sexta-feira, 24 de agosto de 2012

O “Mosteiro do Diabo”

O “Mosteiro do Diabo” ou “Mosteiro Maldito”, um lugar em que, segundo dizem, habita o próprio Diabo.


A cerca de 40 km de Servilha, na localidade de Carmona, erige-se, no cimo de terras elevadas, dominando uma outrora extensa charneca, um velho e semi-destruído edifício... De tétrico aspecto e amplas dimensões, leva consigo uma lenda demoníaca... Estamos falando do chamado “Mosteiro do Diabo” ou “Mosteiro Maldito”, um lugar em que, segundo dizem, habita o próprio Diabo.
É necessário mergulhar na história deste lugar para comprovar que sua justificada fama se estende na profunidade do tempo...Uma história apaixonante e, de sua feita, tenebrosa.

Jordi Fernandes, investigador radicado em Servilha, é uma dos que mais e melhor têm investigado a história do lugar; são as suas pesquisas que nos levam a desentranhar os primeiros mistérios do velho e mítico edifício. O que hoje conhecemos como “Mosteiro Maldito” ou “Mosteiro do Diabo” realmente se chama “Horta dos Frades”. Mas , no século XVII, foi batizado como “Horta de São José”. Vários nomes para descrever um grande convento em que o mistério e a lenda se fundem aos olhos do pesquisador que intenta preencher o seu caderno de campo junto àqueles muros.


História de um lugar maldito



Foi no ano de 1620 que fundaram, nessa vasta extensão de terreno, um mosteiro de franciscanos-dominicanos dedicado ao internato e à iniciação do noviciado. Algo que realmente não pode ficar indiferente ao investigador é o fato de que, na biografia autêntica da nobre cidade de Carmona, não existe nenhum documento acerca da historiografia desse convento. É como se o tempo bouvesse intentado manchar suas trihas para ocultar algum momento pavoroso do passado. Somente possuímos dois documentos que atestam a existência física e histórica do convento. Um nos fala de uma doação, em forma de alimentos, que a Junta de Governo fez para evitar que os monges morressem de fome; o segundo dos documentos podemos encontrá-lo no arquivo histórico da Junta da cidade de Carmona e, quiçá, em que pese ser o mais extenso dos dois, é o mais misteriodo... No dito arquivo histórico (concretamente no Bloque 10, 20, IN Suparan, 203, 210 - extenso, legajo 120; cámara 8), deparamo-nos com um documento extremecedor, que assim diz:

De uma parte, José Díaz de Alarcón, Escrivão e por outra, Juan Rodrigo Perea, frade dominicano, en união com alcaides e demais forças públicas e religiosas, nos narra assim os fatos ocorridos:
“Eu, senhores, me fiz frade dominicano no comento de São José, onde abracei o noviado há três anos, pouco mais. Na manhã de 20 de novembto deste ano de Nosso Senhor (1680) entrou por parte de Cantillana um aspirante ao noviciado que disse chamar-se, segundo me lembro, D. Jaime Malvidas e que foi aceito com plena satisfação por parte do Prior e dos demais. Este homem era alto, de grossas sobrancelhas, de mariz aquilino e a sua face era tão delgada como a de uma espada. Nunca o vi em companhia de outros na horta ou na capela, o que nos causou estranheza. Eu, senhores, não sei como ocorreu: na manhã do dia 2 de novembro do ano acima referido, quando despertei, não encontrei a porta de minha cela aberta como era o costume (pois como os senhores sabem, todas as noites nos põem chaves e ferrolhos) e, crendo que ainda era muito cedo, entreguei-me a profundas meditações.

Depois de esperar um pouquinho, senti por fim uns passos débeis que provinham do corredor e que morriam bem na porta de minha cela. A porta, de um suave golpe, pôs-se aberta; mas qual não foi a minha surpresa quando pude me certificar que atrás desta não havia nada... Então foi quando pensei que talvez a primeira missa já houvesse começado, e eu ficara, mortificado, a dormir; mas , ao ver que as portas das celas de meus companheiros estavam abertas de par a par, fiquei pensativo um momento, até sair correndo em direção à capela. Quando lá cheguei, não vi ninguém; e entrou-me um calor desde a garganta até o peito quando ouvi uns lamentos a meia voz que, ao que parece, provinham da cozinha que estava ao lado da capela... .... Quando cheguei à cozinha, os queixumes eram ouvidos mais fortes dentro de mim, o que me fez pensar que era eu mesmo quem os produzia.

