quarta-feira, 20 de junho de 2012

Garoto Hadouken




A revista japonesa Chi in Action vol 38, descreveu a primeira manifestação voluntaria de energia termocinética luminosa (hadouken) em um laboratório com condições próprias para a percepção do fenomeno em um garoto chamado Eiji Homura de 14 anos. Eiji conseguiu estilhaçar uma tela de acrílico (1,5×1,5m) com 1 polegada a uma distancia de 4,5 metros. Os aparelhos detectaram uma esfera discoidal de 25 cm de raio, incandescente (amarelo-branco gradiente) de temperatura de 124 graus celsius. A esfera viajou a uma velocidade de 250 km/h a força de impacto foi avaliada em 600 kg por cm³. O fenomeno foi presenciado por um cientista, dois psicólogos e um mestre de acumpuntura e retenção de Chi (possui recordes no Guiness). Os pareceres foram mistos, o cientista não deu crédito ao ocorrido comentou em possível fraude, os psicologos apoiaram a tese do fato, o menino possui histórico de violência doméstica, a manisfestação voluntária (não provada) teria sido obra deste trauma, o mestre de acumpuntura Chung Zeng Maoi (75 anos relator e entrevistado do artigo da revista) declarou o menino um prodígio e que pretente manter contato com o menino para entedender melhor o que ele é capaz de fazer futuramente. Atualmente o menino vive em Yokohama com os pais adotivos, apesar do “talento” Eiji é uma pessoa calma e tímida e diz nunca ter machucado ninguém com esse “poder”, de fato os danos em seres vivos seriam muito expressivos para não dizer fatais, Eiji deu algumas coletivas em jornais e programas de auditório mas a sua unica atuação pública se deu neste laboratório, os pais adotivos de Eiji não liberaram as imagens do fenomeno, o que se sabe é que o governo japones está apoiando a família em todos os quesitos,saúde, educação, lazer.

Dynamo Jack

Qi ou Ki é um tipo de energia metafísica que permeia e sustenta os seres vivos segundo vários sistemas de crenças, presentes em culturas de todo o mundo, especialmente na Ásia. Existe linhas dessa crença que acreditam que o ser humano é capaz de controlar essa energia e até mesmo, usa-la para outros fins. Dynamo Jack é adepto a uma dessas crenças. No documentário abaixo você verá a trajetória de Dynamo Jack até seu desaparecimento.


