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sábado, 16 de junho de 2012
TIPOS DE ESPÍRITOS
Anjo Caído flagrado em uma floresta da Catalunha.
Vídeo impressionante do flagra de um suposto anjo caído. O vídeo foi gravado durante uma expedição em uma floresta na Catalunha, uma região autônoma da Espanha, que tem como capital Barcelona. Na crença cristã, anjos caídos são considerados demônios, como Lúcifer. Muito gente acredita ser um vídeo real, porém a maioria das pessoas acreditam ser uma montagem. E você, o que acha? Confira!
Assombração do 5° andar
No condomínio que morei ,quando criança, existiam varias lendas de assombrações e cemitérios escondidos em baixo dos predios, cada bloco tinha uma assombração de estimação, mas nenhum dos blocos superava o bloco 5, varias pessoas chegaram a se mudar dali para fugir das assombrações. Toda semana acontecia algo assombroso no bloco 5, quando a minha mãe (que era a sindica) precisava ir ao bloco 5, ela se benzia e rezava antes de colocar os pés naquele bloco, esse bloco era tão assombrado que ganhou o apelido de “Bloco Zé do Caixão”.
Eu e outras crianças do condomínio morríamos de vontade de ver uma assombração, algumas vezes agente ia brincar no bloco 5 só para ver se agente via algo, mas apesar de algumas janelas batendo sozinhas (e sem vento) e alguns barulhos estranho, agente nunca tinha visto nada. Um dia decidi fazer um grupo para explorar o bloco 5 a noite, convidei um amigo que convidou outro amigo, que convidou mais dois... no final das contas tinham 15 crianças querendo passar a noite em claro na procura por assombrações. Agente acabou decidindo de fazer essa “expedição” (para quem era criança aquilo era um maximo) num final de semana, das 15 crianças apenas 5 tiveram coragem para enfrentar o desafio... ficou combinado que agente iria pousar na casa do Marquinho e a noite agente iria sair de fininho (como a mãe do Marquinho tomava remédios para dormir e uma vez dormindo ela não acordava nem com um terremoto, iria ser fácil sair de fininho), ficou combinado também que cada um iria levar um suprimentos para ajudar a passar a noite, quem não pudesse levar suprimentos teria que levar algo para ajudar na caçada ( lanterna, mochila, crucifixo, alho, estilingue...).
Como combinado, fomos passar a noite na casa do Marquinho, colocamos os pijamas e fingimos que fomos dormir, quando escutamos os roncos da mãe do Marquinho, agente trocou de roupa, pegou os suprimentos e etc, e saímos de fininho pela porta.
Estávamos todos excitados, era a primeira vez que a maioria ficava acordada após a meia noite. Cortamos caminho pelo bosque, sempre tomando cuidado para não ser pegos pelo segurança (como ele vivia dormindo, não iria dar problemas). A noite tudo fica mais assustador, apesar de contentes pela aventura, estávamos com tanto medo que ninguém se desgrudava do grupo. A parte mais assustadora foi entrar no bloco 5 depois da meia noite, ele já era macabro de dia, a noite ele ficava mais macabro ainda. Pé por pé agente começou a explorar o bloco 5, começamos no térreo e pelas escadas nos fomos andar por andar, ate chegar no 6° andar, que era o ultimo, dai decidimos descer andar por andar. Procurando em todos, agente subiu do térreo para o 6° andar diversas vezes, sempre a procura de assombrações e filmando tudo, tinhamos levado uma câmera, já que gravar um filme de um fantasma iria ser uma boa prova e uma boa oportunidade de aparecer na TV.... agente começou a gravar tudo, mas depois começou a acabar a fita e a bateria, então desligamos a bendita filmadora e só ligaríamos de novo quando encontrássemos um fantasma.
Depois de 2 horas de buscas, bateu uma fominhaaaaa... nos juntamos nas escadas e montamos um piquenique ali mesmo. No final do piquenique escutamos algo como um choro de criança, todos se borraram de medo, apesar das penas estarem tremendo eu desci as escadas, alem de me arrastar eu tive que arrastar os outros, fomos ate a origem do som, o andar térreo. Ligamos a filmadora e procuramos a assombração, então começamos a ouvir dois barulhos vindo do mesmo lugar, parecia dois bebes chorando. Andamos de um lado para o outro procurando a assombração, acabamos encontrando um casal de gatos namorando... foi um alivio... depois ficamos com raiva e chutamos os gatos no que estavam no cio...
