanto atirava em um dos alces, algo estranho aconteceu: sua bala parecia se mover em câmera lenta. Quando ele tentou verificar o que acontecia com a bala, um repentina sensação estranha apoderou-se dele. Virando, ele viu um humanoide com mais de seis metros de altura – que ele descreveu como tendo um macacão preto, um cinto largo decorado com uma estrela de seis pontas e um emblema amarelo.
Tinha cabelos lisos que cresciam para cima e não possuía sobrancelhas. Ainda tinha pernas e braços longos que terminam com apêndices no formato de varas no lugar das mãos. O ser lhe perguntou se Higdon estava com fome e lhe deu quatro pílulas, dizendo-lhe que se ele comesse uma delas, não ficaria mais com fome durante quatro dias. O humanoide, em seguida, apontou para Higdon e, num instante, ele se viu envolto por um dispositivo transparente e usando um capacete.
Outros dois humanoides apareceram carregando os cinco alces que Higdon havia caçado antes, que agora estavam duros, em um estado artificialmente congelado. Foi-lhe dito que ele viajaria até o planeta natal deles, a 163 mil anos-luz de distância. Chegaram lá em um instante. No planeta, Higdon relata ter encontrado muitos edifícios que se assemelhava à Torre de Seattle. O sol do planeta era de um calor intenso.

Sua próxima lembrança era de estar de volta ao parque, duas horas e meia após o episódio da bala em câmera lenta. Ele estava em um estado perturbado, incapaz de encontrar seu caminhão. Acabou por fim achando-o a quase cinco quilômetros de distância. De lá, entrou em contato com o delegado do condado, que o encontrou à meia-noite exausto e desesperado, gritando “eles levaram meus alces!”.

Higdon foi levado para o hospital local e examinado. Os níveis de todas as vitaminas estavam milagrosamente altos. As marcas de tuberculose que ele tinha nos pulmões haviam desaparecido. A esposa de Higdons e outras duas pessoas da região viram luzes verdes e vermelhas brilhando no céu na noite do rapto.


7 – O CASO NO OESTE DA FRANÇA

George Gattay era um homem muito respeitado na cidade de Nouâtre, no oeste da França. Um veterano da Segunda Guerra Mundial, lutou na Resistência Francesa, em Luxemburgo, contra os nazistas. No dia 30 de setembro de 1954, ele era o responsável por uma equipe de oito homens que trabalhavam em um canteiro de obras. Enquanto trabalhava, sentiu uma “moleza peculiar”. Ele se sentiu obrigado a andar, embora não soubesse para onde muito menos por que andava, como se alguma força desconhecida o guiasse.

Quando parou, ele pôde ver um ser desconhecido a pouco menos de dez metros de distância em uma colina. Ele o descreveu como tendo um capacete de vidro opaco, macacão cinza e botas curtas. Gattay também notou arma em forma de vara na mão e um dispositivo eletrônico no formato de quadrados no peito. A criatura estava parada em frente a um objeto em forma de cúpula que pairava a menos de um metro acima do solo. No total desconhecimento do que ele estava observando, Gattay permaneceu em silêncio, paralisado.

Enquanto ele permanecia em choque, algo ainda mais estranho aconteceu. Ele contou: “De repente, o estranho homem simplesmente desapareceu. Eu não poderia explicar como ele fez isso, já que ele não foi embora andando, mas desapareceu como uma imagem que é apagada. Então, eu ouvi um som de assobio forte que se sobrepôs ao ruído das nossas escavadeiras. Logo, o objeto que estava flutuando no ar levantou voo no sentido vertical e, em seguida, ele também desapareceu em uma espécie de névoa azul, como que por um milagre”.

Gattay depois correu de volta ao canteiro de obras para relatar o que viu. Dois de seus trabalhadores afirmaram ter visto um disco voador e “um homem vestido como um mergulhador em frente à nave”. Todos os sete colegas de trabalho de Gattay reclamaram de um sentimento inexplicável de sonolência durante o evento e o próprio George Gattay sofreu dores de cabeça, perda de apetite e insônia durante a semana seguinte inteira.


6 – A MULHER DE WINCHESTER

Adrian Hicks, o conselheiro local de Winchester, em Hampshire, Reino Unido, foi ao centro da cidade numa tarde movimentada de sábado durante os primeiros meses de 2004. Depois de almoçar e comprar alguns livros de uma livraria, ele percebeu algo estranho em uma mulher andando pela rua principal da vila rural. Suas roupas eram um tanto incomuns e tudo sobre ela fazia sentido para Hicks. O jeito como ela me movia e seu comportamento geral passava uma estranha impressão e a destacava na multidão.

Ele a seguiu com os olhos por alguns instantes e chegou à conclusão incrível que ele não estava olhando para um ser humano – mas um extraterrestre. “Foi incrível, eu não costumo ficar sem palavras, mas naquele momento eu fiquei”, relata. Ele a observou por cerca de nove minutos, caminhando à sua frente duas vezes e notou uma espécie de saia franzida de bailarina ao redor da cintura e uma mecha de cabelo loiro brilhante. “Ela era uma humanoide marchando como um pinguim. Ela tinha olhos ovais muito grandes e ficava girando as mãos em um movimento circular. Parecia amigável e totalmente à vontade com as pessoas ao redor. Ela não estava com medo, estava sorrindo e parecia se divertir entre nós”.

