terça-feira, 20 de novembro de 2012

O ano em que BH fez contato com objetos luminosos vistos no céu

   

09 de janeiro de 2012

Por Arnaldo Viana - Estado de Minas
Publicação: 18/08/2011



Capital viveu noite agitada em 26 de julho de 1972, quando objetos luminosos foram vistos no céu. Vergonha
e medo da ditadura teriam calado todo mundo e não se falou mais no assunto
  

     BH à noite.
“Os ‘marcianos’ estiveram em muitos lugares, até se esconderem atrás da Serra do Curral.
As bolas pareciam uma esquadrilha bem organizada, mantendo sempre a mesma formação.
Eram guiadas pela bola maior e mais luminosa.” BH amanheceu a quinta-feira de 27 de julho de 1972
com essa notícia estampada no Diário da Tarde. As “aparições”, testemunhadas na noite anterior,
haviam tomado conta também dos telejornais da TV Itacolomi.

O espetáculo de bolas e luzes deixou o comando de controle de voos do aeroporto da Pampulha em alerta.

Pilotos, de cabelo em pé, relatavam à torre trânsito intenso sobre a cidade e pediam explicações.
Um experiente aviador garantiu: “Não é avião nem meteoro”. A Aeronáutica recolheu testemunhos e
recortes dos jornais. Prometeu investigar, mas até hoje nenhum ufólogo registra qualquer conclusão
sobre o fenômeno.

“Estranhas bolas de fogo cruzam o céu da cidade”, insistiu a edição de 28 de julho.

Seria o nosso Independence Day, para rechear ainda mais a imaginação do cineasta Steven Spielberg”?
Naquele 1972 ele comemorava o primeiro sucesso com Encurralado (Duel), filmado em 1971 para a TV
e levado aos cinemas em seguida por causa dos prêmios e elogios em festivais.

Mas nunca mais se falou no assunto. As pessoas ouvidas pelos jornalistas esconderam o sobrenome.

Talvez porque o fenômeno ocorreu no início da década de 1970. A ditadura militar, sob o bastão do
general Emílio Garrastazu Médici, presidente da República, era demasiadamente severa.
Médici censurou tudo: teatro, cinema, jornal, revista, TV… As pessoas falavam baixinho, baixinho
. Sussurrava-se até para discutir Buñuel, Fellini e Godard no Maletta, principalmente nos dias em
que o comunista e lendário seu Olímpio, garçom da Cantina do Lucas, não servia o filé à cubana.
A ausência do prato era para denunciar a presença de perdigueiros da ditadura na casa, de olho
em uma ínfima pista para levar um cidadão aos porões do Dops (Delegacia de Ordem Política e Social).

E alguém ia sair por aí gritando “eu vi, eu vi, eu vi as bolas de fogo”? Não. Poderia ser algemado

e levado à tortura para revelar qual célula guerrilheira ensaiava um bombardeio à cidade.
Não acredita nisso, não é? Pois era assim. Agentes da repressão agiam movidos pela ideia
fixa de que todos eram inimigos do regime. Por isso, a censura, a tortura, enfim, a repressão
política e social. Talvez, por isso, nosso quase Independence Day caiu na clandestinidade.

Mas pode ter sido também pelo medo de as testemunhas não serem interpretadas como testemunhas

por quem sempre rejeitou a existência dos objetos voadores não identificados (Ovnis).
“Disco voador, ah, ah, ah o sujeito é louco!” Isso mata de vergonha um abduzido ou quase abduzido.
Mas havia muita coisa em 1972 indigna de credibilidade naquele ano em que nasceu Rubens Barrichello.
Alguém apertou a bochechinha rosada dele no berço e sacramentou: “Vai ser um grande piloto de corridas!
” E é? Médici assinou decreto criando medidas para levar cultura e educação ao trabalhador. Cadê?
Por que não crer em disco voador?

Dava para acreditar até no Galo. Em julho de 1972 o time disputou o Torneio de León, no México.

Empatou por 1 a 1 com o Colônia, da Alemanha, gol de Dario, e se classificou para a decisão
com a Seleção Mexicana. Ganhou por 4 a 2. Dadá marcou dois. E um doce para quem adivinhar
se o técnico era Telê Santana.

E agora, 39 anos depois, alguém levanta o braço e grita: “Meninos, eu vi!” É o Joaquim Américo

do Brasil, um cidadão de BH radicado em Uberlândia. Assim mesmo porque contou a história para
os amigos e filhos e, certamente, ouviu aquela frase cortante: “Disco voador, ah, ah, ah!
” Ele pede recorte de jornais da época para provar que quase foi abduzido na quadra de
esportes do Colégio Arnaldinum São José, hoje Colégio Arnaldo, na Rua Vitório Marçola,
Bairro Anchieta, Região Centro-Sul da capital.