Já eram quase 5 da manha e nada de assombração, espírito, fantasma, capeta, saci, mula sem cabeça, cuca... nadaaaaa, agente procurou, procurou e nada. Estávamos decidindo desistir da idéia de achar um fantasma, nos juntamos no 2° andar para decidir se agente ficava mais um pouco ou ia embora. Começamos a discutir se ficávamos mais um pouco ou não, nossa conversa foi interrompida por passos subindo as escadas, “puta merda! Tem gente vindo e vai nos ver...” (pensei comigo), ficamos morrendo de medo de ser o vigia e que ele nos dedurasse para nossos pais. Para nossa surpresa era uma menina da nossa idade que saiu do vão das escadas, ela era pálida e usava uma camisola que arrastava no chão, ate ai tudo bem, não tinha nada de mais, ela foi pra o outro lado do corredor e entrou em um dos apartamentos, mas detalhe... ela entrou sem abrir a porta que estava fechada... Vixi... quando agente se tocou no que acabava de acontecer, saímos vuando dali direto para o ap do Marquinho. Agente passou o resto da noite sem dormir, com medo da assombração voltar, a maioria ficou uma ou duas semanas sem dormir e nenhum de nós ousou sequer a passar perto do bloco 5 de novo...
Escrito Por Olhando A Lua.
Eu e outras crianças do condomínio morríamos de vontade de ver uma assombração, algumas vezes agente ia brincar no bloco 5 só para ver se agente via algo, mas apesar de algumas janelas batendo sozinhas (e sem vento) e alguns barulhos estranho, agente nunca tinha visto nada. Um dia decidi fazer um grupo para explorar o bloco 5 a noite, convidei um amigo que convidou outro amigo, que convidou mais dois... no final das contas tinham 15 crianças querendo passar a noite em claro na procura por assombrações. Agente acabou decidindo de fazer essa “expedição” (para quem era criança aquilo era um maximo) num final de semana, das 15 crianças apenas 5 tiveram coragem para enfrentar o desafio... ficou combinado que agente iria pousar na casa do Marquinho e a noite agente iria sair de fininho (como a mãe do Marquinho tomava remédios para dormir e uma vez dormindo ela não acordava nem com um terremoto, iria ser fácil sair de fininho), ficou combinado também que cada um iria levar um suprimentos para ajudar a passar a noite, quem não pudesse levar suprimentos teria que levar algo para ajudar na caçada ( lanterna, mochila, crucifixo, alho, estilingue...).
Como combinado, fomos passar a noite na casa do Marquinho, colocamos os pijamas e fingimos que fomos dormir, quando escutamos os roncos da mãe do Marquinho, agente trocou de roupa, pegou os suprimentos e etc, e saímos de fininho pela porta.
Estávamos todos excitados, era a primeira vez que a maioria ficava acordada após a meia noite. Cortamos caminho pelo bosque, sempre tomando cuidado para não ser pegos pelo segurança (como ele vivia dormindo, não iria dar problemas). A noite tudo fica mais assustador, apesar de contentes pela aventura, estávamos com tanto medo que ninguém se desgrudava do grupo. A parte mais assustadora foi entrar no bloco 5 depois da meia noite, ele já era macabro de dia, a noite ele ficava mais macabro ainda. Pé por pé agente começou a explorar o bloco 5, começamos no térreo e pelas escadas nos fomos andar por andar, ate chegar no 6° andar, que era o ultimo, dai decidimos descer andar por andar. Procurando em todos, agente subiu do térreo para o 6° andar diversas vezes, sempre a procura de assombrações e filmando tudo, tinhamos levado uma câmera, já que gravar um filme de um fantasma iria ser uma boa prova e uma boa oportunidade de aparecer na TV.... agente começou a gravar tudo, mas depois começou a acabar a fita e a bateria, então desligamos a bendita filmadora e só ligaríamos de novo quando encontrássemos um fantasma.