Hicks parou a cerca de dois metros dela e tentou questioná-la sobre sua respiração estranha. Porém, sem sucesso. “Ela caminhou lentamente até outra rua. Lembro que ela estava muito interessada no relógio que existe no prédio de um banco lá”.

Ele afirmou que várias pessoas também perceberam a presença da mulher peculiar, mas sem prestar qualquer atenção extra. Hicks viu algumas pessoas tirando fotos dela, apesar de nenhuma imagem jamais ter aparecido da moça. Hicks acredita que o encontro tem ligação com uma presença muito maior de extraterrestres em Winchester, devido às operações secretas dos EUA e da Grã-Bretanha em uma base militar próxima.

Técnico ortopédico com mais de 35 anos de experiência, Hicks manteve o seu segredo guardado por cinco anos a fim de garantir seu lugar no governo local. Só revelou sua história depois de garantir a eleição como democrata liberal no Conselheiro. Ele gastou £400 (R$ 1.080,00) de seu próprio dinheiro para que um artista local fizesse um esboço da ET, que pode ser visto acima. Ele agora faz lobby para que o governo admita a público suas relações com OVNIs.


5 – O CASO DE SILBURY HILL

Em julho de 2009, um sargento de folga do serviço estava dirigindo em uma auto-estrada durante as primeiras horas da manhã. Por volta das 5h, enquanto passava por Silbury Hill (no Centro-Sul da Inglaterra), uma área muito conhecida por seu histórico de observações de OVNIs e atributos místicos, ele percebeu três homens excepcionalmente altos de pé em um campo de colheita, analisando um círculo feito havia pouco tempo. Ele percebeu que os homens possuíam cabelo loiro brilhante e estavam vestidos com macacões brancos, o que os deixavam parecidos com detetives forenses.

Intrigado com tal espetáculo bizarro, o sargento estacionou seu carro e se aproximou dos homens. De uma distância de aproximadamente 360 metros, ele gritou para eles, mas suas tentativas foram infrutíferas. Ao entrar no campo, no entanto, os três homens tomaram conhecimento de sua presença e, simultaneamente, se viraram e começaram a se afastar a uma velocidade milagrosa. O sargento os seguiu por alguns segundos, mas percebeu que ele não era páreo para o ritmo dele e os assistiu, com assombro, enquanto corriam com passadas sobre-humanas. Poucos segundos depois, os homens já haviam desaparecido completamente.

Caminhando de volta para seu carro, ele sentiu algo semelhante a uma eletricidade estática ecoando por todo o campo. As plantações começaram a fazer movimentos ondulados e a balancar ao redor dele, e o sargento desenvolveu uma dor de cabeça enorme. “Eu então fiquei com muito medo. O barulho ainda era intenso, mas eu consegui chegar até o carro e ir embora dali. Durante o resto do dia, sofri de uma dor de cabeça que não passava”, disse Andrew Russell, investigador de OVNI através do qual ele escolheu para se comunicar a fim de manter o anonimato.

Naquele mesmo dia à noite, moradores da área relataram ter visto um helicóptero sem identificação de companhia ou empresa pairando durante três horas sobre o campo onde aconteceu o encontro. A região continua a atrair ufólogos e casos de misteriosos círculos em plantações são relatados com uma frequência crescente. O sargento continua anônimo.


4 – O ENCONTRO NO ZIMBÁBUE

No dia 14 de setembro de 1985, houve relatos de OVNIs nos céus do Zimbábue, país localizado no sul da África. Dois dias mais tarde, na Escola Fundamental Ariel, em Ruwa, a 20km da capital, Harare, 62 crianças entre 5 e 12 anos relataram terem visto uma bola brilhante no céu durante o recreio da manhã.

Eles a observaram pairar no ar, aparecendo e desaparecendo por um tempo curto antes do objeto descer até o chão – em uma área cheia de arbustos, a apenas 30 metros das dependências da escola. Um “homenzinho”, de cerca de 90cm de alturasaiu da nave e começou a caminhar em direção às crianças. Ele tinha cabelos compridos e negros, olhos grandes e um pescoço magro. No momento da queda da aeronave, os professores e funcionários da escolas se encontravam dentro do prédio, em reunião, o que deixou as crianças sem supervisão.

Enquanto se movia em direção aos alunos, ele de repente desapareceu e reaparecendo em cima da nave, de onde silenciosamente encarou as crianças por alguns momentos, antes de voltar para dentro do objeto e decolar a uma velocidade incrível. Muitos alunos ficaram apavorados devido às histórias do folclore africano, que falam de demônios e vampiros que sequestram crianças para devorá-las. O único adulto presente era um pai, dono de uma loja perto do portão da escola, para onde as crianças correram a fim de lhe contar sobre o episódio extraordinário.