SUSTO GRANDE Passava das 19h da quarta-feira, 26 de julho de 1972,

em BH. Naquele tempo o inverno era inverno. Um leve bruma ocorria,
ocasionalmente, na Região Centro-Sul. Joaquim Américo e amigos estavam
na quadra de esportes do então Colégio Arnaldinum São José, no Bairro Anchieta.
“De repente, apareceu em cima de nós um objeto muito grande, redondo. Fazia um
barulho de papel celofane e jogava um feixe de luz forte. Pensei que se seria sugado.
Olhei para trás e vi que plantas, postes e outros não tinham sombras. Por alguns
segundos fiquei sob o feixe de luz e, repentinamente, o objeto se deslocou deixando
bolinhas de fogo no ar. A luz apagou em BH e poucos instantes depois a TV Itacolomi
anunciava que havia objetos estranhos no céu da cidade. Estariam sendo vistos também
em São Paulo e outros lugares.”

Ao mesmo tempo, uma mensagem cruzava o espaço: “Atenção, torre. Atenção, torre.

Aqui fala o comandante Veloso, do PP-VJC, da Varig. Há objetos estranhos voando a
horizonte no setor Este de BH. São muitos e luminosos. Parece festa de São João.
Acho que é invasão de Marte.” O alerta, como noticiou o EM em 28 de julho de 1972,
partiu de um avião que havia decolado no Espírito Santo rumo a BH e estava a 60km
da aterrissagem, foi captado pelo sargento Morais, de plantão na torre de comando do
aeroporto da Pampulha na noite do dia 26.

O militar pegou um binóculo e começou a vasculhar a área indicada e logo chegou outra mensagem:

“Atenção, torre, objetos não identificados voando em formação sobre BH. Parecem fogos de artifício”.
Era do comandante do Boeing SC 1107, da antiga companhia área Cruzeiro do Sul, que voava a 10,4 mil
metros de altitude. O sargento Morais voltou ao binóculo e, como relatou ao EM, ainda conseguiu ver
a esteira de luz da esquadrilha desaparecendo por trás da Serra do Curral.

Os objetos voavam a mais de 5 mil metros de altitude, a mesma do avião do comandante Veloso.

E não foram os pilotos e o sargento Morais os únicos a vê-los. Chegou ao jornal informação de
que a Polícia Rodoviária levaria à Aeronáutica, na Pampulha, boletins com registros de aparições
em Congonhas, Betim e outras cidades. Os repórteres colheram ainda depoimento de Tarcísio Vieira,
que era funcionário da Cruzeiro do Sul. Ele estava no quintal de casa quando viu a esquadrilha
extraterrestre: “Vi que não podia ser meteoro, porque a velocidade era menor, nem avião. Voavam
em formação. Não havia som e quando passaram diante da Lua as luzes se multiplicaram”.

Tudo foi reunido num relatório e enviado ao Rio de Janeiro, ao Centro de Investigações de Objetos

Aéreos não Identificados, do Ministério da Aeronáutica para investigação. Esta semana, a assessoria
de imprensa da Aeronáutica informou desconhecer apuração de ocorrências desse tipo no céu do país.
Ou, simplesmente, desconversou. A base aérea, em Lagoa Santa, e a torre de controle do aeroporto
da Pampulha não conseguem localizar o sargento Morais, pois os jornais não revelaram o primeiro nome.

Multiplicidade dos "seres alienígenas"

Por Luiz Moura, Astroarqueólogo e ufólogo desde 1966



Luiz Moura



"Uma? Acho que muitas. Na verdade,"aí em cima" deve haver literalmente de tudo..."

Esta frase do Gevaerd em resposta a um e-mail "UM INSULTO À INTELIGÊNCIA", me fez pensar em escrever este artigo.

Ao longo das décadas, e por que não dizer milênios, nossas civilizações têm convivido com seres estranhos à nossa raça. Os milhares de estelas, os mitos, as lendas e hoje em dia os relatos, nos dão conta da multiplicidade dos alienígenas que nos visitam ao longo de todo esse tempo.

Essa mesma multiplicidade associada aos relatos, depoimentos e mensagens de médiuns e sensitivos que são contatados telepaticamente, nos fazem pensar em seres que possam ser cientistas, médicos, colonizadores, mentores, caçadores, pesquisadores, guerreiros, conquistadores e até religiosos.

