sexta-feira, 22 de junho de 2012

Anunnaki


ANUNNAKIANU-NA-KI, “Os do Céu que Estão Na Terra”,
 ou “Aqueles que Vieram do Céu para a Terra”
A história ortodoxa considera que os Anunnaki 
eram divindades que faziam parte do panteão 
sumérico e acádio, entretanto o historiador e linguista,
 Zecharia Sitchin, especialista em traduções de tabletes
 cuneiformes, revela que para os sumérios e babilônios
 os Anunnaki eram, literalmente astronautas extraterrestres
 que aterrisaram na região onde se situa o Iraque, 
aproximadamente 450.000 anos atrás, em uma missão 
de mineração, que se estendeu do Oriente Médio até a África.
 Liderados por EA/ENKI, o “Senhor Cuja Casa é a Água”,
 um grupo inicial de 50 Anunnaki se estabeleceu em três bases:
 ERIDU, EDIN e ABZU c/ o objetivo de obter ouro, em quantidade
 suficiente p/ sanar os problemas no ecossistema de seu planeta
 natal, NIBIRU. Outros Anunnaki, os IGIGI, teriam fixado bases em
 Marte e na nossa lua. Posteriormente uma nova equipe chegou
 à Terra, liderada por ENLIL, o “Senhor do Comando” e por 
NINTI/NINHARSAG, a “Senhora da Vida”. Segundo os sumérios, 
o trabalho de mineração ficou comprometido por rebeliões
 entre os próprios Anunnaki, o que levou ENKI e NINTI,
 brilhantes cientistas, à interferir no ritmo evolutivo do 
tipo humanóide simiesco que habitava o planeta. 
E através de experiências de engenharia genética,
 foi obtido o protótipo do “Homo Sapiens”, chamado
 pelos sumérios de ADAPA/ADAMU, o “homem primordial”
 ou “raça primordial”. A ciência atual, considera a teoria da 
evolução como sendo a explicação mais provável para essas mutações,
 contudo os textos sumérios são interpretados por alguns 
como o “elo perdido” entre o evolucionismo e o criacionismo! 
Os Anunnaki teriam elevado o homem da terra ao nível ‘civilizado’,
 erguendo poderosas civilizações na Mesopotâmia, América Central,
 Ásia e no Mediterrâneo. As provas de sua passagem pela 
Terra estariam espalhadas por vários lugares. Construções 
megalíticas, de arquitetura inusitada e perfeição matemática,
 como o complexo de Gizé, no Egito; os complexos piramidais 
de Tiahuanaco e Sacsyahuaman, na América Central; 
as recém descobertas ruínas submersas de Yonaguni, Japão;
 entre outras. Segundo os sumérios, a cada 3.600 anos o 
planeta NIBIRU, completa um período orbital em torno do sol
 e durante sua aproximação da Terra, diversos cataclismas
 se sucedem. Os Anunnaki, então aproveitariam essa “janela”
 cósmica, para retornarem à Terra

Relação Biblico-judaica

Na Bíblia poderiam estar relacionados como os Enaquins
ou por comparação, poderiam ser aqueles a quem os Hebreus 
chamaram de Nefilim Nephal que sugere uma queda, 
descida ou aterrisagem. ou Nephalim ( génesis 6 )que é uma
 forma plural (im) da palavra
Os anunnaki, seriam os mesmos nefilim do GênesisSalmo 82, 
são os deuses da antiguidade, seriam os habitantes de Nibiru/Marduk,
 10º planeta do sistema solar ou talvez o 6º planeta da estrela 
anã marrom que seria a suposta irmã gêmea do nosso sol cuja
 existência ainda não foi confirmada.
O mistério do DNA: uma sequência indecifrada de genes 
guarda o segredo da origem da espécie humana.
 O Projeto Genoma foi além do esperado e os cientistas
 estão perplexos com a descoberta de material genético
 que não pertence ao planeta Terra. A descoberta confere 
um tom a mais de credibilidade às hipóteses da origem humana
 como resultado de colonização da Terra realizada por
 viajantes cósmicos, que vieram “dos céus”, como nos
 relatos mitológicos de culturas antigas de todo o mundo.