O diretor da escola, Colin Mackie, contatou Cynthia Hind, na época a investigadora de ETs mais famosa da África. Ela entrevistou os alunos e pediu-lhes para recriar desenhos do que viram. Cerca de 35 esboços foram produzidos, todos muito semelhantes entre si. Após as entrevistas, Hind ficou convencida da autenticidade das histórias. Uma criança lhe disse: “Juro por todos os cabelos da minha cabeça e por toda a Bíblia que o que eu estou dizendo é a verdade.” O consenso foi alcançado entre os pais, funcionários da escola e Hind de que os alunos estavam de fato falando a verdade; tal mentira seria demasiadamente complexa para crianças de tão pouca idade.

Em um episódio ainda mais bizarro, a criança mais velha relatou a Hind que o pequeno homem advertiu as crianças de que a beleza e os recursos naturais do planeta estavam sendo devastados e poluídos num caminho sem volto. “Esses pensamentos vieram do homem, dos olhos do homem”, disse a criança de 12 anos, assustada. O desenho de um dos alunos pode ser visto acima.


3 – O CASO DE LIVINGSTONE

O engenheiro florestal Robert Taylor empregado pela Corporação de Desenvolvimento Livingston saiu de casa às 10h30 do dia 5 de novembro de 1979, para monitorar algumas mudas que ele havia plantado em um morro fora da cidade. Acompanhado de seu cão, ele estacionou sua caminhonete no início de uma trilha na mata e precedeu o resto do caminho a pé. Chegando a uma clareira na floresta, Taylor foi saudado por um espetáculo incrível.

Suspenso no ar, havia um objeto esférico silencioso e imóvel, que media cerca de seis metros de largura por três de altura. Era todo preto, com um anel e uma fileira de pequenas janelas circulares ao redor. Partes do objeto eram transparentes ou quase, o que deu a Taylor a impressão de que o objeto estava a tentando se tornar invisível por inteiro. Enquanto ele começou a andar em direção ao objeto, duas esferas menores foram ejetadas da nave principal e rolaram para cima dele. Cada uma grudou em uma das pernas da calça de Taylor e ambas emitiram um cheiro sufocante, que o fez perder a consciência.

Quando acordou, estava de bruços na grama, sem ETs por perto e com seu cachorro latindo e correndo loucamente. Ao tentar chamar o cão, percebeu que tinha perdido a voz, e, ao tentar mexer os pés, concluiu, horrorizado, que não conseguia ficar de pé nem menos andar. Arrastando-se no chão, conseguiu chegar até o seu caminhão, onde recuperou as funções das pernas e da voz.
Ao chegar em casa, sua esposa pensou que ele tivesse sido assaltado devido ao seu estado físico e emocional: rosto esfolado, calça rasgada e roupas sujas de lama. Ela chamou a polícia e um inquérito revelou alguns fatos interessantes.

A área em que Taylor encontrou os ETs estava cheia de marcas peculiares, que não se encaixavam com nenhum equipamento florestal ou veículos oficiais que pudessem ter passado pelo local. Os rasgos em sua calça foram examinados por uma equipe forense e chegou-se à conclusão de que foram feitos por uma “força desconhecida”. O que quer que tenha rasgado as calças de Taylor tinha a intenção de erguê-lo para o alto através dos furos.

Taylor nunca ganhou dinheiro ou lucrou contando sua história, que se manteve a mesma desde quando veio à tona nos anos 70 até a morte de Taylor, aos 89 anos, em 2007. O caso permanece sem solução até hoje, e é o único caso de OVNI no Reino Unido que resultou em uma investigação criminal. Acima, uma impressão artística do que Taylor encontrou.


2 – MARCONI SYSTEMS

Marconi Systems foi uma empresa de engenharia da defesa e aeronáutica, contratada pelo governo britânico para projetar e fabricar sistemas de armas e embarcações militares visionários e revolucionários.

Durante a década de 1980, relatos de uma quantidade incomum de “suicídios” entre os trabalhadores da Marconi que trabalharam em projetos secretos atraíram a atenção da mídia no Reino Unido. 25 especialistas em engenharia, cientistas e especialistas em comunicação digital sucumbiram ao “suicídio” ou a “acidentes” durante um período de seis anos, entre 1982 e 1988. A grande maioria morreu pouco antes de seus contratos com a Marconi expirarem ou quando estavam na iminência de se transferir para outra empresa de sistemas de defesa.

Entre os “suicidas”, estava Shani Warren, 26 anos, antigo assistente pessoal em uma subdivisão de bioquímicos de Marconi, que foi encontrado no fundo de um lago, com as pernas dobradas, a boca amordaçada, uma corda em torno do pescoço e as mãos amarradas atrás das costas.
Richard Pugh, de 37 anos, especialista em comunicação digital, foi encontrado com os pés amarrados, um saco plástico na cabeça e uma corda enrolada no pescoço e no corpo quatro vezes.
Alistair Beckham, 55 anos, engenheiro de software havia anos, que supostamente se suicidou, entrando no seu jardim, conectando seu corpo em uma série de fios elétricos e eletrocutando-se até a morte.

Vimal Dajhibai, um engenheiro de software de 24 anos de idade, morreu quando estava em sua última semana de trabalho para Marconi. Sua morte foi considerada suicídio pulando de uma ponte em Bristol, Inglaterra. Amigos discordaram ao lembrar da felicidade de Dajhibai em achar um novo emprego e não viam nenhuma razão para ele acabar com a vida.