Podemos observar ao longo dos depoimentos de contatados, as mais variadas mensagens, bem como os mais variados comportamentos, assim como uma grande variedade de sua tipologia. O que nos parece ser comum a todos é a tecnologia usada para poder visitar a Terra, embora a variedade de suas naves, nos cause estranheza; algumas parecendo simplórias demais. Até mesmo certos "desenhos falados" de alguns seres, nos parecem figuras de desenho animado.

Certamente, temos que levar em consideração a dificuldade do contatado em descrever algo inusitado, incrivelmente fora do contexto de sua cultura. Como também, o fato do pesquisador não ter noção de desenho, de Astronáutica, Morfologia ou outra matéria importante para o processo de desenho falado.

Assim sendo, ao longo de todo esse tempo que convivemos com os mitos, lendas, relatos e mensagens, pouco podemos ter de concreto que possa agradar gregos e troianos.

Chega então, o momento de mostrar alguns exemplos que atravessaram o tempo e outros que agora se mostram com mais nitidez.

                                                      

1 -Atributos do espaço sideral, tais como sistemas planetários, figuras flutuantes no espaço e isentos de gravidade, bem como dispositivos de seres alienígenas visitando a Terra. Segundo a tradução da escrita assíria feita pelo assiriólogo Fred Talmimi, a tradução mais coreta para o sentido do originário termo assírio "deus", deveria ser " na ponta sobre as chamas".

É só reler Ezequiel:

... havia uma semelhança de trono de safira e sobre esta semelhança de trono havia uma semelhança de homem sentado. E vi como uma espécie de um metal brilhante, como o aspecto do fogo, no interior e em volta dele. Da cintura para cima e da cintura para baixo vi como um fogo que resplandecia ao redor..."

Ez, 1, 26-28






Divindade da Colômbia

2 – Estatueta de pedra de uma divindade desconhecida da Colômbia, à qual se atribui a idade de quase 3 milênios. Podemos perceber a roupa típica de um astronauta.

  

Índios hopis – Arizona, EUA

3 – Nesse exemplo recorremos aos índios hopis, do Arizona, EUA, que confeccionavam bonecos e máscaras, segundo modelos tradicionais que personificavam "seres espirituais superiores", os Katchinas", cuja visita teriam recebido nos primórdios dos tempos.


   


Índios Xikrin do Alto Xingu – Brasil



4 – Aqui no Brasil, na região Amazônica do Alto Xingu, um ramo da nação Caiapó, os índios Xikrin, acreditam ser descendentes dos alienígenas. Até hoje, confeccionam máscaras e roupas de palha, representando Bep Kororoti, um ser espacial que conviveu com eles no Xingu, vindo numa "canoa voadora".

 

                              Adanski                                                Villa-Boas
                                                                                               




5 – O tipo "venusiano" do caso Adanski que dava mensagens e o levava para viajar em sua nave e, o tipo do caso Villa-Boas que o abduziu para exames e ter relações sexuais com uma fêmea alienígena. No primeiro temos fotos, no segundo, efeitos físicos.





Desenhos de Antônio Alves Ferreira de seus abdutores

6 – os tipos apresentados por Antônio Alves Ferreira, caso pesquisado pela inesquecível Ireni Granchi, mostra seres alienígenas uniformizados como militares. Neste caso, Antônio pode ver maquinários e armas potentes, além de ter presenciado a duplicação de um sósia perfeito. Antônio garante já ter viajado 11 vezes ao planeta destes seres.





Cabala (caso Tasca)

7 – No caso Antônio Tasca ocorrido em Chapecó, SC , aparece uma personagem chamada Cabala que lhe transmite advertências sobre as armas nucleares, sobre as dominações políticas, econômicas e financeiras e da proliferação humana descontrolada. Fala do corpo, da mente, do espírito e de Deus.



Pequena galeria dos tipos mais comuns de Ets

8 – Ao longo dos tempos a casuística ufológica, vem retratando inúmeros tipos alienígenas que nos demonstram uma real e concreta realidade da multiplicidade alienígena. Ela é tão vasta que daria para escrever uma coletânea de livros a respeito. (Quem sabe num futuro ainda o faça). Porém, no momento procuro dar vazão ao questionamento sobre se existe ou não uma variedade de seres alienígenas. E podemos perceber que há muito tempo somos visitados por seres estranhos a nós, não só na morfologia como, também, no comportamento e até na estrutura molecular. Já houve caso de cura como também de seqüelas em humanos causadas por seres de diferentes espécies.

Certamente, eles estão vindo de lugares adversos com outra cultura e intenções das mais variadas possíveis. O ser humano quando imbuído de sua roupagem de conquistador, exterminou povos, escravizou outros, e por que não esperamos atitudes semelhantes de seres que aqui descem? Basta lembrarmos dos casos de abdução!