Cientistas que estão trabalhando do projeto Human
 Genome(Projeto Genoma) ficaram perplexos diante de
 uma descoberta: eles acreditam que 97% das chamadas
 “sequências não-codificadas” do DNA humano 
correspondem a uma porção de herança genética
 proveniente de formas de vida extraterrestre!
Essas sequências não-codificadas são comuns a 
todos os organismos vivos da Terra, do mofo,
 aos peixes e aos homens. No DNA humano,
 as sequências constituem grande parte do total
do genoma, informa o profº Sam Chang, líder da equipe.
 Chamadas “junk DNA” (DNA-lixo – porque, a princípio,
 pareciam não servir para nada), as seqüências foram 
descobertas há anos atrás e sua função permanece um mistério.
 O fato é que a maior parte do DNA humano é “extraterrestre”.
As sequências foram analisadas por programadores de computador,
 matemáticos e outros estudiosos. Com os resultados 
o profº Chang concluiu que o “DNA-lixo” foi criado por 
algum tipo “programador alienígena”. Essa parcela de código
 genético é determinante de atributos, muitas vezes indesejados,
 como a imunidade de um organismo às drogas anti-cancer.
Os cientistas estão admitindo a hipótese de que uma
 grandiosa forma de vida alienígena está envolvida na
 criação de novas formas de vida em vários planetas;
 a Terra é apenas um deles. Não se sabe com que propósito
 tal experiência foi e/ou está sendo feita: se é apenas
 um projeto científico já concluído, em acompanhamento,
 uma preparação dos planetas para uma colonização ou ainda, 
um compromisso de espalhar a vida por todo o universo.
Segundo um raciocínio com base em padrões humanos, 
os “programadores extraterrestres”, provavelmente, trabalham
 em muitos projetos voltados para a produção de diferentes 
estruturas biológicas em vários planetas. Devem estar tentando
 soluções para inúmeros problemas.
Projeto Genoma & Origens Extraterrestres da Humanidade
O profº Chang é apenas um dos muitos cientistas que 
acreditam ter descoberto as origens extraterrestres da Humanidade.
 Chang explica que o DNA é um programa que consiste em duas
 “versões” (ou de dois conjuntos de informações): um código master
 e um código básico. O código master possivelmente 
não tem origem terrena.
Os genes conhecidos, por si mesmos, não explicam 
completamente a evolução. Mais cedo ou mais tarde,
 a humanidade deverá ser informada de que toda a vida 
na Terra tem um código genético herdado (ou “plantado” por ) 
de seus “primos” extraterrestres e que a evolução não ocorreu 
do jeito que se acreditava até então.
Além do material genético, é também possível que os
 extraterrestre estejam aqui mesmo, acompanhando de perto 
o desenvolvimento da raça humana e disseminando mais 
intensamente suas “sementes estelares” (star-seeds). 
Estes seres, “infiltrados”, que estão sendo chamados de 
star-people ou star-children, são descritos pelos escritores 
Brad e Francie Steiger como indivíduos cujas almasdeveriam
 ou poderiam estar encarnadas em mundos de outros 
sistemas solares, mas que vieram à Terra, nascendo em
 famílias humanas, para empregar seus esforços em auxiliar 
no processo de evolução da Humanidade.
Pessoas que alegam ter contactado estes seres, 
consideram-nos benevolentes ou “do bem”. Entre os “contactados” 
alguns são conhecidos nos meios científicos: George Adamski,
 Orfeo Angeluci, George Van Tassel, Howard Menger, 
Paul Villa, Billy meier, Alex Collier. Freqüentemente, 
os encontros entre humanos e “infiltrados” são comprovados
 por evidências físicas, como fotografias e filmes, além dos testemunhos.

Bola de fogo é vista cortando o céu de Belo Horizonte

Fenômeno gerou muita curiosidade e repercussão nas redes sociais

Publicação: 21/04/2012 00:30 Atualização: 21/04/2012 01:40
Um objeto brilhante, com cores avermelhadas, foi visto cortando o céu de Belo Horizonte no final da noite desta sexta-feira. Pelo Twitter e pelo Facebook, diversos internautas lançaram sua teoria para o fenômeno, comparado com uma chuva de meteoros e até OVNIs (objetos voadores não identificados). 

"Acabei de ver uma bola de fogo, tipo uma estrela cadente, um cometa (...) cruzando o céu", relatou uma internauta. "Vimos uma bola de fogo cruzando a roça, muito perfeito", admirou uma jovem de Boa Esperança nas redes sociais. Espectadores relataram que o fenômeno teria durado cerca de 10 segundos. 

O mesmo evento também teria sido avistado por moradores no estado do Espírito Santo. Até às 0h35, os batalhões do Corpo de Bombeiros não haviam recebido nenhum chamado referente a uma possível queda de objetos em BH.