Muitos pesquisadores descobriram rumores de que as mortes estavam relacionadas à tecnologia de radar revolucionária infravermelha que estava sendo desenvolvida pela empresa. Olhando para estas mortes, é claro que a segurança era algo que Marconi levou muito a sério, e que eles estavam dispostos a ir às medidas impensáveis ​​para manter as suas capacidades e invenções em segredo. Um importante e estratégico complexo Marconi estava situado na pequena cidade inglesa de Frimley, composto por uma zona de teste, uma fábrica e a sede da empresa.

Dado o que já sabemos sobre eles, podemos imaginar o que aconteceria se um intruso penetrasse nas instalações da companhia. E isso foi exatamente o que aconteceu em 1976, embora aquele não tenha sido um intruso qualquer. Um guarda de segurança estava fazendo sua patrulha durante a noite e passou pela Casa Velha, uma estrutura que abrigava o escritório do diretor da empresa e um mundo de informações secretas sobre as capacidades radioativa, nuclear, energética, militar etc etc do Reino Unido.

Enquanto caminhava por um destes corredores, ele percebeu uma luz azul emitida por debaixo de uma das portas. O guarda ficou alerta e sacou a arma – a única pessoa autorizada a estar ali era ele mesmo. Ele entrou na sala e se deparou com uma cena chocante: no canto, debruçado sobre um arquivo aberto e vasculhando montanhas de documentos secretos, estava nada mais nada menos do que um extraterrestre.
Descrito como humanoide e usando algum tipo de farol que emitia o brilho azul, o ET rapidamente desapareceu em meio a uma névoa azul diante de seus olhos. Apavorado, o guarda correu para fora do prédio até o posto de segurança, onde informou os seus colegas do seu encontro e o complexo foi fechado. Na manhã seguinte, o guarda foi levado por dois psiquiatras militares. Ele nunca mais foi visto por qualquer pessoa no complexo.


1 – O ET DE VARGINHA

Nos últimos anos, o caso de Varginha tem recebido tanta atenção e polêmica entre os entusiastas do ramo como o caso Roswell teve entre o público em geral. Muitas tentativas têm sido feitas para investigar exaustivamente o caso e fazer resultados conclusivos. “UFOs no Brasil”, o livro lançado em 2002 pelo ufólogo estadunidense Roger Leir, é o que mais se aproxima de um veredito final, com suas entrevistas com militares, cirurgiões do hospital e uma grande variedade de testemunhas civis.

O Comando de Defesa Aeroespacial Norte Americano seguiu um objeto não-identificado pairando sobre o hemisfério ocidental no dia 13 de janeiro de 1996. Ele entrou no espaço aéreo brasileiro e o Cindacta (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) foi contactado, que por sua vez alertou o comando do Exército brasileiro em Três Corações, Minas Gerais, dando instruções para que todos os militares brasileiros ficassem em alerta máximo.

Os boatos de visualização em massa de OVNIs começaram a varrer toda a região sul do Brasil nos dias que se seguiram. No dia 20 daquele mês, testemunhas de uma cidade rural de Minais informaram ter visto uma “nave em forma de submarino” cruzando os céus a uma altura de seis metros do chão e que parecia estar danificado ou com defeito. Movendo-se a um ritmo lento e emitindo um tipo fumaça, ele ia em direção a Varginha.

Ao amanhecer do dia 21, estranhas criaturas eram vistas vagando ao redor da cidade em um estado de incapacidade e terrivelmente confusas. Os moradores explodiram em frenesi e notificaram os encontros bizarros à polícia e aos bombeiros, dizendo que a cidade tinha sido invadida por monstros de contos folclóricos indígenas e até mesmo pelo próprio diabo. O exército foi contactado rapidamente e de acordo com várias testemunhas, duas das criaturas foram capturados sem resistência – uma foi posteriormente morta a tiros e outra, transferida para o Hospital Humanitas para receber tratamento para os ferimentos que sofreu durante o acidente.

O médico ortopedista Leir disse que foi instruído por policiais armados para começar uma paramentação cirúrgica e preparar-se para executar operar a fratura em uma “perna”. Leir entrevistou os outros cirurgiões e auxiliares que participaram da cirurgia, todos afirmaram que a sala de operações foi selada com exceção de uma entrada, que foi ocupada por policiais armados, sem conhecimento sobre o que estava exatamente acontecendo. O fluxo de oficiais militares e funcionários do hospital para o quarto era rigorosamente controlada, com apenas uma pequena equipe essencial de pessoal autorizada a entrar. A cirurgia corretiva foi realizada em uma fratura do fêmur da coxa, com membros do Exército Brasileiro e da inteligência militar presentes na cirurgia.

A criatura bípede foi descrita como tendo em torno de 1,50m, enormes olhos vermelhos, pescoço fino e pele morena escura – que parecia molhada, mas estava seca ao toque. Ele também possuía três protuberâncias ósseas em três seções em toda a sua cabeça e, a partir de sua anatomia, era impossível determinar seu sexo. Todas as tentativas de se comunicar verbalmente com a criatura foram infrutíferas.