Precisamos tomar consciência da multiplicidade desses seres a ponto de estarmos preparados para as mais diversas formas na estrutura como no seu comportamento. Muito apropriada a frase do Gevaerd que, por sinal, contribui muito para a informação ufológica.

Não posso deixar de mencionar aqui algumas criaturas que fazem parte da casuística, mesmo que não tenham a aprovação de uma grande parte dos ufólogos.


   




Reptilianos: segundo relatos, muito atuantes na África.

9 – Estes seres com aparência reptiliana têm surgido ao longo de nossa história, com uma freqüência pouco conhecida da maioria dos interessados em Ufologia. Pode parecer estranho, fantasia ou até mesmo psiquismo de quem o mostra. Mas, temos indícios palpáveis de sua veracidade. Principalmente em alguns paises da África, junto a povos de cultura antiga com repercussões até hoje em dia, onde seu maior pesquisador é Credo Mutuwa.

O fato é que não podemos descartar nenhuma das hipóteses e temos que dar crédito aos contatados e seus relatos. O que pode nos parecer absurdo hoje, amanhã com mais estudos e pesquisas, pode ser uma verdade que nos fará buscar ainda mais relatos, que antes nos pareciam fantasiosos.

Sou totalmente a favor da tese de que há sim, uma multiplicidade de tipos alienígenas nos visitando desde nosso remoto passado até hoje e, certamente, ainda será assim por muito, muito tempo.
Última Atualização ( 26 de novembro de 2007 )

terça-feira, 13 de novembro de 2012

A caixa de Jinx


Uma pequena caixa, na qual haviam duas mechas de cabelo, uma laje de granito com inscrições, uma taça, duas moedas, um castiçal e supostamente um espírito ídiche aprisionado, essa é a peça está envolta em um enorme mistério.
Tudo começou em plena a Segunda Guerra Mundial, quando um homem fugiu de um campo de concentração nazista, a partir daí ele foi para Espanha, onde comprou a caixa, que depois ficou de herança para sua neta. Muitos anos depois, em 2003 ela estava à venda e um homem chamado Kevin Mannis a comprou, recebendo o aviso para não abrir a caixa e nem tentar devolvê-la.

Com toda a curiosidade, Kevin abriu a caixa e encontrou diversas coisas do folclore judeu, mais especificamente objetos que normalmente são usadas para exorcizar demônios segundo aquela cultura. Após isso, diversas coisas estranhas começaram a acontecer, primeiro Kevin começou a ter pesadelos diários, assim como todas as pessoas que dormiam na sua casa. Sem ligar a caixa aos estranhos sonhos, ele a deu para sua mãe, uma admiradora de objetos antigos, no mesmo dia ela teve um derrame.
Depois disso, a caixa foi parar nas mãos de um estudante chamado Iosif Neitzke, que começou a sofrer de dores de cabeças e perder cabelo, até as luzes de sua casa estouravam sem explicação. Em pouco tempo ele resolveu se livrar da caixa a vendendo no Ebay (link da venda pode se visto clicando aqui). Rapidamente Jason Haxton, um diretor de museu se interessou e comprou a caixa.
Logo que a colocou em casa, coisas estranhas começaram a acontecer: todo mundo que ia lá reclamava que estava frio, mesmo com o aquecedor ligado, e o local onde a caixa ficava sempre fedia a urina de gato, não importando quantas vezes o lugar fosse limpo.
Em pouco tempo Haxon estava doente, tendo urticária, tosses com sangue e outros problemas. Não sabendo mais o que fazer, ele iniciou uma investigação para encontrar a origem da caixa e se realmente havia um demônio preso nela. Depois de muitas pesquisas ele chegou a resposta, aparentemente a caixa havia sido usada por um rabino nos anos 40 para aprisionar demônios, que seriam usados contra nazistas na guerra, mas a caixa jamais cumpriu sua tarefa.
Sabendo o que havia nela, Haxon pediu ajuda a rabinos que o ajudaram numa espécie de exorcização que prendeu o demônio novamente na caixa. Ninguém sabe onde ela esta hoje em dia e Haxon prometeu levar o segredo para o túmulo, não querendo que alguém a abra novamente e libere o demônio outra vez.
A história ficou tão famosa que até mesmo o famoso jornal LA Times fez uma matéria sobre ela, que você pode conferir nesse link: A jinx in a box?
Seria isso apenas mais um mito da internet ou um demônio realmente estava preso na misteriosa caixa? Esse é mais um mistério, sem reposta

FO NTE: MINILUA

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Mulher tem três cérebros e trabalha na NASA


notícias bizarras

Uma mulher venezuelana de 27 anos ganhou as notícias do mundo devido a sua condição inusitada: além da garota possuir um QI superior a média das pessoas, possui três cérebros (!). 

