terça-feira, 12 de junho de 2012

Lago Angikuni.


Dos muitos relatos existentes de desaparecimentos sem explicações no mundo todo, um se destaca, pois não foi apenas uma pessoa, mas sim todos os moradores de um vilarejo que tinha mais de dois mil habitantes.

Essa história ocorreu em 1930, quando Joe Labelle, um caçador de animais, chegou a um vilarejo que ficava perto do lago canadense conhecido como Angikuni.
   
Conforme se aproximava do local, ele notou que um silêncio incomum pairava no ar. Assim que entrou na vila, Joe encontrou uma fogueira na qual algo estava cozinhado em uma panela, porém não havia ninguém por perto e o que estava na panela, já havia a muito tempo passado do ponto.

Percebendo que algo estava errado, Labelle andou por todo o local com a esperança de encontrar alguma pessoa. Mas infelizmente ele não viu nenhum vivente, nem mesmo dentro das residências.
   
Vendo que a população toda do local sumira, Joe correu para o telégrafo local e mandou uma mensagem de socorro para as autoridades. Poucas horas depois a Real Polícia Montada do Canadá chegava ao vilarejo para tentar descobrir o motivo desse desparecimento em massa.

Porém as investigações, em vez de esclarecer o caso, acabaram trazendo ainda mais mistérios. Pois os cachorros dos moradores foram encontrados todos mortos de fome e cobertos por uma grande camada de gelo, além disso, os túmulos do cemitério local haviam sido mexidos, pois os restos mortais de todos simplesmente sumiram.

Os cães mortos provavam que os moradores não haviam simplesmente abandonado o lugar, pois sem eles e sem os trenós é impossível se locomover na região. E a profanação dos túmulos é algo bastante estranho, não é normal que o povo esquimó faça isso, além do mais com as temperaturas locais era inviável abrir os túmulos, pois o gelo estava muito duro.

Assim, até os dias de hoje, esse misterioso sumiço em massa intriga as autoridades, afinal jamais uma explicação no mínimo plausível foi apresentada e nenhuma pista dos moradores foi encontrada. Fazendo com que esse acontecimento, que ocorreu na beira do Lago
Angikuni, seja um dos mistérios mais incríveis que se tem relato.

A cabeça lunar.


Durante a missão Apollo 17 diversas descobertas surpreendentes foram feitas. Uma delas tem a ver com uma cratera em especial. Nesse local os astronautas encontraram algumas anomalias interessantes.
Na cratera, eles relataram terem visto reflexos. O que poderia provar a existência de algum material com uma superfície lisa o bastante para isso. Além disso, dizem que eles pegaram amostras dematerial oxidado na cor alaranjada, que levaria a pensar que existisse certa concentração de ferro ou aço no local.
Diversas fotos da área, dizem algumas pessoas, possuem anomalias, que revelam objetos não rochosos, mas sim metálicos, provavelmente construídos por algum ser inteligente:
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Claro que não é possível afirmar com certeza devido à má qualidade das fotos, porém se realmente forem de objetos criados, explicaria por que em uma foto especial havia algo que deixou a todos atônitos:
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Essa foto, que foi tirada da cratera, parece mostrar que lá embaixo existe uma cabeça decepada. Pois pode-se ver olhos, boca e o formato no geral é bem semelhante a uma cabeça. Mas caso fosse de um ser orgânico, ela provavelmente teria sido destruída pela radiação e condições na Lua, o que leva todos a crerem que ela é na verdade uma cabeça de um robô.
Se uma cabeça robótica foi realmente encontrada na Lua, que outros segredos estariam guardados em nosso satélite natural? O que mais poderia haver no lado negro da Lua? Talvez hajam mais segredos do que imaginamos…

Fonte: Minilua.

Wyoming Incidente.


Wyoming Incident foi o nome dado a uma suposta invasão de um hacker em uma rede de televisão americana em pleno horário nobre. Faltando apenas 45 minutos para a meia noite, um vídeo um tanto estranho de 6 minutos foi posto no lugar da programação.
As pessoas que assistiram ficaram perplexas e muito apavoradas com o vídeo, muitos relataram náuseas, dores de cabeça e dentre outros sintomas nas semanas seguintes após terem assistido o vídeo.
Ele contém imagens completamente desconexas e sem sentido. A maioria das pessoas que viram o vídeo relataram a sensação de estarem sendo observadas por algo ou alguém.

Além das imagens, há mensagens como "você pode perder tudo", "você não pode se esconder" e "existe verdade na ficção".

E aí? Vai ver o vídeo ou vai se esconder?

Veja a seguir a transmissão que ficou conhecida como The Wyoming Incident:


Os Quatro cavaleiros do Apocalipse.


 Os quatro cavaleiros do apocalipse são descritos em Apocalipse 6:1-8. Os quatro cavaleiros são descrições simbólicas de eventos diferentes que acontecerão durante o fim dos tempos. O primeiro cavaleiro do apocalipse é mencionado em Apocalipse 6:2: “Vi, então, e eis um cavalo branco e o seu cavaleiro com um arco; e foi-lhe dada uma coroa; e ele saiu vencendo e para vencer”. O primeiro cavaleiro provavelmente se refere ao anticristo, a quem autoridade vai ser dada e vai dominar todos que a ele se opõem. O anticristo é uma falsa imitação do Cristo verdadeiro, já que Cristo vai retornar em um cavalo branco (Apocalipse 19:11-16).   
O segundo cavaleiro do apocalipse é mencionado em Apocalipse 6:4: “E saiu outro cavalo, vermelho; e ao seu cavaleiro, foi-lhe dado tirar a paz da terra para que os homens se matassem uns aos outros; também lhe foi dada uma grande espada”. O segundo cavaleiro se refere a guerras horríveis que vão acontecer durante o fim dos tempos. O terceiro cavaleiro é descrito em Apocalipse 6:5-6: “Quando abriu o terceiro selo, ouvi o terceiro ser vivente dizendo: Vem! Então, vi, e eis um cavalo preto e o seu cavaleiro com uma balança na mão. E ouvi uma como que voz no meio dos quatro seres viventes dizendo: Uma medida de trigo por um denário; três medidas de cevada por um denário; e não danifiques o azeite e o vinho”. O terceiro cavaleiro do apocalipse se refere à grande fome que acontecerá, provavelmente como resultado de guerras do segundo cavaleiro. Comida vai ser escassa, mas luxos como vinho e azeite ainda estarão prontamente disponíveis. 
 
O quarto cavaleiro é mencionado em Apocalipse 6:8: “E olhei, e eis um cavalo amarelo e o seu cavaleiro, sendo este chamado Morte; e o Inferno o estava seguindo, e foi-lhes dada autoridade sobre a quarta parte da terra para matar à espada, pela fome, com a mortandade e por meio das feras da terra”. O quarto cavaleiro do apocalipse é um símbolo de morte e devastação. Aparenta ser uma combinação dos cavaleiros anteriores. O quarto cavaleiro do apocalipse vai trazer mais guerras e fomes horríveis, assim como pestilências e doenças. O que é mais impressionante, ou talvez assustador, é que os quatro cavaleiros do apocalipse são apenas “precursores” de julgamentos ainda piores que virão mais tarde durante a Tribulação (Apocalipse capítulos 8-9 e 16).