Codex Giga, A Bíblia do Diabo


O Codex Gigas (Latim, que significa Livro Gigante) é considerado o maior manuscrito medieval existente no mundo. Foi criado no início do século XIII, presumivelmente no mosteiro beneditino de Podlažice na Boémia (actual República Checa), e agora está preservado na Biblioteca Nacional da Suécia, em Estocolmo. É também conhecido como a Bíblia do Diabo, devido a uma grande figura do diabo no seu interior e da lenda em torno da sua criação.
Uma nota na primeira página indica os monges do mosteiro beneditino de Podlažice, localizado perto de Chrudim e destruído durante o século XV, como os primeiros proprietários do códice. A reduzida dimensão deste mosteiro e a aparente escassez de recursos humanos e materiais faz levantar dúvidas sobre a sua capacidade de produção duma obra desta dimensão.
Os registos nela contidos terminam no ano de 1229. A ausência de qualquer referência à morte do rei da Boémia, Ottokar I, ocorrida em Dezembro do ano seguinte, sugere que a data mais provável para a sua conclusão é o final do ano de 1229 ou o início de 1230.
Devido a dificuldades financeiras do mosteiro de Podlažice, o códice foi mais tarde penhorado aos Cistercienses do mosteiro de Sedlec. A mesma nota na primeira página estabelece que em 1295 o códice voltou à posse dos beneditinos, após ter sido comprado pelo mosteiro de B?evnov. De 1477 a 1593, foi conservado na biblioteca de um mosteiro em Broumov até ter sido levado para Praga em 1594 para fazer parte da colecção de Rodolfo II.
No fim da Guerra dos Trinta Anos, em 1648, a colecção completa foi saqueada pelo exército sueco e, de 1649 a 2007, o manuscrito foi mantido na Biblioteca Nacional da Suécia.
Em 24 de Setembro de 2007, após 359 anos, o Codex Gigas voltou a Praga, a título de empréstimo, e esteve exposto na Biblioteca Nacional Checa até Janeiro de 2008.
Segundo a lenda, o escriba foi um monge que quebrou os votos monásticos e foi condenado a ser murado vivo. A fim de evitar esta severa sanção, ele prometeu a criação, em uma única noite, de um livro que glorificaria o mosteiro para sempre e que incluiria todo o conhecimento humano. Perto da meia-noite, ele teve a certeza que não conseguiria concluir esta tarefa sozinho e, por isso, fez uma oração especial, não dirigida a Deus, mas ao querubim banido Satanás, pedindo-lhe que o ajudasse a terminar o livro em troca da sua alma. O monge vendeu, assim, a sua alma ao diabo. O diabo concluiu o manuscrito do monge e foi acrescentada uma imagem do diabo como agradecimento pela sua ajuda.
Apesar desta lenda, o códice não foi proibido pela Inquisição e foi analisado por muitos estudiosos ao longo dos tempos.
O Codex inclui toda a versão Vulgata Latina da Bíblia, exceto para os livros de Actos e Apocalipse, provenientes de uma versão pré-Vulgata. Estão também incluídos a enciclopédia “Etymologiae” de Isidoro de Sevilha, “Antiguidades Judaicas” e “Guerras dos Judeus” de Flávio Josefo, “Chronica Boemorum” (Crónica dos Boémios) de Cosmas de Praga e vários tratados sobre medicina. Pequenos textos completam o manuscrito: alfabetos, orações, exorcismos, um calendário com as datas de celebração de santos locais e registo de acontecimentos relevantes, e uma lista de nomes, possivelmente de benfeitores e de monges do mosteiro de Podlažice. Todo o documento está escrito em latim.
O manuscrito contém figuras decoradas (iluminuras) em vermelho, azul, amarelo, verde e dourado. As letras maiúsculas que iniciam os capítulos estão elaboradamente decoradas com motivos que, frequentemente, ocupam grande parte da página. O Codex tem um aspecto uniforme pois a natureza da escrita não é alterada em toda a sua extensão, não evidenciando sinais de envelhecimento, doença ou estado de espírito do escriba. Isto levou a que se considerasse que todo o texto foi escrito num período de tempo muito curto (ver Lenda). No entanto, atendendo ao tempo necessário à marcação das guias de delimitação das linhas e das colunas, à escrita do texto, e ao desenho e pintura das ilustrações, os peritos acreditam que o livro terá levado mais de 20 anos a ser concluído.
A página 290 contém apenas uma figura original de um diabo, com cerca de 50 cm de altura. Algumas páginas antes desta, estão escritas sobre um velino escurecido e os caracteres são mais esbatidos que no resto do manuscrito. A razão para a diferença nas cores é que o velino, por ser feito a partir de peles animais, escurece quando exposto à luz. No decurso dos séculos, as páginas mais expostas acabaram por ter um aspecto mais escuro.

O mecanismo de Antikythera



Descoberto por mergulhadores que pescavam esponjas no mar Mediterrâneo em 1900, o mecanismo de Antikythera pode ser o ancestral mais antigo dos computadores. O estranho dispositivo é formado por engrenagens de rodas dentadas, semelhantes às de um relógio de ponteiros. Ele foi encontrado dentro de um navio naufragado perto da ilha grega de Antikythera há cerca de 2 mil anos. Levado ao Museu Nacional de Arqueologia, em Atenas, o mecanismo deixou os cientistas intrigados quanto ao seu emprego. Em 1959, o professor Derek Price, da Universidade de Yale concluiu que a engenhoca era uma máquina capaz de prever as posições do Sol e da Lua no zodíaco em uma determinada data. Uma análise posterior, porém, revelou que o mecanismo de Antikythera era bem mais complexo do que Price imaginava. Michael Wright, curador do Museu de Ciência de Londres, descobriu em 2 000 que a máquina também poderia localizar as posições celestes de Mercúrio e Vênus.

A Fuente Magna


Uma tigela de pedra, achada na Bolívia, contém inscrições semelhantes às de relíquias mesopotâmicas de 3500 anos antes de Cristo. O objeto, batizado de Fuente Magna, pode ser uma incrível descoberta arqueológica – ou uma fraude espetacular.
A Fuente Magna foi encontrada em uma fazenda às margens do Lago Titicaca, a 80 quilômetros de La Paz, capital boliviana. Os pesquisadores Bernardo Yacovazzo e Freddy Arce, de uma ONG local, examinaram o objeto e concluíram que ele trazia inscrições em alfabeto cuneiforme e provavelmente era datado do período sumério. Eles sustentam que os sumérios podem ter estado nos Andes há milhares de anos, mas essa teoria é considerada um delírio pela imensa maioria da comunidade científica. As outras possibilidades são: ou alguém levou uma descoberta arqueológica da Mesopotâmia para a Bolívia ou a Fuente Magna não passa de um artefato forjado.