Depois de 2 horas de buscas, bateu uma fominhaaaaa... nos juntamos nas escadas e montamos um piquenique ali mesmo. No final do piquenique escutamos algo como um choro de criança, todos se borraram de medo, apesar das penas estarem tremendo eu desci as escadas, alem de me arrastar eu tive que arrastar os outros, fomos ate a origem do som, o andar térreo. Ligamos a filmadora e procuramos a assombração, então começamos a ouvir dois barulhos vindo do mesmo lugar, parecia dois bebes chorando. Andamos de um lado para o outro procurando a assombração, acabamos encontrando um casal de gatos namorando... foi um alivio... depois ficamos com raiva e chutamos os gatos no que estavam no cio...
Já eram quase 5 da manha e nada de assombração, espírito, fantasma, capeta, saci, mula sem cabeça, cuca... nadaaaaa, agente procurou, procurou e nada. Estávamos decidindo desistir da idéia de achar um fantasma, nos juntamos no 2° andar para decidir se agente ficava mais um pouco ou ia embora. Começamos a discutir se ficávamos mais um pouco ou não, nossa conversa foi interrompida por passos subindo as escadas, “puta merda! Tem gente vindo e vai nos ver...” (pensei comigo), ficamos morrendo de medo de ser o vigia e que ele nos dedurasse para nossos pais. Para nossa surpresa era uma menina da nossa idade que saiu do vão das escadas, ela era pálida e usava uma camisola que arrastava no chão, ate ai tudo bem, não tinha nada de mais, ela foi pra o outro lado do corredor e entrou em um dos apartamentos, mas detalhe... ela entrou sem abrir a porta que estava fechada... Vixi... quando agente se tocou no que acabava de acontecer, saímos vuando dali direto para o ap do Marquinho. Agente passou o resto da noite sem dormir, com medo da assombração voltar, a maioria ficou uma ou duas semanas sem dormir e nenhum de nós ousou sequer a passar perto do bloco 5 de novo...
Escrito Por Olhando A Lua.
A Torre Almirante- O medo de assombração na Petrobras
Edifício Torre Almirante, que abriga funcionários da Petrobras, na Avenida Almirante Barroso, Centro do RioSIMONE MARINHO / SIMONE MARINHO
RIO — É quase sempre após o entardecer e à noite que tudo acontece. Barulhos estranhos ecoam pelos corredores e salas vazias, portas corta-fogo se batem, torneiras se abrem sozinhas, passos são ouvidos e vultos de pessoas são vistos passar. Não se trata de filme de suspense ou história de castelo medieval. São os fantasmas que andam assombrando os funcionários da Petrobras em um dos prédios onde a petrolífera está instalada — segundo o relato dos amedrontados frequentadores desse ponto que carrega uma história terrível.
Os fenômenos inusitados e inexplicáveis estão acontecendo, em pleno século XXI, no Torre Almirante, um edifício dos mais modernos, encravado em uma área nobre do Centro do Rio, na Avenida Almirante Barroso, esquina com Avenida Graça Aranha. Com 36 andares, o edifício todo espelhado, alugado pela Petrobras, tem duas faces planas, cada qual voltada para uma das ruas.
Desde sua inauguração, em 2005, os 36 andares são ocupados por diversas gerências da Petrobras, como Gás e Energia, Engenharia, Materiais e Segurança e Meio Ambiente. Desde o início, empregados da estatal , assim como o pessoal da limpeza e da segurança, têm diversas histórias para contar. No local onde foi construído o Torre Almirante, moderno e arrojado, existiu o edifício Andorinha, erguido em 1934 com 12 andares. O Andorinha foi destruído por um terrível incêndio em 17 de fevereiro de 1986. Uma tragédia que matou 21 pessoas, das quais duas se atiraram pelas janelas, e deixou 50 feridas. Das portas corta-incêndio, muitas estavam trancadas.