A ferida cicatrizou completamente dentro de 24 horas. Após a operação, o cirurgião percebeu os olhos do ET fixados em cima dele. Ele então começou a sentir pressão na cabeça e receber pedaços de informação vindas do extraterrestre. O médico nunca revelou a extensão do que o ser lhe disse, mas, entre outras coisas, o ET comentou sentir pena dos seres humanos, porque não temos conhecimento das coisas incríveis que podemos realizar, coisas que  a raça dele já tem.

Embora algumas pessoas achem que a história não passa de um disparate sem fundamento, há ainda mais evidências do contrário. Ubirajara Rodrigues, advogado e ufólogo especialista no caso de Varginha, obteve uma cópia da certidão de óbito de Marco Cherez, um funcionário que morreu três semanas depois de ter supostamente tocado na criatura com suas próprias mãos. O atestado de óbito indica a causa da morte como sendo de uma “substância tóxica” e uma doença “do tipo Ebola”. O relatório completo de sua autópsia, porém, nunca foi revelado.

Texto de Bruno Calzavara


Cristiano Ramos vive caso "UFO" em Monsenhor Tabosa no Ceará

Por Cristiano Ramos
Diretor de Marketing do CUB

Fui surpreendido estes dias por um fato inusitado que ocorreu com pessoas que estão muito proximas a mim. Ao que me parece o avistamento de uma sonda ufologica e um Ovni na mesma semana por pessoas de grande credibilidade e em um raio pequeno de distancia, bem como em espaço de tempo pequeno.

Segue a noticia:

Por: Dorismar Veras
Fonte: Pagina Aberta



Pessoas garantem ter visto luz sobrenatural em Monsenhor Tabosa     
 
Segundo Neide, a luz permaneceu na posição por cerca de 3 minutos depois foi se afastando e ganhando a forma de um arco-íris e em seguida desapareceu completamente.

Não é de hoje que se tem notícia sobre relatos de pessoas que dizem terem visto luzes estranhas, sobrenaturais em Monsenhor Tabosa. Somente na semana anterior pelo ou menos 2 (dois) casos ocorreram em Monsenhor Tabosa, envolvendo locais e pessoas diferentes. A reportagem do Pagina Aberta localizou e conversou com as testemunhas desses acontecimentos aparentemente sobrenaturais.

 

O primeiro caso foi relatado por João Wanderley Costa, de 29 anos. Wanderley nos contou que na noite do dia 24 de julho, por volta de 23 horas, viajava da localidade de Barreiros, Zona Rural, onde havia participado de um culto evangélico.

Ele conta que voltava para casa na sede do município, era por volta de 23 horas, ao passar pela localidade de Saco do Juazeiro, avistou uma luz grande e muito forte, de cor azul neon posicionada sobre as arvores de um dos lados da estrada. Wanderley conta que não estava sozinho vinha com um amigo que seguia logo à frente em outra moto.

“A luz se mostrava afastada da estrada numa área de serra, inclusive pude perceber que clareava sobre a mata, era uma luz realmente grande” disse. “Quando percebi o clarão, olhei duas vezes para ter certeza, em seguida acelerei a moto para acompanhar meu amigo e mostrar também para ele, quando ele parou a moto, eu expliquei rapidamente o que tinha visto e quando olhamos para o lado a luz não estava mais, tinha desaparecido.

“As vezes viajo a noite e nunca havia visto nada parecido, tenho certeza que aquilo não era humano, mais não senti medo, apenas uma sensação estranha”, contou Wanderley a nossa reportagem.

Já na noite de 27 de julho (quarta), foi à vez da senhora Neide Sousa de 45 anos, ela dirigia-se do bairro Trizidela onde reside para o hospital do município, para visitar uma amiga. Dona Neide conta que quando passava exatamente sobre a ponte que separa o bairro Trizidela do centro da cidade, viu uma luz vermelha muito intensa com o formato de uma bola, a luz era forte e clareava sobre os capins, contou.

Dona Neide disse que no momento estava sozinha e continuou caminhando devagar e olhando aquela luz estranha. Segundo ela, a luz permaneceu na posição por cerca de 3 minutos e em seguida foi se afastando e ganhando a forma de um arco-íris e em seguida desapareceu completamente. Neide conta ainda que a distância onde ela estava (sobre a ponte) até a luz, era uns 30 a 40 metros. “A luz tinha o aspecto de um laser, a intensidade fazia clarear até onde eu estava”, disse. Assim como Wanderley ela nos contou que não sentiu nenhum medo, sou uma pessoa que confio muito em Deus, disse ela.

Dona Neide também é evangélica, é esposa do pastor Valdeci Rodrigues, da igreja Assembléia de Deus – Templo Central em Monsenhor Tabosa. Indagado sobre a explicação bíblica para essas “aparições” misteriosas. O pastor disse que há mais de 2 anos está na cidade e é a primeira vez que houve relatos sobre este tipo de assunto no município, coincidentemente dois casos na mesma semana. Pastor Valdeci concorda que trata-se de algo sobrenatural, são coisas que o homem não encontra explicação. Porém biblicamente isso são sinais da volta de cristo afirma categoricamente.