O fenômeno é parecido com o ocorrido no estado do Texas, nos Estados Unidos, no último dia 14 de abril. Uma bola de fogo que cruzou o céu assustou os moradores da cidade de San Antonio. Segundo a NASA, a bola avistada pelos americanos é comum nesta época. 

Em BH, um internauta conseguiu filmar a bola de fogo e postou no Youtube. Confira o vídeo:

Bola de fogo é avistada nos céus do Texas

Fenômeno é comum durante a primavera no Oeste norte-americano

Uma bola de fogo cruzando os céus deixou os moradores da cidade de San Antonio, no Texas, impressionados na última semana. Segundo relatos, e conforme você pode ver nas imagens do vídeo acima, a bola parecia um pedaço do Sol caindo.
Segundo a NASA, durante a primavera esse fenômeno é bastante comum na região. Para descobrir do que se trata o fenômeno, cientistas da agencia espacial norte-americana criaram uma rede de câmeras inteligentes para triangular a trajetória dos meteoros e, com isso, calcular a sua origem.
Ao que tudo indica, as bolas de fogo são provenientes de cinturões de asteroides. “Diversos meteoros menores, que caem na época do outono, são provenientes de cometas, que são feitos de gelo e poeira e não é caso dessas aparições”, explica Bill Cooke, chefe da divisão de meteoros da NASA.
Com os dados coletados, os cientistas agora tentarão encontrar um padrão entre as diversas quedas de bolas de fogo, de forma a determinar a provável origem dos objetos que entram na atmosfera terrestre.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Santos Corpos - Milagres da Conservação


Matéria especial que mostra vários casos de corpos
 que não se decompõem. Muitas fotos.
 Veja como exemplo o caso de 
Santa Catarina de Laboure, Papa João XXIII,
 Santa Bernardete, São Vicente de Paula e muitos outros.
Santa Catarina de Laboure, que durante a vida 
teve visões da Virgem Maria. Seu corpo, 
ainda incorrupto, está exposto em uma 
capela na Rue do Bac, Paris.
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Santa Catarina de Laboure, que durante a 

vida teve visões da Virgem Maria. Seu corpo, 
ainda incorrupto, está exposto em uma capela 
na Rue do Bac, Paris. 

Quando o corpo do Papa João XXIII foi 

exumado, em março de 2001, estava em 
boas condições, apesar de morto há 37 anos. 
Na época, o Papa João Paulo II decidira 
que João XXIII precisava de um novo local
 para abrigar seus restos mortais de modo 
a tender mais convenientemente ao grande 
número de visitantes que se dirigiam à sua 
tumba, que ficava na Cripta de Basílica de 
São Pedro, em Roma. Hoje, em 2005, 
João Paulo II, filho de camponeses e conhecido 
como "Papa do Povo", está a caminho da santificação
 e um dos primeiros passos deste processo é a 
exumação do cadáver a fim de se possa 
proceder à identificação, um procedimento de praxe.

Embora os corpos dos Papas 

não sejam inteiramente embalsamados, 
são "preservados" com formol a
 fim de prolongar o período possível
 de exposição pública. Sobre o caso
 do Papa João XXIII, Joseph Watts, 
que coordena funerais e exumações 
do Vaticano, comentou no New York Daily News: 
"Ele foi embalsamado como de costume. 
Isso é feito por médicos e o lugar em que
 o corpo foi colocado, as Catacumbas, 
é perfeito. Watts, que visitou a tumba 
na ocasião da exumação, disse que o estado 
de preservação do Papa, provavelmente,
 foi resultado de uma combinação de fatores:
 o fluído balsâmico era um composto com 
base em um formolaldeído e outras substâncias
 químicas; o caixão possui três camadas e
 foi colocado em uma cripta de mármore. 
Não havia infiltração de água ou qualquer 
coisa que favorecesse a desintegração do corpo.

Vicenzzo Pascalli, da Universidade de Roma,

 também considera normal o estado de 
preservação do corpo do Papa João XXIII:
 "Isso é muito mais comum do que geralmente
 se pensa. O corpo do Santo Padre estava bem
 protegido e o oxigênio era escasso no 
interior do caixão que, em sua estrutura de
 três camadas, contém materiais como chumbo
 e zinco que capturam o oxigênio, o que ajuda
 a retardar o processo de decomposição."