Mas prontamente percebi que o lugar de sua procedência era a cave, e, sem poder evitar, vi-me, não sei como, descendo suas íngremes escadas. E maldito seja, maldito seja, senhores, o momento em que entrei naquele cômodo, pois, ao fazê-lo, deparei-me com o Prior e os outros monges dependurados nos ganchos que usamos para pendurar porcos, carnes e chouriços. Eu, senhores, ao ver aquele quadro infernal e sangrento, comecei a vislumbrar uns seres pequenos que, apinhados ao redor dos cadáveres, comiam as suas carnes. Naquele momento senti um desmaio passageiro e pude ver, senhores, que os seres dos quais acabei de falar fundiram-se em um ente só, de repugnante aspecto. Olhando para mim, disse-me as seguintes palavras: ´Deixei-o viver para que anucie a minha vinda ao mundo´. Então, um incêndio começou a se alastrar pela cave... Não pude mover um músculo sequer para mover-me e fugir e, quando o fiz, a mesma voz, a que me referi anteriormente, voltou a dizer: ´Vá e diga que Satanás está aqui´”.


Isto é só uma parte desse aterrorizante documento que fala de demônios, de seres estranhos e de terríveis assassinatos ocorridos no interior do edifício.

Outra parte interessante desse documento é o que relata o alcaide Alonso Sans de Heredia. Em seu relato fala acerca do momento do sepultamento dos monges assassinados e alude a um fato insólito e, ao menos, esteremecedor. Conta que no momento do sepultamento, realizado nos terrenos da cave, e, diante de muitos compatrícios de Carmona, foi testemunha de “um fenômeno sobrenatural”. Tal consistiu no obscurecimento do céu e, em meio a colunas de fogo, a visão de um rosto horrível que tinha a forma de um animal nocivo. Mais tarde, num raio fulminante, desceu uma luz branca e, sob esta, um ser de forma mais humana. Comenta que todo mundo saiu apavorado.

Outro momento estranho desse mesmo relato é a de uma tentativa de exorcismo por parte do povo, da qual derivou muito mais vítimas pelas mãos do próprio demônio. Depois desses fatos, mandaram salgar o lugar para expulsar o demônio e desapossar de todo mal aquele local sagrado.

Uma bula papal ordenou que fossem rezadas missas e realizadas procissões na cidade de Carmona. Todo o documento a que nos referimos foi assinado pelo arcebispo de Jarez da época e que, em sendo vero, conferiria uma aura de inquestionável credibilidade ao que aconteceu lá no século XVII.




Crônica do mistério, crônica de uma investigação



Levávamos quase um ano de silenciosa investigação no mosteiro, recolhendo informações, testemunhos, dados e coligindo provas ou vestígios do paranormal. Junto ao investigador Luis Mariano Fernánez – trazido “ex professo” de Málaga para a investigação –, encontravam-se os pesquisadores locais Jordi Fernández e José Manuel García Bautista, que eram esperados no edifício por duas testemunhas dotadas de certa sensibilidade, que tratariam de lançar maiores luzes sobre o mistério do lugar. Anoitecia, e uma inquietante bruma começou a apoderar-se da velha charneca; e, das brumas, sobressaía a sombria silhueta do maldito edifício “O Mosteiro dos Frades”. No seu interior, os pesquisadores haviam passado boa parte do dia realizando todo tipo de provas, medições, experiências; entretanto, os fatos de maior importãncia ocorreriam justamente ao cair do Sol, com a vinda dessa eterna aliada que parece ser a noite.

Jordi Fernández se encontrava junto a Luis Mariano Fernández explicando-lhe todas as argumentações lendárias acerca do lugar e as práticas satânicas realizadas em seu interior. Acompanhava-os Maria José F. e Carnem R. Foi o pesquisador sevilhano José Manuel Garcia Bautista quem decidiu aventurar-se no segundo pavimento, após galgar uma escada já não mais existente, para tentar captar as esfera luminosas que haviam sido vistas por testemunhas nos dias anteriores. Um andar onde também se desenham penosas sombras humanas que parecem por ali vagar, ou formas amorfas e semi-humanas que se perdem onde, outrora, localizava-se o altar. Um buraco no chão adverte para o perigo do terreno quebradiço em que se pisa.






As testemunhas nos relatavam o seguinte:


“Em Carmona, todo mundo sabe o que acontece aqui. Poucos são os que falam, mas muitos os que vêm, e, após viverem todo tipo de experiências, optam por jamais voltar. Não sabemos se a lenda ainda vige ou não neste lugar, mas o certo é que aqui não é raro encontrarmos grupos de pessoas que vêm fazer ritos satânicos e invocar o Diabo...” E prosseguem: “Aqui acontece de tudo. Uma equipe de televisão saiu correndo um dia porque algo aconteceu a ela. Habitualmente, bolas de luz são vistas, assim como vultos nas alas secundárias. Além disso, o lugar está carregado de negatividade, de maldade; aqui habita algo maligno, aqui vive o próprio Mal e, se ele se manifesta, podemos passar muito mal... Há anos, séculos, contornou-se o lugar de sal para aprisionar ou afugentar o Mal que aqui habita, mas creio que ele ainda está aqui, nem mesmo os párocos quiseram saber deste lugar”. Carmen R. fazia um cometário que, em última análise, deveria ser quase profética: "Hoje não deveríamos ter vindo, o que está qui hoje não nos quer... nós incomodamos... Nós temos que ir ou algo de ruim pode acontecer."