A pilha de Bagdá


Para que alguém iria querer uma pilha elétrica na Bagdá de 2 mil anos atrás? Ainda não se sabe, mas é fato que um instrumento capaz de gerar energia foi encontrado em 1936, numa ruína próxima à capital do Iraque. O artefato era uma ânfora de barro contendo um cilindro feito de uma liga de cobre e estanho, com uma barra de ferro suspensa dentro dele. O arqueólogo alemão Wilhem Konig percebeu que o objeto estava corroído por uma substância ácida e concluiu que aquilo era uma pilha rudimentar.
Em 1940, o engenheiro americano Willard Gray construiu uma réplica da pilha de Bagdá e, usando uma solução de sulfato de cobre, conseguiu gerar cerca de meio volt de eletricidade. Nos anos 70, o egiptólogo alemão Arne Eggebrecht fez a bateria funcionar melhor ainda com um ingrediente abundante na antiga Mesopotâmia: com suco de uva, a pilha produziu 0,87 volt de energia. Uma das hipóteses para o uso da pilha é a medicina – os gregos antigos, por exemplo, usavam peixes elétricos como analgésico. Mas a corrente gerada é pequena demais. Outra possibilidade é a aplicação da energia para galvanizar metais na ourivesaria.

Localização do Éden


Um dos mistérios mais antigos seria a localização do Jardim do Éden. Se o tal Éden existiu, aonde se localizaria?
Genesis 2:  8 E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, do lado oriental; e pôs ali o homem que tinha formado.
9 E o SENHOR Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal.
10 E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços.
11 O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro.
12 E o ouro dessa terra é bom; ali há o bdélio, e a pedra sardônica.
13 E o nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia toda a terra de Cush.
14 E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o lado oriental da Assíria; e o quarto rio é o Eufrates.
  Os rios Tigre e Eufrates existem até hoje. Cush (ou Kush), era um reino localizado no baixo Egito (atual Sudão/Etiópia). Devemos levar em conta que são milhares de anos, tempo mais que suficiente para alterar o curso original dos rios. Devemos levar em conta também, eventos que podem ter alterado a geografia do planeta, como o afastamento das placas tectônicas, terremotos e a erosão provocada por enchentes ou talvez até mesmo o dilúvio. Sugiro que daqui por diante, quem estiver lendo abra o google maps (http://maps.gogle.com– visão de satélite) e focalize na região do Iraque, Irã, Kuwait. O mais provável é que o Éden se localizasse numa região atualmente submersa no golfo pérsico, pois é a raiz comum do Tigre e do Eufrates. Porém, para que dali saisse um rio que chegue a Etiópia, há necessidade que o Mar Vermelho e o golfo Pérsico não existam nessa época, o que ligaria como um só continente (deriva continental de Wegener = Pangéia?) as terras citadas. Isso é confirmado pelo relevo da costa do Iemen: comparado ao relevo das montanhas da Etiópia, ambos se encaixam perfeitamente, e foram mesmo uma só cordilheira no passado (verifiquem no google maps em modo terreno). Note também, que na Etiópia, dessa cordilheira, nascem diversos lagos e rios, assim como das montanhas no Iemen. Essas seriam a continuação do rio Gion no passado.
Havilah é de localização incerta, mas por referências bíblicas podemos determinar que encontrava-se, saindo do Egito, logo depois de Sur. Em termos de mineralogia, uma das mais conhecidas jazidas de ouro da região encontra-se a pouco mais de 200km de Medina, e dali também se extrai a pedra sardônica. Pra quem não sabe, o bdélio é uma resina aromática, extraida de certas árvores, e é usado como substituto da mirra. Seguindo pela fronteira do Kuwait, temos o chamado rio Kuwait, o qual estima-se ter secado entre 5 a 11 milênios. Entrando quase que em uma reta Arábia Saudita adentro até Buraydah, o leito seco vira para oeste e segue rastreável até 35 km a oeste de Medina, onde entra em terreno vulcânico, cheio de crateras e rochas de formação magmática (evidentemente, bem elevado pela lava no passado, escondendo – e desviando/interrompendo – o fluxo do rio). Porém, pelo que restou de relevo erodido evidenciando o curso antigo, da pra ter certeza de que era ele mesmo…
ode-se ver nas imagens de satélite o leito de um rio seco partindo de Ash Shibhanah (Emirados Árabes), que passa exatamente por um grande campo petrolífero em Harad (Arábia Saudita), dirigindo-se para oeste até Tibrak (Arábia Saudita), onde vira para sul, seguindo por Kumdah (ainda Arábia Saudita) até chegar a região de lagos a norte de Najran (Iemen), onde torna-se um rio novamente, indo para as montanhas. No passado, essas montanhas (talvez nem houvessem montanhas) estariam sobre terras da Etiópia (Kush)…