Também ouvimos histórias relatadas por “caçadores”, que por algumas vezes teriam visto de cima da serra no entorno da cidade, em alta noite, objetos luminosos pairados sobre a cidade.


Última Atualização ( 11 de agosto de 2011 )
 

O ano em que BH fez contato com objetos luminosos vistos no céu

   

09 de janeiro de 2012

Por Arnaldo Viana - Estado de Minas
Publicação: 18/08/2011



Capital viveu noite agitada em 26 de julho de 1972, quando objetos luminosos foram vistos no céu. Vergonha
e medo da ditadura teriam calado todo mundo e não se falou mais no assunto
  

     BH à noite.
“Os ‘marcianos’ estiveram em muitos lugares, até se esconderem atrás da Serra do Curral.
As bolas pareciam uma esquadrilha bem organizada, mantendo sempre a mesma formação.
Eram guiadas pela bola maior e mais luminosa.” BH amanheceu a quinta-feira de 27 de julho de 1972
com essa notícia estampada no Diário da Tarde. As “aparições”, testemunhadas na noite anterior,
haviam tomado conta também dos telejornais da TV Itacolomi.

O espetáculo de bolas e luzes deixou o comando de controle de voos do aeroporto da Pampulha em alerta.

Pilotos, de cabelo em pé, relatavam à torre trânsito intenso sobre a cidade e pediam explicações.
Um experiente aviador garantiu: “Não é avião nem meteoro”. A Aeronáutica recolheu testemunhos e
recortes dos jornais. Prometeu investigar, mas até hoje nenhum ufólogo registra qualquer conclusão
sobre o fenômeno.

“Estranhas bolas de fogo cruzam o céu da cidade”, insistiu a edição de 28 de julho.

Seria o nosso Independence Day, para rechear ainda mais a imaginação do cineasta Steven Spielberg”?
Naquele 1972 ele comemorava o primeiro sucesso com Encurralado (Duel), filmado em 1971 para a TV
e levado aos cinemas em seguida por causa dos prêmios e elogios em festivais.

Mas nunca mais se falou no assunto. As pessoas ouvidas pelos jornalistas esconderam o sobrenome.

Talvez porque o fenômeno ocorreu no início da década de 1970. A ditadura militar, sob o bastão do
general Emílio Garrastazu Médici, presidente da República, era demasiadamente severa.
Médici censurou tudo: teatro, cinema, jornal, revista, TV… As pessoas falavam baixinho, baixinho
. Sussurrava-se até para discutir Buñuel, Fellini e Godard no Maletta, principalmente nos dias em
que o comunista e lendário seu Olímpio, garçom da Cantina do Lucas, não servia o filé à cubana.
A ausência do prato era para denunciar a presença de perdigueiros da ditadura na casa, de olho
em uma ínfima pista para levar um cidadão aos porões do Dops (Delegacia de Ordem Política e Social).

E alguém ia sair por aí gritando “eu vi, eu vi, eu vi as bolas de fogo”? Não. Poderia ser algemado

e levado à tortura para revelar qual célula guerrilheira ensaiava um bombardeio à cidade.
Não acredita nisso, não é? Pois era assim. Agentes da repressão agiam movidos pela ideia
fixa de que todos eram inimigos do regime. Por isso, a censura, a tortura, enfim, a repressão
política e social. Talvez, por isso, nosso quase Independence Day caiu na clandestinidade.

Mas pode ter sido também pelo medo de as testemunhas não serem interpretadas como testemunhas

por quem sempre rejeitou a existência dos objetos voadores não identificados (Ovnis).
“Disco voador, ah, ah, ah o sujeito é louco!” Isso mata de vergonha um abduzido ou quase abduzido.
Mas havia muita coisa em 1972 indigna de credibilidade naquele ano em que nasceu Rubens Barrichello.
Alguém apertou a bochechinha rosada dele no berço e sacramentou: “Vai ser um grande piloto de corridas!
” E é? Médici assinou decreto criando medidas para levar cultura e educação ao trabalhador. Cadê?
Por que não crer em disco voador?

Dava para acreditar até no Galo. Em julho de 1972 o time disputou o Torneio de León, no México.

Empatou por 1 a 1 com o Colônia, da Alemanha, gol de Dario, e se classificou para a decisão
com a Seleção Mexicana. Ganhou por 4 a 2. Dadá marcou dois. E um doce para quem adivinhar
se o técnico era Telê Santana.

E agora, 39 anos depois, alguém levanta o braço e grita: “Meninos, eu vi!” É o Joaquim Américo

do Brasil, um cidadão de BH radicado em Uberlândia. Assim mesmo porque contou a história para
os amigos e filhos e, certamente, ouviu aquela frase cortante: “Disco voador, ah, ah, ah!
” Ele pede recorte de jornais da época para provar que quase foi abduzido na quadra de
esportes do Colégio Arnaldinum São José, hoje Colégio Arnaldo, na Rua Vitório Marçola,
Bairro Anchieta, Região Centro-Sul da capital.