Os fatos estranhos no novo Torre Almirante, levados muito a sério por quem os relata, seriam uma ótima experiência para os estudos de Jason Hawes e Grant Wilson, que vivem nos EUA e se notabilizaram por serem caça-fantasmas. Muitas de suas experiências passam em uma série na televisão, chamada “Ghost Hunter”. Os dois são os fundadores da Taps — Sociedade Paranormal do Atlântico, na qual uma equipe de pesquisa investiga assombrações e outros acontecimentos inexplicáveis.
Muitos funcionários da Petrobras contam que, desde a inauguração do Torre Almirante, são vistas e ouvidas assombrações, principalmente à noite. Quem visitar qualquer dos 36 andares com certeza ouvirá uma história passada pelas pessoas que circulam no prédio, onde trabalham 3.700 funcionários da estatal.
É o caso da Renata Garcia, que foi trabalhar no Torre Almirante em março de 2010. Ela conta que, como era nova na Petrobras, ninguém comentara sobre qualquer evento estranho. Renata também não sabia da história do Andorinha nem que ele tinha existido naquele local.
— Eu não sabia de nada, não conhecia ninguém e ninguém me contou nada. E eu comecei a trabalhar normalmente — explicou a funcionária.
Logo no primeiro mês de trabalho, o computador dela não funcionava, desligando-se automaticamente.
— Não era uma ou duas vezes por dia. Eram dez vezes por dia que isso acontecia. E eu chamava a todo instante o pessoal da informática.
Renata chegou a trocar de computador três vezes em apenas dois meses. Usou o computador de um colega quando ele saiu de férias. Não adiantou. Um técnico disse que poderia ser um problema elétrico na baia de trabalho, porque não havia mais explicações para o problema. O eletricista checou tudo e não encontrou alterações. Renata trocou de lugar para usar outro computador, e o problema continuou acontecendo. O computador se desligava sozinho.
Foi quando alguns colegas de trabalho comentaram com Renata a tragédia do Andorinha. Ela decidiu, então, comprar essência de alfazema — que, dizem, afasta os maus espíritos e atrai energias boas —, uma pirâmide com pedras dentro e um cristal. Colocou tudo ao lado do computador.
— Deu uma melhorada, mas os problemas não pararam totalmente. Já sabia que não era problema no computador. Teve um dia com muito o que fazer e eu não conseguia trabalhar. Aí resolvi falar com eles: “Acabou a palhaçada. Agora vocês vão me deixar trabalhar, eu não quero saber, acabou a brincadeira. Quero trabalhar, me deixem em paz”. E nunca mais meu computador, misteriosamente, deu problemas — garantiu Renata.
Ela ainda teve outra experiência estranha. Em junho de 2010, ficou trabalhando até tarde, sozinha com apenas outra colega. Por volta das 23h, as duas começaram ouvir o barulho de pessoas correndo. Levantaram-se das cadeiras, foram até o corredor e não viram viva alma.
— Ficamos com medo e falamos que era um sinal para a gente parar de trabalhar — disse Renata.
Tatiane Melo trabalha no 340 andar desde que sua gerência foi para lá, em 2006. Ela confirma que muitas pessoas comentam sobre fatos estranhos. Tatiane disse que ouve muitos comentários principalmente do pessoal da limpeza que fica sozinho à noite ou trabalha nos fins de semana, quando o prédio está vazio:
— Acredito plenamente que há muitas almas por aqui. Escuto muitos ruídos, vejo vultos com frequência. Às vezes eu sinto alguma coisa próxima à minha mesa.
Ana Paula trabalha nos serviços de limpeza do edifício há alguns meses. Afirmou que ouve muitos barulhos estranhos, principalmente aos sábados, quando trabalha das 7h às 13h, com o prédio vazio:
— Escuto barulhos que parecem passos andando. Um dia, eu vi um vulto e fiquei assustada. As meninas (colegas de trabalho) falam que veem também, mas nem ligam. Acho que esse prédio é mal-assombrado.
Ana Paula contou que seu marido é vigia do prédio à noite e também relata que, de vez em quando, ouve as portas de emergência batendo, escuta o barulho de passos e vê vultos.
— Ele fica preocupado porque, afinal, é vigilante e tem medo de que seja algum bandido. Mas não é nada.