Segundo um jornal a garota viveria em um apartamento em Houston, no Texas – Estados Unidos e trabalharia para a NASA em um programa para pessoas superdotadas. 

A garota conta que a sua estranha condição foi descoberta em sua infância quando um raio x descobriu que ela teria três cérebros, com todos em funcionamento.

A notícia continua dizendo que entre os testes realizados para entrar neste trabalho ela teria tido que decorar a bíblia. Adele, a moça em questão, disse que fez a sua tarefa em cinco horas, porém teria tido uma melhor performance se o livro não tivesse escrito em alemão.

 Segundo o jornal o fenômeno dos três cérebros em uma pessoa náo é exclusivo de Adele, pois registros mostraram que o alemão Ricardo Hesse (Berlin, 1675-1765) nasceu com quatro cérebros, embora dois fossem atrofiados. Hesse morreu pobre embora tenha sido atribuída a ele a invenção da roda de borracha e de alguns princípios terapêuticos sobre aguas magnetizadas.

Adela Calero , possui um QI elevadíssimo, sendo considerada mais inteligente que Einsten e ainda não inventou nada, porém diz trabalhar em um projeto tecnológico que será divulgado brevemente. Ela também é fluente em francês, inglês e espanhol. A garota casou há dois anos e seu marido diz ser feliz por ter uma mulher tão inteligente ao seu lado.

Verdade ou sensacionalismo do jornal?

Fonte: Jornal Del Mundo

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A sombra fantasma.

Saudações do além! 
Eis que mais uma vez posto uma história ou um "causo" que aconteceu comigo. melhor dizendo, com minha filha.
Ana Clara tem 7 anos e é uma garotinha muito esperta e antenada com as "modernidades" para acreditar em coisas do outro mundo. Mas, certa noite, estando ela deitada em sua caminha, 
lendo um catálogo - sim, ela já sabe ler- quando viu que a sua mãe (Clarisse) a observava escondida por detrás da parede do corredor. Minha esposa a espreitava para saber o que Ana Clara estava resmungando. Pois pensou ter ouvido Ana Clara dizendo alguma coisa, mas para espanto de Clarisse, Ana Clara estava de boca fechada. Quando percebeu que fora descoberta espreitando, minha esposa foi embora rindo em direção à sala de estar, mas foi surpreendida por Ana, que correndo foi ao encontro da mãe e a abraçou apavorada, tremendo muito. Clarisse a indagou o que havia acontecido ao que  Ana Clara respondeu que tinha visto uma sombra de pé no corredor, chamando-a. 

Para nossa felicidade, a tal sombra nunca mais foi vista desde então.
Como já relatei antes em outras postagens, muitas coisas estranhas aconteceram comigo quando criança. Nunca tinha acontecido nada com minha filha. Espero que nunca mais algo assim se repita.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

A mulher que reviveu

Essa história maluca aconteceu na China e deixou o mundo surpreso, afinal não é todo dia que uma pessoa ressuscita depois de passar seis dias morta.
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Há alguns dias atrás uma velhinha de 95 anos chamada Li Xiaufeng foi encontrada morta em sua casa, caída no chão e não apresentava pulso e nem respirava. Rapidamente os parentes foram avisados e a notícia da morte se espalhou.
Assim o velório foi iniciado e como na China existe a tradiçãode que uma pessoa só pode ser enterrada depois que todos os parentes a amigos fizerem sua despedida, por isso algumas vezes o velório de estende por muitos e muitos dias. Li Xiaufeng já estava a seis dias sendo velada, até que um amigo dela chegou para se despedir e curiosamente encontrou o caixão vazio.
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Certamente quem viu o caixão vazio ficou assustado e deve ter ficado mais ainda quando encontrou a mulher na cozinha, fazendo algo para comer. Isso mesmo, depois de seis dias sendo velada e considerada morta Li Xiaufeng levantou-se e como estava com fome foi para cozinhapreparar algo.
Depois que o susto passou, todos foram em busca de uma explicação e foi descoberto que ela teve uma morte artificial, que é quando uma pessoa dorme e seu corpo respira de maneira tão fraca que mal se pode notar. Por isso todos foram enganados.
Depois desses seis dias de sono a velhinha está muito bem de saúde, seu único problema foi que teve suas coisas todas queimadas, pois a tradição chinesa diz que os bens dos mortos devem ir para o fogo.
Fonte: Minilua.