Como sua habitual reserva, a Igreja Católica

 rejeita qualquer especulação sobre milagre 
em relação ao corpo do Papa. O Serviço de 
Informação do Vaticano jamais usou palavras
 como "milagre" ou "incorrupto"
 no caso de João XXIII. Depois da exumação,
 as declarações oficiais foram discretas e 
diziam somente que "O Corpo do Abençoado 
João XXIII estava bem preservado".
 É uma postura coerente com a política 
do Vaticano de não incentiar a divulgação 
de fatos sugestivos do sobrenatural sem 
investigações minuciosas que descartem 
qualquer hipótese de explicação por causas naturais.

Diante dos numerosos casos de 

incorruptibilidade, muitos "santos presumidos"
 foram exumados e reenterrados. 
Com o tempo, tornou-se costume 
exumar todos os canditatos à beatificação 
e santificação. Na Idade Média, 
as igrejas disputavam a posse de 
"corpos incorruptos", que atraíam 
os peregrinos e, com eles, ofertas, 
doações. Na Britânia medieval,
 apesar do clima úmido, havia um
 grande número destes "corpos santos",
 entre eles, duas irmãs da realeza,
 Etheldreda e Withburga; um rei, Edward,
 o Confessor; um bispo, Hugh, de Lincon
 e um arcebispo de Canterbury. Com a 
Reforma, os santuários foram destruídos 
e os corpos também. Algumas partes foram
 salvas dos ataques religiosos, 
como a mão de Santa Etheldreda,
 resgatada por uma família devota.
 Passados 400 anos, a mão continua 
preservada em uma pequena igreja católica
 - Igreja de Santa Etheldreda, em Ely, Cambridgeshire.
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O fenômeno dos corpos de santos que 

não sofrem deterioração apesar de enterrados
 durante anos continua sendo um tema 
atual e curioso. Muitos desses casos, 
cerca de 102 histórias, são relatados no
 livro The Incorruptibles (1977), 
de Joan Carrol Cruz. A obra está repleta
 de detalhes espantosos e macabros 
sobre restos mortais preservados: 
corações, pernas e braços, corpos que
 sentaram e piscaram e fragrâncias 
agradáveis emanando dos mortos, 
como Santa Teresa d'Ávila, São Francisco 
Xavier (ilustração acima) e São João da Cruz.

Nos casos do Abençoado Peter of Gubbio 

- Pedro de Gubbio, monge século XIV (anos 1300)
 e da Venerável Maria Vela, freira do 
século XVII (anos 1600), suas vozes
 eram ouvidas pelos irmãos e irmãs 
religiosos, durante cânticos, muito tempo 
depois de sua morte. Santa Clara de Monte Falco,
 feira do século XIII (anos 1200),
 teria declarado às suas companheiras:
 "Se buscam a cruz de Cristo, tomem
 meu coração; nele encontrarão o sofrimento
 do Senhor". Depois da morte da irmã Clara,
 não somente o corpo permaneceu incorrupto
 como suas indicações mostraram-se precisas:
 as freiras removeram-lhe o coração e encontraram,
 claramente impressa no tecido cardíaco, 
a figura de um pequeno crucifixo com os 
cinco estigmas do martírio de Cristo.


Margareth de Metola

Outro registro extraordinário refere-se à 

Abençoada Magareth de Metola: anã, 
cega, corcunda e coxa, viveu, entretanto
 uma vida heróica dedicada a servir aos 
pobres. Morreu em 1330 mas, em 1558, 
seus restos mortais tiveram de ser
transferidos porque seu caixão estava 
muito estragado. Durante a exumação, 
testemunhas espantaram-se: assim 
como caixão, roupas e tecidos também
 haviam-se deteriorado porém, o corpo 
de Margareth continuava intacto.

Joan Cruz escreve: "O corpo da 

Abençoada Margareth, que não foi 
embalsamado, estava vestido com
 um hábito dominicano, depositado 
sob o altar-mor da igreja de São Domenico 
na Cidade de Castelo (Citta-di-Castello)
 - Itália. Seus braços estão flexíveis,
 não houve perda dos cílios e as unhas 
continuavam firmes nas mãos e nos pés.
 O corpo apresentava uma coloração escura,
 a pele estava seca mas, no geral, o estado
 de preservação pode ser considerado 
extraordinário considerando seis séculos
 de sepultamento".

Estas histórias medievais poderiam ser

 consideradas mistificações ou exageros
 religiosos de época porém, nos séculos
 subseqüentes, o fenômeno repetiu-se 
muitas vezes, foi suficientemente 
documentado e continua sendo 
cosiderado por muitos como manifestação 
de milagre divino.