Outro vigia noturno carrega os mesmos relatos:
— Não é em todos os andares. Mas é impressionante, tem vezes em que vários telefones tocam juntos de madrugada. Ficamos preocupados se é alguém invadindo. O mais impressionante foi escutar uma criança chorando, em 2005.
Vera Luz é funcionária antiga da Petrobras e está no Torre Almirante desde que a divisão de Gás e Energia se mudou para lá. Há alguns anos, como era substituta na gerência de sua divisão, muitas vezes trabalhava até tarde, 22h ou 23h. Começava a ouvir portas se abrindo e fechando, passos e, em algumas ocasiões, via um vulto passando. Ela chegou a pensar que era algum vigia da noite, mas, quando ia conferir, não via ninguém. Uma vez, quando estava trabalhando à noite, escutou o barulho da torneira da pia da copa aberta.
— Uma vez , entrei em um dos elevadores vazios quando estava indo embora tarde da noite. Entrou uma gravação automática que pede para desocupar o elevador por estar com excesso de peso. E eu estava sozinha — lembra Vera.
Em outro momento, Vera estava trabalhando em sua mesa e sentiu como se alguém respirasse perto dela:
— Achei que era algum colega brincando, mas não havia ninguém. Uma vez, entrei no banheiro e uma porta bateu. Sempre depois das 20h essas portas de fuga batem. Escutam-se móveis se arrastando no andar de cima.
Vera passou a rezar quando presencia essas coisas.
Uma funcionária contou que lia um relatório à tarde. Quando levantou o olhar, viu uma pedra de vulcão à sua frente, com pontos vermelhos, como se pegasse fogo:
— Quando o prédio foi inaugurado, muitos empregados não queriam vir trabalhar aqui. Tentei não entrar nessa paranoia. Nunca tinha visto nada até que, de um tempo para cá, comecei a ver alguns vultos. Uma vez eu falei: “Me deixa em paz que eu quero trabalhar”. Mas também já fiquei aqui até mais tarde e nada aconteceu.
Sugestionados ou não os interlocutores, o fato é que os relatos são fartos.
“Yo no creo em brujas, pero que las hay, las hay...”
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Star Child
Essa é história de um achado para lá de misterioso e começa há mais de 70 aos atrás, quando uma garota brincava perto de uma caverna, até que certa hora ela decidiu entrar no tal lugar, que fica a 150 km do estado mexicano de Chihuahua. Lá dentro a menina fez uma estranha descoberta: haviam dois esqueletos, um normal e outro bizarro, com um cabeça enorme, ossos pequenos e diversas coisas diferentes de um normal.
O interesse no artefato se tornou tão grande que até mesmo foi criado o Starchild Project, que
nada mais era um grupo de cientista que deveria descobrir as origens doesqueleto. No fim o resultado de tudo isso foi surpreendente.
Sabe-se que os ossos têm 900 anos de idade, sendo que o maior é de uma mulher que tinha em torno de 25 anos, já o pequeno, chamado de Starchild, era de uma criança de não mais do que cinco anos.
Depois de todas as análises possíveis, a ideia de que poderia ser apenas uma criança com problemas de formação foi descartada, pois todos os detalhes desse estranho crânio não eram apenas coincidência.
Com essas afirmações uma lenda antiga que era contada no local por índios que viviam lá começou a ganhar força, ela falava de Crianças das Estrelas, que eram filhos de seres que vinham dos céus
e engravidavam as mulheres, anos as tarde eles voltavam e levavam os nascidos embora.
Seria então o crânio Starchild uma prova dessa lenda? E seria a mulher encontrada junto a ele a mãe desse garoto-ET, que estava tentando esconde-lo para os seres do céu não levarem embora seu filho?
No fim nada se sabe, mas talvez esse pequeno esqueletoseja a prova de que no passado e talvez ainda hoje em dia, eles estão no meio de nós.
quinta-feira, 14 de junho de 2012
A Lenda do Anhangá
SIGNIFICADO E FORMAS DE APARIÇÃO
Anhá-Angá, “anhang” do tupi-guarani. “Ang” significando Alma e “Anhá”, correr, ou seja, uma alma que corre. Pode ser traduzido por alma errante dos mortos, sombra, espírito ou, como fala o caboclo, visagem, que é o mesmo que espectro, fantasma e assombração.