Enquanto percorríamos cada uma das estâncias do lugar, Luis Mariano Fernández e o resto do grupo tiveram uma especial e desagradável sensação ao entrar no último cômodo da última ala do edifício. O pesquisador malaguenho assim narrava: “Era como se algo me tivesse provocado um mal-estar, ao entrar ali. Eu tinha uma sensação de estar sendo vigiado, de não estar só. Come se diz agora: era uma fria estar ali dentro”. E assim o grupo desceu à desconjuntada cave, à cripta do edifício, a uma cripta na qual, conduzidos por Jordi Ferández, descobrimos um fato quase macabro... No chão, restos de animais mortos quase mumificados... Ovelhas, um cordeiro e galinhas. Ao seu redor, algumas garrafas de rum e um recipiente que, no sentir de Luis Mariano Fernández, recordava as páticas de rituais afro-caribenhos, o que se confirmou após consultas a peritos no assunto. Animais a princípio usados para fins rituais no interior de um edifício outrora consagrado e hoje rendido ao Diabo. Depois de deixarmos a cripta, uma série de fatos inquetantes começou a se manifestar. Jordi Fernandes, acompanhado por María José e Carmen R., pôde observar, no compatimento do final da ala, um resplendor, algo que lhes chamou a atenção. Mas quando todo corpo da equipe ali si encontrou, o fenômeno já havia passado. De volta à nave principal do edifício, começa uma rodada de entrevistas para o programa dirigido em Málaga por Luis Mariano Fernandez, “Meus Enigmas Favoritos”.

Luis vai entrevistando um a um dos presentes, registrando todos estes testemunhos em seu “minidisc”. Frente a ele, José Manuel García Bautista filma todas as entrevistas, assim como diferentes tomadas do edifício. Chegados ao centro das tomadas, começaram-se a escutar uns sons estranhos, provenientes do final da galeria, um excêntrico arrastar de pés que se movem letentamente de um lado para o outro, e cujo inequívoco ressoar não passa despercebido aos presentes. O som é extremamente insitente, a temperatura naqule lugar e no altar é recolhida por aparelhos de medição: -15º C!!!, o que é impossível, a menos que o paranormal esteja se manifestando, e José Manuel García Bautista decide abandonar os trabalhos de gravação, deixando-os a cargo de Ana M. – outra participante nessa noite de investigação – para ir pesquisar a procedência do som que parecia haver descido do pavimento superior e estar movendo-se nas proximidades do grupo; algo cuja aparência era invisível para todos.

Ao chegar ao lugar, somente uma extrema queda de temperarura se insinua, fato que não inqueta o servilhano; todavia, ao girar a sua cabeça, algo o deixa petrificado, o mistério diante de si, o inólito se manifesta frente a ele; a uns escassos vinte metros pôde ver uma sombria personagem, uma silhueta luminosa que começa a deambular por toda segunda ala em direção ao final da galeria...José Mauel Garcia dá a voz de alerta e enceta uma carreira tão frenética quanto pavorosa atrás daquela silhueta luminosa. Atrás dele, somente podem segui-lo, a dura penas, os investigadores Luis Mariano Fernández e Jordi Fernández... o acidentado e perigoso terreno faz com que sigam com maior precaução, embora o servilhando pareça dotado de uma velocidade insólita...

Ao chegar, algo acontece. Quando entra na sala, algo repele o pesquisador, que tomba inerte vários metros atrás, mas em segundos se recupera e trata de ganhar a entrada do cômodo, ficando quase ajoelhado. Assim narrava o sucedido: “Foi algo muito estranho. Durante toda a entrevista, Ana e eu tínhamos a sensação de passos atrás de nós. Já alertado, decido ir ver o que acontecia. De início nada, mas, ao olhar para cá, vi uma espécie de silhueta luminosa andar até esta sala.

Isso significava que ela estava alerta e começou a correr até aqui; ao chegar, ao dobrar a esquina para entrar, deparei-me com um ser alto, luminoso mas sem fulgor, que me olhava com umas aberturas ou olhos negros... ao me aproximar, mais como resultado da inércia da velocidade que da vontade, algo me repeliu, me empurrou para trás, os ramos me frearam, mas era como se alguma coisa me houvesse repelido à aproximação Ao recobrar-me e tentar ganhar aquele espaço, aquele ser já havia desaparecido. Foi tremendo! Atrás dele, Luis Mariano Fernández afrimava: “Houve um momento em que eu o vi voar pelo ar vários metros para trás. Aquilo era sobre-humano desde logo... era como se algo lhe tivesse empurrado e elevado vários metros. Foi muito forte.” Jordi Fernandes e as garotas não tinham como explicar a vertiginosa carreira numa zona onde é impossível avançar a tal velocidade, a par do perigo da escuridão: “Creio que, se alguém caísse, morreria”, afrimava o investigador. De volta, continua a rodada de entrevistas; é justamente durante ele que José Manel García perde a consciência e cai sobre o terreno, ficando inerte no chão. O grupo teme o pior... Produto da frenética corrida ou uma nova vítima do mistério por trás do enigmático fenômeno de repulsão física vivida minutos antes? Seja como for, ele jazia ali, enquanto o grupo tratava de reanimá-lo.