Santa Bernardete

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Dois casos historicamente mais 

recentes de preservação incomum
 de cadáveres de santos são os 
casos de Santa Bernadette e 
São Charbel Makhlouf. Santa Bernardette
 foi uma pastora que teve uma
 visão da Virgem Maria na cidade de Lourdes
 - Portugal. Morreu no convento
 de Santo Gildard, em Nevers 
- França, em 1879 sendo enterrada 
na cripta da capela. Em 1909, 
uma comissão encarreagada de investigar
 a santidade da religiosa, procedeu à 
exumação de seu corpo tendo como 
testemunhas um bispo e dois médicos.
 Os trabalhos no túmulo foram feitos 
por dois pedreiros e dois carpinteiros. 
Eles encontraram o corpo da Santa em
 perfeito estado. Uma freira, que assistira
 ao enterro, 30 anos atrás, notou uma
 única diferença: o hábito de Bernadette estava úmido.

Sepultada, foi novamente exumada em

 1919 sob as vistas de testemunhas
 leigas e religiosas. Os médicos que
 examinaram o corpo escreveram: 
"Quando o caixão foi aberto o corpo 
parecia estar absolutamente intacto
 e sem nenhum odor post mortem. 
Não havia cheiro de putrefação e nenhum
 dos presentes experimentou qualquer
 desconforto". Uma terceira exumação
 foi feita em 1923 e o cadáver encontrava-se
 nas mesmas condições. Desta vez, 
o corpo foi aberto (necropiciado) e os
 orgãos internos estavam flexíveis. 
Um médico escreveu: "O fígado estava
leve e sua consistencia era praticamente normal".
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São Charbel Makhlouf, que morreu em 1898,

 foi um monge maronita do Líbano. 
Sua vida, desprovida de grandes feitos
 foi marcada, todavia, por uma 
devoção completa e intensa. Depois de sua morte,
 durante 45 noites, estranhas luzes pairavam
 sobre sua sepultura. Ocorre que 45 dias era o tempo
 tradicionalmente considerado como período
 suficiente para a decomposição de um corpo.
 Com as aparições das luzes, as autoridades
 monásticas decidiram proceder à exumação. 
O corpo foi encontrado em perfeito frescor,
 embora o local tivesse sido castigado por 
chuvas recentes que praticamente reduziram
 o cemitério a um lamaçal de tal modo que o
 cadáver estava, de fato, imerso em uma
 camada de água terrosa.

Charbel teve suas roupas trocadas e

 foi transferido para um outro caixão 
de madeira mas, antes do sepultamento,
 um estranho sangue oleoso começou a exudar
 do corpo. O fluido era tão abundante 
que as roupas tiveram de ser trocadas 
duas vezes em duas semanas.
 Em 1927 - 29 anos depois de sua morte
 - ele continuava incorrupto e, submetido a
 um exame, mostrava-se flexível.
 Mesmo assim, foi sepultado em uma
 antiga igreja, em Abbey. Em 1950, 
peregrinos em visita ao santuário 
notaram um líquido vazando da tumba 
e o caixão foi aberto mais uma vez.
 O corpo continuava conservado porém
 exudando o estranho óleo. Muitas curas
 miraculosas foram atribuídas a essa
 substância desconhecida.

Charbel permaneceu intacto por 67 anos;

 finalmente, em 1965, começou a apresentar
 os primeiros sinais de decadência.
 Outros exemplos notáveis de santos 
católicos cujos corpos não se corromperam são:
 Madre Inês de Jesus, morta em 1634; São Vicente de Paula,
 morto em 1660; a beata Maria Ana de Jesus;
 o mártir jesuíta Adré Bobola, o "apóstolo de Pinsk".
 Santa Brígida, da Suécia, falecida em 1373, 
ao ser exumada, revelou o coração preservado 
enquanto todo o resto do corpo fora reduzido a pó.


São Vicente de Paula

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São João Vianney - na Basílica de Ars, França

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Santo Ambrósio

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Santa Rita de Cássia (1381-1457) - Basílica de Cássia - Itália

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São Miguel de Carigoits

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Santos Pagãos

O fenômeno da incorruptibilidade dos 

cadáveres não é exclusivo do 
"mundo católico-cristão"; entre hindus,
 chineses e tibetanos, por exemplo,
 as ocorrências também são numerosas. 
Em 1952, o famoso iogue Paramahansa
 Yaogananda, que morreu na Califórnia,
 foi desenterrado; seu corpo não sofrera 
decomposição e exalava uma agradável
 fragrância. Existem casos semelhantes 
entre protestantes, judeus, muçulmanos e budistas.