SUSTO GRANDE Passava das 19h da quarta-feira, 26 de julho de 1972,

em BH. Naquele tempo o inverno era inverno. Um leve bruma ocorria,
ocasionalmente, na Região Centro-Sul. Joaquim Américo e amigos estavam
na quadra de esportes do então Colégio Arnaldinum São José, no Bairro Anchieta.
“De repente, apareceu em cima de nós um objeto muito grande, redondo. Fazia um
barulho de papel celofane e jogava um feixe de luz forte. Pensei que se seria sugado.
Olhei para trás e vi que plantas, postes e outros não tinham sombras. Por alguns
segundos fiquei sob o feixe de luz e, repentinamente, o objeto se deslocou deixando
bolinhas de fogo no ar. A luz apagou em BH e poucos instantes depois a TV Itacolomi
anunciava que havia objetos estranhos no céu da cidade. Estariam sendo vistos também
em São Paulo e outros lugares.”

Ao mesmo tempo, uma mensagem cruzava o espaço: “Atenção, torre. Atenção, torre.

Aqui fala o comandante Veloso, do PP-VJC, da Varig. Há objetos estranhos voando a
horizonte no setor Este de BH. São muitos e luminosos. Parece festa de São João.
Acho que é invasão de Marte.” O alerta, como noticiou o EM em 28 de julho de 1972,
partiu de um avião que havia decolado no Espírito Santo rumo a BH e estava a 60km
da aterrissagem, foi captado pelo sargento Morais, de plantão na torre de comando do
aeroporto da Pampulha na noite do dia 26.

O militar pegou um binóculo e começou a vasculhar a área indicada e logo chegou outra mensagem:

“Atenção, torre, objetos não identificados voando em formação sobre BH. Parecem fogos de artifício”.
Era do comandante do Boeing SC 1107, da antiga companhia área Cruzeiro do Sul, que voava a 10,4 mil
metros de altitude. O sargento Morais voltou ao binóculo e, como relatou ao EM, ainda conseguiu ver
a esteira de luz da esquadrilha desaparecendo por trás da Serra do Curral.

Os objetos voavam a mais de 5 mil metros de altitude, a mesma do avião do comandante Veloso.

E não foram os pilotos e o sargento Morais os únicos a vê-los. Chegou ao jornal informação de
que a Polícia Rodoviária levaria à Aeronáutica, na Pampulha, boletins com registros de aparições
em Congonhas, Betim e outras cidades. Os repórteres colheram ainda depoimento de Tarcísio Vieira,
que era funcionário da Cruzeiro do Sul. Ele estava no quintal de casa quando viu a esquadrilha
extraterrestre: “Vi que não podia ser meteoro, porque a velocidade era menor, nem avião. Voavam
em formação. Não havia som e quando passaram diante da Lua as luzes se multiplicaram”.

Tudo foi reunido num relatório e enviado ao Rio de Janeiro, ao Centro de Investigações de Objetos

Aéreos não Identificados, do Ministério da Aeronáutica para investigação. Esta semana, a assessoria
de imprensa da Aeronáutica informou desconhecer apuração de ocorrências desse tipo no céu do país.
Ou, simplesmente, desconversou. A base aérea, em Lagoa Santa, e a torre de controle do aeroporto
da Pampulha não conseguem localizar o sargento Morais, pois os jornais não revelaram o primeiro nome.

Multiplicidade dos "seres alienígenas"

Por Luiz Moura, Astroarqueólogo e ufólogo desde 1966



Luiz Moura



"Uma? Acho que muitas. Na verdade,"aí em cima" deve haver literalmente de tudo..."

Esta frase do Gevaerd em resposta a um e-mail "UM INSULTO À INTELIGÊNCIA", me fez pensar em escrever este artigo.

Ao longo das décadas, e por que não dizer milênios, nossas civilizações têm convivido com seres estranhos à nossa raça. Os milhares de estelas, os mitos, as lendas e hoje em dia os relatos, nos dão conta da multiplicidade dos alienígenas que nos visitam ao longo de todo esse tempo.

Essa mesma multiplicidade associada aos relatos, depoimentos e mensagens de médiuns e sensitivos que são contatados telepaticamente, nos fazem pensar em seres que possam ser cientistas, médicos, colonizadores, mentores, caçadores, pesquisadores, guerreiros, conquistadores e até religiosos.

Podemos observar ao longo dos depoimentos de contatados, as mais variadas mensagens, bem como os mais variados comportamentos, assim como uma grande variedade de sua tipologia. O que nos parece ser comum a todos é a tecnologia usada para poder visitar a Terra, embora a variedade de suas naves, nos cause estranheza; algumas parecendo simplórias demais. Até mesmo certos "desenhos falados" de alguns seres, nos parecem figuras de desenho animado.

Certamente, temos que levar em consideração a dificuldade do contatado em descrever algo inusitado, incrivelmente fora do contexto de sua cultura. Como também, o fato do pesquisador não ter noção de desenho, de Astronáutica, Morfologia ou outra matéria importante para o processo de desenho falado.

Assim sendo, ao longo de todo esse tempo que convivemos com os mitos, lendas, relatos e mensagens, pouco podemos ter de concreto que possa agradar gregos e troianos.

Chega então, o momento de mostrar alguns exemplos que atravessaram o tempo e outros que agora se mostram com mais nitidez.