Recobrada a consciência, após momentos muito tensos, Carmen R. pregunta ao grupo se não é hora de debandarem. Algo foi notato, algo foi pressentido. Alguma inquestionável sensação volta a alertar os integrantes daquela investigação: “Ou vamo-nos embora agora, ou algo muito ruim vai acontecer”. Depois do acontecido, todos se dispõem a recolher os equipamentos, mas algo, talvez esse Maligno, não queria que sua advertência caísse no esquecimento e que servisse para ocasiões futuras. Luis Mariano Ferández sofre um sério contratempo: ao andar, algo aravessa seu grosso calçado, fincando-se na carne de seu pé; em seguida, sente algo quente, e todos temem pelo pior. Um vidro perfurante, malignamente situado – quase que ai colocado maliciosamente –, atravessou a bota do malaguenho... como uma profecia, a noite não deixa de antepor contínuos incidentes e o ambulatório municipal de Carmona registra o ingresso de Luis Mariano Fernádez.

Aquele vidro apenas rasgou a pele do malaguenho, mas ainda assim ele requer atenção médica, como demonstra o registro da emergência. E, curiosamente, a história do mosteiro maldito não passa despecerbida aos presentes no serviço médico, e um dos Auxiliares Técnicos Sanitários que atendem o paciente, ao sairmos, nos fala: “O amigo de vocês teve muita sorte. Um pouco mais e não somente o pé seria destroçado: teria sido fatal. Quase quase milagroso. Não sei como vocês puderam meter-se naquele local. É um lugar maldito, onde ocorrem muitas coisas estranhas; aquele solo está amaldiçoado de verdade. Não voltem lá.” Malgrado o conselho, o malaguenho ainda queria voltar para prosseguir na noite de pesquisas, mas a prudência recomendava repouso: conosco, ele havía sido partícipe e testemunha do impossível, da esseência mesma do mistério em uma noite de investigação que perdurará durante muito tempo em sua retina.



Epílogo para uma investigação sem igual



O “Mosteiro Maldito” não deixa de surpreender o pesquisador que vai a ele para desentranhar os seus mistérios e enigmas. Ao concluir nossa pesquisa, uma nova cripta é descoberta no lugar por Jordi Fernández, semi-sepulta e coberta pelos escombros desprendidos do edifício.

Uma nova morada subterrânea onde investigar e quem sabe a chave do mistério deste velho e maldito edifício... mas, estamos preparados para desvelar os seus segredos? Atrás ficaram horas de investigação, testemunhos e depoimentos, experiências, visões, aparições, círculos ou esferas luminosa, detectores que atestam a presença de algo que não podemos ver e que todavia nos acompanha, detectores térmicos que revelam flutuações impossíveis em um lugar onde o impossível parece ser o habitual. É a história de um lugar maldito, é a história de uma investigação no denominado “Mosteiro ou convento dos Frades” para uns e “Mosteiro do Diabo” para outros, porque aqui, dizem, é onde se encontra a morada do prórpio Diabo. Informaram os investigadores*:

Luis Mariano Fernández, Jordi Fernández y Jose Manuel García Bautista
Em Servilha, 9 de março de 2008. (*) Pesquisadores espanhóis de fenômenos paranormais.

Traduzido do espanhol por Paulo Soriano do site Contos Grotescos

10 FATOS QUE NINGUÉM CONSEGUE EXPLICAR.

10- A Conexão Corpo/Mente

Segundo Chaplin, a mente pode ser entendida como os processos de percepção, pensamento, recordação e comportamento inteligente. A ciência médica está apenas começando a compreender como a mente afeta o corpo. O efeito placebo, por exemplo, revela que às vezes as pessoas podem sentir alívio dos sintomas de doenças tomando uma pseudo-medicação ou seguindo uma terapia, pois só de pensar que lhes tenham sido prescritos algo já se gera efeitos ao corpo. A capacidade do corpo de se curar é muito mais surpreendente do que qualquer coisa que a medicina moderna pode criar.

Além disso, há entre o corpo e a mente elementos que até hoje não foram desvendados, por exemplo, será que sua consciência é verdadeira? Ou tudo mora na glândula pineal deonde vem todos nossos anseios? Se as coisas estão onde os seus efeitos se originam. Logo, o pensamento vem do cérebro, que é a origem do comportamento. CONTRADIÇÃO? Se a mente fosse completamente externa ao corpo físico, seria difícil entender como seus atributos se associam com propriedades do cérebro físico; Devemos buscar respostas mais profundas nas estruturas materiais físicas e reais que constituem o cérebro.