Khambo Lama Dasha-Dorjo Itigelov 

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Corpo preservado do Sexto Patriarca do

 Monastério de Nan Hua, Sul da China - Hui Neng 
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Em 25 de março de 2005, o Pravda English

 Online publicava: "Os Corpos incorruptos
 de Santos e Pecadores". A notícia fala do
 estado de conservação do corpo do Khambo Lama,
 mestre dos Budistas Siberianos do Leste, 
Dasha-Dorjo Itigelov que, nascido em 1852 
e morto em 1927, ainda conserva os tecidos
 preservados como um homem vivente,
 conforme constatou a perícia feita por
 equipe de médicos especialistas.

Dasha Dorjo faleceu em uma localidade 

próxima à cidade russa de Ulan-Ude,
 lugar conhecido como "Ivolginsk Datsan", 
um centro espiritual de budistas russos
 (como os Ashram hindus), construído em 1947.
 Ao morrer, deixou instruções: seu sarcófago
 deveria ser aberto algum tempo depois do óbito
 para que se verificassem as condições físicas 
de seus restos mortais.
 O lama morreu sentado em posição de lotus,
 a mais característica postura iogue.

Desde estão, o mestre foi desenterrado

 três vezes: em 1955, 1973 e 2002. 
Depois da última exumação, 
os monges do Ivolginsk Datsan 
decidiram não mais sepultar o corpo;
 colocaram-no em sarcófago especial
 feito de vidro devidamente acomodada
 em uma sala especialmente preparada
 para tal função, de modo que 
os fiéis visitantes do retiro possam 
ver Dasha-Dorjo. São proibidas fotos 
e filmagens; os monges alegam que isso
 contraria suas tradições entretanto, 
em 11 de setembro de 2002 o sarcófago
 foi aberto na presença de membros da
 tradicional Sangha Budista da Rússia e 
de médicos especialistas.

Na ocasião, o doutor em Ciências 

Médicas do Instituto Russo de Perícia
 Médica Forense, Viktor Zvyagin, comprovou 
a identidade do corpo juntamente com 
outras testemunhas oculares, que estiveram
 presentes nas exumações. Pesquisadores,
 curiosos com o fenômeno, solicitaram aos 
monges permissão para recolher 
amostras de cabelos e unhas do 
mestre para análise. Zvyagin diz,
 que sob muitos aspectos, o corpo 
do lama apresenta conservação muito
 próxima ao estado de um homem vivo: 
a pele está flexível, as articulações podem
 ser movidas. Exames com infravermelho 
confirmaram o estado de conservação dos tecidos.

O fenômeno da imperecibilidade de 

alguns organismos mortos é bem conhecido.
 Existem numerosos fatores que podem
 preservar um cadáver por milhares de anos.
 A mumificação natural ou artificial é uma
 das formas mais comuns. Arqueólogos
 descobriram múmias bem conservadas 
em diferentes lugares do planeta. 
A preservação desses corpos é o resultado
 de circunstâncias singulares a cada sepultamento.
 Em geral, os corpos que são poupados
 de fatores como umidade e oxigênio se
 mantém intactos por mais tempo.
 Um processo já desvendado é a Adipocere 
, que pode ser induzida ou natural.

No caso do Lama Dasha Dorjo, 

nenhum método foi usado e as 
condições do sepultamento não eram
 ideais. Os budistas dizem que somente
 os mais avançados iogues podem 
atingir tal condição em virtude de suas
 escolhas, feitas antes da morte. 
Além de Dasha Dorjo, informam os 
monges que existem apenas outros
 três cadáveres conservados de santos budistas: 
um na China, outro na Índia e o terceiro, 
no Vietnam. Outros existiram em um 
monastério tibetano que foi completamente
 destruído em 1959. Apesar dos casos 
mais ruidosos serem relacionados a figuras 
de "homens-santos", Viktor Zvyagin lembra
 que a incorruptibilidade dos mortos não é
 exclusiva de religiosos. Há 15 anos atrás (1995),
 durante uma escavação arqueológica, 
o corpo de uma menina foi encontrado 
em perfeito estado de conservação. 

Fonte: http://www.sobrenatural.org/materia/det ... nservacao/" onclick="window.open(this.href);return false;" rel="nofollow


A mente que se abre a uma nova idéia 

jamais voltará ao seu tamanho original