                                                      

1 -Atributos do espaço sideral, tais como sistemas planetários, figuras flutuantes no espaço e isentos de gravidade, bem como dispositivos de seres alienígenas visitando a Terra. Segundo a tradução da escrita assíria feita pelo assiriólogo Fred Talmimi, a tradução mais coreta para o sentido do originário termo assírio "deus", deveria ser " na ponta sobre as chamas".

É só reler Ezequiel:

... havia uma semelhança de trono de safira e sobre esta semelhança de trono havia uma semelhança de homem sentado. E vi como uma espécie de um metal brilhante, como o aspecto do fogo, no interior e em volta dele. Da cintura para cima e da cintura para baixo vi como um fogo que resplandecia ao redor..."

Ez, 1, 26-28






Divindade da Colômbia

2 – Estatueta de pedra de uma divindade desconhecida da Colômbia, à qual se atribui a idade de quase 3 milênios. Podemos perceber a roupa típica de um astronauta.

  

Índios hopis – Arizona, EUA

3 – Nesse exemplo recorremos aos índios hopis, do Arizona, EUA, que confeccionavam bonecos e máscaras, segundo modelos tradicionais que personificavam "seres espirituais superiores", os Katchinas", cuja visita teriam recebido nos primórdios dos tempos.


   


Índios Xikrin do Alto Xingu – Brasil



4 – Aqui no Brasil, na região Amazônica do Alto Xingu, um ramo da nação Caiapó, os índios Xikrin, acreditam ser descendentes dos alienígenas. Até hoje, confeccionam máscaras e roupas de palha, representando Bep Kororoti, um ser espacial que conviveu com eles no Xingu, vindo numa "canoa voadora".

 

                              Adanski                                                Villa-Boas
                                                                                               




5 – O tipo "venusiano" do caso Adanski que dava mensagens e o levava para viajar em sua nave e, o tipo do caso Villa-Boas que o abduziu para exames e ter relações sexuais com uma fêmea alienígena. No primeiro temos fotos, no segundo, efeitos físicos.





Desenhos de Antônio Alves Ferreira de seus abdutores

6 – os tipos apresentados por Antônio Alves Ferreira, caso pesquisado pela inesquecível Ireni Granchi, mostra seres alienígenas uniformizados como militares. Neste caso, Antônio pode ver maquinários e armas potentes, além de ter presenciado a duplicação de um sósia perfeito. Antônio garante já ter viajado 11 vezes ao planeta destes seres.





Cabala (caso Tasca)

7 – No caso Antônio Tasca ocorrido em Chapecó, SC , aparece uma personagem chamada Cabala que lhe transmite advertências sobre as armas nucleares, sobre as dominações políticas, econômicas e financeiras e da proliferação humana descontrolada. Fala do corpo, da mente, do espírito e de Deus.



Pequena galeria dos tipos mais comuns de Ets

8 – Ao longo dos tempos a casuística ufológica, vem retratando inúmeros tipos alienígenas que nos demonstram uma real e concreta realidade da multiplicidade alienígena. Ela é tão vasta que daria para escrever uma coletânea de livros a respeito. (Quem sabe num futuro ainda o faça). Porém, no momento procuro dar vazão ao questionamento sobre se existe ou não uma variedade de seres alienígenas. E podemos perceber que há muito tempo somos visitados por seres estranhos a nós, não só na morfologia como, também, no comportamento e até na estrutura molecular. Já houve caso de cura como também de seqüelas em humanos causadas por seres de diferentes espécies.

Certamente, eles estão vindo de lugares adversos com outra cultura e intenções das mais variadas possíveis. O ser humano quando imbuído de sua roupagem de conquistador, exterminou povos, escravizou outros, e por que não esperamos atitudes semelhantes de seres que aqui descem? Basta lembrarmos dos casos de abdução!

Precisamos tomar consciência da multiplicidade desses seres a ponto de estarmos preparados para as mais diversas formas na estrutura como no seu comportamento. Muito apropriada a frase do Gevaerd que, por sinal, contribui muito para a informação ufológica.

Não posso deixar de mencionar aqui algumas criaturas que fazem parte da casuística, mesmo que não tenham a aprovação de uma grande parte dos ufólogos.


   




Reptilianos: segundo relatos, muito atuantes na África.

9 – Estes seres com aparência reptiliana têm surgido ao longo de nossa história, com uma freqüência pouco conhecida da maioria dos interessados em Ufologia. Pode parecer estranho, fantasia ou até mesmo psiquismo de quem o mostra. Mas, temos indícios palpáveis de sua veracidade. Principalmente em alguns paises da África, junto a povos de cultura antiga com repercussões até hoje em dia, onde seu maior pesquisador é Credo Mutuwa.

O fato é que não podemos descartar nenhuma das hipóteses e temos que dar crédito aos contatados e seus relatos. O que pode nos parecer absurdo hoje, amanhã com mais estudos e pesquisas, pode ser uma verdade que nos fará buscar ainda mais relatos, que antes nos pareciam fantasiosos.

Sou totalmente a favor da tese de que há sim, uma multiplicidade de tipos alienígenas nos visitando desde nosso remoto passado até hoje e, certamente, ainda será assim por muito, muito tempo.
Última Atualização ( 26 de novembro de 2007 )