9- Poderes psíquicos e a percepção extra-sensorial

Os poderes psíquicos e de percepção extra-sensorial estão entre os dez maiores fenômenos inexplicáveis desta lista simplesmente porque que os cientistas não têm sido capazes de explicar porque é que há pessoas que dizem “sim” e levá-las realmente tê-las. Há pesquisadores tentando provar que há pessoas que afirmam ter poderes psíquicos, embora os resultados científicos em condições controladas até agora têm sido negativos ou ambíguos. Alguns argumentam que os poderes psíquicos não podem ser testados ao menos que sejam na presença de pessoas céticas. Se assim for, será muito difícil para a ciência para ser capaz de provar ou refutar a existência de poderes psíquicos.

8- Experiências próximas da morte ou a vida depois da morte

Algumas pessoas que chegaram perto da morte, por vezes, relatam experiências místicas diversas (como entrar num túnel e caminhar até uma luz, reunir-se com seus entes queridos, um sentimento de paz, etc) que pode sugerir uma existência mais além do túmulo. Embora estas experiências sejam profundas, não retorna como uma prova ou informação verificável “para além do túmulo.” Os céticos sugerem que as experiências são explicáveis como uma natural e previsível alucinação de um cérebro traumatizado por aquilo que aconteceu, mas não há nenhuma maneira de saber ao certo se isso realmente acontecer perto de ser a morte ou se são realmente visões do “outro lado”.

7- OVNIs

A palavra OVNI quer dizer “Objeto Voador Não Identificado”. Não cabe duvidar que há muitas pessoas que vêem coisas no céu que não podem ser identificadas, de aviões a balões-sonda de meteoritos. Assim, uma vertente da ufologia mundial acredita que parte dos registros visuais dos chamados “discos voadores” são, na verdade, registros visuais de aeronaves terrestres em forma de disco, que desde meados dos anos 40 têm sido estudadas, construídas e testadas. Projetos secretos, que explicariam, em tese, a negativa das Forças Armadas diante de indagações sobre discos voadores. Cerca de 90% dos relatos registados em todo o mundo são explicados pela ciência, incluídos nesse valor os embustes, relatos fictícios e provas documentais forjadas. Sobre qualquer um desses objetos nunca foram apresentadas provas oficiais de objetos voadores não identificados a partir do espaço ou de outros planetas. No entanto, embora cuidadosas investigações tenham revelado causas conhecidas para a maior parte dos relatórios sobre avistamentos, alguns incidentes OVNI continuam sem explicação.

6- Deja vu

Deja vu é uma expressão francesa que significa “já visto”, referindo-se à intrigante e misteriosa sensação de ter experimentado um conjunto específico de circunstâncias de que já foi se vivenciou aquilo antes. Uma pessoa pode entrar um edifício, por exemplo, em um país estrangeiro que não tinha visitado antes e preocupantemente sentir uma sensação de familiaridade. Alguns atribuem o Deja Vu psíquico a experiências de vidas anteriores, mas o fenômeno em si continua um mistério. Há uma vertente que diz que é possível que a sensação seja disparada por ação neuroquimica no cérebro não estando ligada a nenhuma experiência do passado. Sente-se estranho e associa a sensação com já ter experimentado isso antes, mesmo se a experiência é completamente nova. Ou seja, déjà vu pode não envolver um falso reconhecimento de algo que já se viu antes. A sensação de déjà vu é comum entre pacientes psiquiátricos. Também precede ataques de epilepsia do lóbulo temporal. E, em 1955, quando Wilder Penfield fez a sua famosa experiência na qual estimulava eletricamente lóbulos temporais, encontrou um bom numero de experiências de déjà vu.

5- Fantasmas

A aparição de fantasmas faz parte da nossa cultura e folclore de muitos séculos. Muitas pessoas têm relatado aparições vendo estranhas sombras ou seus entes queridos já mortos. Embora a definitiva prova da existência de fantasmas permaneça evasiva, ainda há testemunhas que relataram vendo, fotografando, e até mesmo comunicando-se com os fantasmas. Alguns estudiosos têm a esperança de que um dia poderão provar que os mortos podem entrar em contato vida e de fornecer uma resposta definitiva para o mistério.

4- Desaparecimentos misteriosos

Em muitos casos, há pessoas que desapareceram de repente sem deixar um único rastro. Muitos destes desaparecimentos se resolvem com o tempo através de inquérito policial, confissão, um acidente, mas, nunca graças a um “detetive psíquico”. Há uma série de desaparecimentos que nunca foram resolvidos e que aparentemente continuarão sem solução. São inúmeros os casos de pessoas que da noite para o dia desaparecem sem deixar rastro.