Anhangá é alma protetora das matas e, assim como o Curupira, é protetor de todos os animais. A ele parecem estar afetos o destino da caça e da pesca.
Como alma é invisível, entretanto pode assumir diversas formas. As formas nas quais se apresenta depende para quem aparece.
Para desesperar pescadores, por exemplo, surge como pirarucu-anhanga e jurará-anhanga duendes de pirarucu e tartaruga.
Pode apresentar-se na forma de um pássaro (galinha do mato), macaco, morcego, rato etc. No fabulário da região norte encontra-se diferentes formas de sua presença: Mira-anhangá – visagem de gente; Tatu-anhangá – visagem de tatu; Suasu-anhangá – visagem de veado; Tapiira-anhangá – visagem de boi.
A sua forma mais comum de aparição é como um portentoso veado branco, com chifres cobertos de pêlos, olhos de fogo e com uma cruz na testa.
PODERES DE ANHANGÁ VERSUS ASTÚCIA DOS CAÇADORES
O Anhangá traz para aquele que o vê, ouve ou pressente certo prenúncio de desgraça, e os lugares freqüentados por ele são mal-assombrados.
Quando assobia a caça e a pesca desaparecem por encanto.
Existem caçadores e pescadores astutos que, tão logo reconheçam seu assobio, com ele compactuam para uma boa caça ou pesca oferecendo-lhe tabaco.
“Meu compadre me dê uma boa caça, que lhe presenteio com um pouco de tabaco”.
Se a pessoa for atendida, dever cortar uma vara, rachar sua ponta e nela introduzir o tabaco, mortalha para cigarros e fósforo. Feito isso espeta a vara nas proximidades onde a caça foi abatida, dizendo: “compadre está aí o tabaco prometido”.
Contam que todos que se dispuseram voltar para procurar o ofertório, jamais o encontraram.
Mais uma vez o fumo assume um relevante papel no cotidiano das gentes do mato. O tabaco é utilizado também como ofertório para aplacar a ira, a cólera, dos seres punitivos e vingativos, ou agradar os benfeitores; para afastar as influências maléficas e atrair a proteção das deidades do mato.
Segundo relatos, se alguém fizer pouco caso de Anhangá, apanha na hora sem saber de quem, como se fosse atacado por alguém armado com um pedaço de pau.
Caçador desprevenido que aproximar-se de Anhangá em forma de veado e tentar abatê-lo, terá uma desagradável surpresa, pois expelindo fogos pelos olhos, o atacará com incontrolável fúria.
Dizem que se o caçador quiser ter uma caça tranqüila, evitando a presença de Anhangá, antes de entrar na mata deve acender foguetes com duas ou três cargas. Se já estiver dentro da mata pode defumar com castanha de caju ou ainda, mais fácil, é fazer uma cruz com madeira da própria mata.
Apesar de os poderes de Anhangá a astúcia de caçadores e pescadores consegue neutralizá-los em parte.
“Anhangá” são rimas para cantar o mito amazônico que protege os animais do caráter predatório de pescadores e caçadores.
FONTES:
Geografia dos Mitos Brasileiros - Câmara Cascudo;
Painel de Mitos e Lendas da Amazônia - Franz Keuter Pereira; e
alguns sites, destacando-se Wikipédia
Anhangá
Rios e matas,
passarela da ilusão,
muitas são as máscaras
do desfile de assombração.
Caçador, muito cuidado
com o que irás caçar,
se for branco, o veado,
é melhor não atirar.
Se de olhos afogueados
nem lhe deite um olhar,
pois é alma do outro lado,
é o encantado Anhangá.
Se quiseres boa caça,
faz à ela um agrado:
na ponta de uma vara,
deixa um pouco de tabaco,
os fósforos e a mortalha,
para que faça seu cigarro.
Anhangá quando fuma,
deixa de assoviar,
caçador vai à caça,
foi o trato com Anhangá..
Anhangá, Anhangá, Anhangá!
Anhangá, Anhangá, Anhangá!
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