Durante a Guerra de Sucessão espanhola de 1707, 4 mil homens de uma força de invasão marchando ao pé dos Pirineus, a caminho da Espanha, através de uma passagem da montanha. simplesmente desapareceram. Este grupo nunca alcançou seu objetivo, nem jamais foi encontrada. Durante a invasão francesa da Indochina por volta do século XIX, 650 fuzileiros marchando para Saigon, desapareceram sem nem mesmo ter encontrado o inimigo. A possibilidade de que os fuzileiros pudessem ter sido emboscados pelas forças vietnamitas foi descartada já que um outro grupo seguia de perto os fuzileiros e não ouviu os sons de um encontro armado, nem encontrou armas espalhadas, equipamentos ou corpos. Pode-se destacar que há, também, certos locais no planeta famosos por desaparecimentos humanos. Um exemplo é o Triângulo das Bermudas e o Triângulo do Diabo, do Japão, tem formado parte dos estudos populares paranormais há décadas.

Há uma explicação do parapsicólogo argentino Juan Jacobo Bajarlya que admite a existência de um fenômeno conhecido como hiloclastia - a penetração da matéria pela própria matéria. Este fenômeno explica como um objeto sólido pode atravessar uma parede por outra dimensão sem deixar um traço físico. Apesar da teleportação ser um efeito colateral da hiloclastia, o Dr. Bajarlya afirma que efeitos paranormais somente poderiam acontecer em um estado de transe paragnosia (o estado de consciência paranormal), que supera os cinco sentidos, ao longo da razão e da vontade livre. A energia produzida pelo indivíduo vivenciando esta condição, geralmente como resultado do medo, pode ser tão forte que consiga fazer com que a pessoa levite ou seja atirada a uma outra dimensão, ou a coloque em um lugar inalcançável. Um tratamento mais completo desta hipótese interessante aparece no trabalho do Dr. Antonio Las Heras, “Respuestas al Triângulo de las Bermudas”. Loucura ou não são teorias.

3- Intuição

Há quem a chama do “sexto sentido”, mas em alguma ocasião todos já experimentaram a intuição em um momento ou outro. Este conceito de “intuição” é, convencionalmente erróneo. Alguns psicólogos optam afirmar que no subconscientemente há informações ocultas sobre o mundo que nos rodeia, nos conduzindo, aparentemente, a determinadas informações que sequer sabemos exatamente o que é. Mas, o porquê de uma pessoa ser capaz de ter uma intuição que se cumpre é um grande mistério que ainda não foi resolvido.

2- Pé Grande

Apesar das centenas de testemunhas que afirmam ter visto esse misterioso ser peludo de pés grandes, jamais foi encontrado nem um só corpo. Seu provável haibat natural fica nas florestas densas no noroeste dos Estados Unidos e oeste do Canadá. Até hoje nunca uma criatura dessa foi morta por um caçador ou corpo encontrado, com exceção de pegadas suspeitas encontradas por um grupo de aventureiros chamados Seekers-Malaysia. Na ausência de provas sólidas, como os dentes ou ossos, o apoio é reduzido para testemunhas oculares e imagens ambíguas e filmes. Uma vez que é logicamente impossível demonstrar uma negativa universal, a ciência nunca será capaz de mostrar que criaturas como Bigfoot ou o monstro do Lago Ness não existe. Para Grover Krantz, pesquisador especializado em criptozoologia (ciência que estuda espécies de animais ainda desconhecidas ou presumivelmente extintas), o Pé-Grande é um descendente do “gigantopithecus”, uma espécie de primata que habitava a Terra há 3 milhões de anos. O mais famoso relato de pé-grande foi feito por Roger Patterson, que teria filmado uma das criaturas no Estado de Washington, EUA, em 1967. Esta filmagem ficou famosa no mundo inteiro e intriga pesquisadores até hoje.

1- O Zumbido de Taos (Taos Hum)

O “Taos Hum” é um som de volume baixo que é ouvido em várias partes do mundo. Especialmente nos EUA, Reino Unido e no norte europeu. É normalmente ouvido em lugares silenciosos, e seu som lembra um motor a diesel distante. Desde que foi provado que esse som é indetectavel por microfones ou antenas de comunicação, sua fonte e natureza ainda permanecem um mistério.

Em 1997 foi realizado um congresso feito por alguns dos cientistas e observadores dos mais prestigiados institutos de pesquisa do país, para para pesquisarem um estranho barulho de baixa freqüência ouvida pelos moradores e vizinhos da pequena cidade de Taos, Novo México (EUA). Aqueles que ouviam o barulho, descrito por eles como um “Hummm” , procuram por respostas. Apesar de congressos e pesquisas, até hoje ninguém sabe a verdadeira causa deste sinistro barulho. Curiosamente, apenas cerca de 2% dos moradores Tao alegam terem ouvido esse som.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

The Bunnyman ( O Homen Coelho )


O Bunnyman é uma lenda sobre um doente mental que fugiu e que assombra uma ponte em Clifton, Virginia.


Após a guerra civil em Fairfax County, Virginia se tornavam mais populosa e, eventualmente, um manicômio foi construído lá. Ninguém queria viver perto do asilo e por causa da indignação pública a instituição foi fechada.

O governo transferiu os pacientes e em 1904 o processo foi finalmente concluído. Durante a transferência, alguns dos pacientes escaparam e se esconderam na mata fechada da floresta. Estes indivíduos eram maníacos, delirantes e perigosos. A maioria deles foram encontrados, exceto Marcus Lawster Griffen e Douglas. As autoridades locais encontraram uma trilha, eles acreditavam que pertencia aos dois, cheio de coelhos meio comidos e mutilados.

A trilha levava floresta a dentro, para uma um túnel em uma ponte atravessando um largo riacho. Lá eles encontraram Marcus pendurado na entrada do túnel. Havia um bilhete preso ao seu pé, que dizia: "Você nunca vai me encontrar, não importa quanto você tente! Assinado, The Man Bunny (O Homen Coelho). "Esse túnel tem sido chamado de a Ponte do Homen Coelho desde então".

A lenda diz que se você andar todo o caminho do túnel por volta da meia-noite o Homem Coelho vai agarrá-lo e enforcá-lo na entrada do túnel.

Estranhas mortes e fenômenos tem sido relacionados com a Ponte do Homen Coelho. Havia um jovem de Clifton, Virginia, que passava pela ponte, enquanto viajava. Mais tarde ao chegar em casa, ele matou seus pais e arrastou seus corpos pela floresta para pendurá-los na ponte e depois se matou. Em 1943, três adolescentes, dois homens e uma mulher jovem, estavam na ponte do homem coelho para a noite de Halloween. Os três jovens foram encontrados mortos, pendurados na ponte com seus corpos retalhados. Tudo com notas anexadas aos seus pés dizendo a mesma coisa: "Você nunca vai pegar o Homen Coelho!"

Em 2001, depois de ouvir o conto, seis estudantes locais e um guia fizeram uma busca na área. Eles encontraram peças de coelhos mutilados durante a busca e deixaram a floresta depois de terem ouvido barulhos e ver vultos movendo-se na floresta.

sábado, 11 de agosto de 2012

Lilith

Lilith (לילית em hebraico)


é referida na Cabala como a primeira mulher do bíblico Adão, sendo que em uma passagem (Patai81:455f) ela é acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. No folclore popular hebreu medieval, ela é tida como a primeira esposa de Adão, que o abandonou, partindo do Jardim do Éden por causa de uma disputa sobre igualdade dos sexos, chegando depois a ser descrita como um demônio.

   
De acordo com certas interpretações da criação humana em Gênesis, no Antigo Testamento, reconhecendo que havia sido criada por Deus com a mesma matéria prima, Lilith rebelou-se, recusando-se a ficar sempre em baixo durante as suas relações sexuais. Na modernidade, isso levou a popularização da noção de que Lilith foi a primeira mulher a rebelar-se contra o sistema patriarcal.

Assim dizia Lilith: ‘‘Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo? Por que ser dominada por ti? Contudo, eu também fui feita de pó e por isso sou tua igual.’’ Quando reclamou de sua condição a Deus, ele retrucou que essa era a ordem natural, o domínio do homem sobre a mulher, dessa forma abandonou o Éden.
     
Três anjos foram enviados em seu encalço, porém ela se recusou a voltar. Juntou-se aos anjos caídos onde se casou com Samael que tentou Eva ao passo que Lilith Tentou a Adão os fazendo cometer adultério. Desde então o homem foi expulso do paraíso e Lilith tentaria destruir a humanidade, filhos do adultério de Adão com Eva, pois mesmo abandonando seu marido ela não aceitava sua segunda mulher. Ela então perseguiria os homens, principalmente os adúlteros, crianças e recém casados para se vingar.

Após os hebreus terem deixado a Babilônia Lilith perdeu aos poucos sua representatividade e foi limada do velho testamento. Eva é criada no sexto dia, e depois da solidão de Adão ela é criada novamente, sendo a primeira criação referente na verdade a Lilith no Gênesis.

No período medieval ela era ainda muito citada entre as superstições de camponeses, como deixar um amuleto com o nome dos 3 anjos que a perseguiram para fora do Éden, Sanvi, Sansavi e Samangelaf para que ela não o matasse, assim como acordar o marido que sorrisse durante o sono, pois ele estaria sendo seduzido por Lilith.

A imagem de Lilith, sob o nome Lilitu, apareceu primeiramente representando uma categoria de demônios ou espíritos de ventos e tormentas na Suméria por volta de 3000 A.E.C. Muitos estudiosos atribuem a origem do nome fonético Lilith por volta de 700 A.E.C.

Lachhiman Gurung


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Nascido em Dakhani, uma esquecida vila nos confins do Nepal, Lachhiman Gurung era um homem pequeno, com pouco mais de um metro e meio de altura, que em tempos de paz jamais seria aceito no exército, mas em tempos de guerra todo homem poderia ser usado, mesmo que não acreditassem em alguém tão pequeno.
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Sendo assim, Lachhiman foi designado para o 8º Gurkha Rifles, depois de ter passado pelos treinos básicos. Durante algum tempo ele lutou na guerra como qualquer outro soldado, até que um dia sua companhia recebeu a ordem para uma importante missão: impedir o avanço de algumas tropas de japonesas.
Enviados para a Taungdaw, seu pelotão estava preparando para atacar os japoneses, quando foram surpreendidos por um número enorme de inimigos, em pouco tempo eles estavam em apuros. No meio do tiroteio, a trincheira onde Gurung estava foi alvejada por três granadas, rapidamente ele se livrou de duas, mas quando a terceira ia ser jogada fora, acabou explodindo em sua mão.
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Na explosão ele perdeu os dedos, machucou o braço e também o rosto, porém mesmo assim continuou lutando enquanto seus amigos agonizavam ao seu lado dentro da trincheira. Estavam ali apenas ele e mais dois incapacitados de lutar.
Tirando forças de algum lugar e esquecendo a dor, Gurung pegou seu rifle e começou a atacar osVC Lachhiman Gurungjaponeses que avançavam, cada vez que o inimigo se aproximava era rechaçado para longe pelas balas do homem com apenas um braço.
Ninguém sabe como, mas Lachhiman defendeu por quatro horas sua posição, espantando os japoneses utilizando-se de apenas um braço, enquanto o outro sangrava. Depois da chegada dos reforços o homem foi salvo e a contagem de corpos inimigos nas proximidades era 87.
Por esse feito jamais d’antes vistos, Lachhiman Gurung ganhou a mais alta condecoração possível a Victoria Cross!
Depois disso, ele ainda esteve no exército por mais alguns anos, retirando-se como Sargento e sendo chamado de lenda por todos. Já na reserva ele virou criador de gado e viveu tranquilamente até morrer aos 92 anos de causas naturais.
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Esse foi Lachhiman Gurung o homem que parou um pelotão inteiro com apenas um mão, tornando-se uma das maiores lendas militares do mundo!
Fonte:minilua.

Richard Ramirez – The Night Stalker


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Era noite do dia 28 de junho de 84, quando Jennie Wincow andava calmamente pela rua de sua casa, como sempre ela chegou e abriu a porta, mas antes que a fechasse alguém empurrou com força, derrubando a velhinha no chão. Quando ela pensou em abrir a boca para gritar, um homem entrou e deu um soco nela ainda no chão. O atacante rapidamente fechou a porta e sorriu.
Primeiro ele levou a mulher até o sofá e bateu na velhinha até quase desmaiar. Mas isso não era o bastante, assim ele arrancou a roupa da velha e a estuprou ali mesmo, mais de uma vez. A mulhermulher morta 1estava totalmente apagada quando ele levantou-se e foi até a cozinha, onde pegou maior faca que encontrou. De volta ao sofá ele subiu em cima dela e lentamente enfiou a faça no pescoço, cortando profundamente enquanto o sangue jorrava para todos os lados. Após quase arrancar a cabeça de Jennie, o matador saiu da casa, no meio da noite, como uma sombra.
Esse foi o primeiro assassinato de Richard Ramirez, um homem que teve uma infância conturbada, onde apanhava do pai quase todos os dias e as vezes passava a noite no cemitério para não ser espancado. Conforme o tempo foi passando esse sofrimento foi transformando-se em rebeldia e ele começou a roubar, foi preso, espancou e apanhou. Até que naquela noite, quando matou Jennie Wincow, ele deixou de ser Richard Ramirez e tornou o temido Night Stalker.
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A noite agora era do dia 17 de março, o matador estava escondido atrás de um pilar, vendo uma
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mulher estacionar seu carro, no momento em que ela desceu, ele saiu do lugar que estava e disparou, sem nem ao menos falar nada. Em seguida seguiu para o condomínio a frente e assassinou Dayle Okasaki, dando um tiro na cabeça. Porém a noite do assassino ainda não havia acabado, ele queria derramar mais sangue. Assim ele foi para outro lugar e descarregou sua arma e uma mulher chamada Tsai-Lian Yu, que consegui sobreviver, porém morreu ainda a caminho do hospital.

Apenas três dias haviam passado, quando Night Stalker voltou a ativa, em um dos crimes mais98577_W400Q100I2SASRFHFVRLRRCLCTCRCBassustadores e macabros de sua carreia de matador. Ele assassinou a sangue frio uma criança de oito anos, dizem que também a estuprou, mas a polícia não quis revelar maiores detalhes do caso, para não apavorar a já assustada população.
A polícia nos arredores de Los Angeles estava trabalhando incessantemente no caso, mas não havia pistas sobre o homem, que só atacava de noite, vestido de preto e carregava uma arma. Não havia um padrão nas vítimas, nem um padrão nos assassinatos. Como poderiam deter esse assassino?

Continua...

Fonte:minilua.